Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura

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⁠Sou eu que devo ‘pagar’ pelas minhas escolhas.
O mínimo que preciso é da direção de Deus.

Inserida por LucasCoelhu

⁠A pior coisa que eu odeio admitir é aceitar que não sou bom o suficiente para alguém em que me importo.

Inserida por LucasCoelhu

Sou como uma criança solitária em uma cidade grandiosa; livre! Porém, cativo pelas nuances das emoções.
Tímido ao ser abordado, mas radiante ao testemunhar a serenidade nas pessoas.
Sou como uma criança prodigiosa; porém, obscurecida na multidão. Que valor tem o conhecimento se não posso sequer vislumbrar dez passos à frente?
Inseguro e temeroso de não poder depositar confiança nas almas que cruzam meu caminho. Sinto que eu poderia ser grandioso se não me sentisse solitário.
Sou como uma luz! Uma luz, porém, translúcida; modesta em sua beleza, eu diria.
Mas afirmo com convicção, o coração de toda criança floresce em êxtase na presença de uma paixão.

Inserida por LucasCoelhu

⁠Sou uma pessoa translúcida, com pensamentos e atitudes transparentes...

Inserida por dmilani

⁠Não sou como água que se conforma em qualquer lugar que seja colocada...

Inserida por dmilani

⁠Penso, logo...
Sou julgado!

Inserida por dmilani

⁠Meu mergulho é sempre profundo, sou incapaz de viver na superficialidade...

Inserida por dmilani

⁠Calem-se os Sábios nesta hora! Pois Deus diz..
Eu sou o Senhor, O Deus que ao Ser existencial, fiz!

Inserida por Helder-DUARTE

Ouve as minhas palavras!... E saberás quem eu sou!

Inserida por Helder-DUARTE

Não Sou do Niilismo! Nem desse movimento.
Está totalmente errado, esse sentimento.
Eu sou antes de tudo, um sofredor...
Mas sei em quem creio, apesar da dor!!!


EU CREIO EM DEUS, EM DEUS, EM DEUS...
NÃO ESTOU NO VÁCUO, COMO ESSES.
APENAS SOFRO, SOFRO... PESARES MEUS.
E NÃO, COMO AQUELES, DELES...

Estou mal , em baixo, sem força...
Mas tenho esperança, ainda...
Ainda... Contudo, carrego una pesada trouxa.


Mas espero em Deus, em Deus,,,
E na sua nova, aqui vinda!...
Por isso canto, cânticos, estes seus!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Os Cisnes


O que sou?!...
Já que só estou.
Sou eu...
Só, neste ser meu.


E este eu...
É ainda amigo, teu.
Estando nesta solidão,
Se deixares, te darei a mão...


Para ânimo, darmos,
Aos brancos cisnes...
Para com eles, juntos nadarmos...


Em lago este. E às aves, cantarmos.
Novos cânticos rítmicos...
Para que nadem firmes, os cisnes!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Encanto


E só sei uma, cousa, nada sou sem Deus,
isso sei de verdade, muito bem sabido.
Posso agir eu, sempre em actos meus!
Mas, os actos são bem feitos, isso reflicto.


Se em Deus forem eles feitos, sim!
Isso eu muito me enpenho, enfim!
Pois se contra Deus, falhar...
Por muito eu venho a chorar.

Mas oh alma minha fica sabendo,
que ele, me aceita ainda assim!
Pois ele no perdão, é Deus tremendo!


Por isso eu o quero tanto mas tanto!
Para isso, eu dele me aproximo, sim!
Pois não há um Deus com tanto encanto!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Estrada

Não penseis que sou contra Deus, isso não sou.
Antes em ele, muito eu sempre muito estou...
Não sou nenhum "santinho" de um altar edificado,
e pelos humanos sempre muito adorado !...

Caminho em uma estrada longa, com muitas pedras,
que a meus pés magoam e ferem tanto! Tanto! Tanto!
Que com dificuldade caminho e com muito pranto.
É a estrada de muitas e tantas, caminhantes pessoas.

Caminhantes no meu longo caminhar, até ao fim chegar,
Comigo caminham, mas não me dão a sua mão a me levantar.
Neste caminho em que todos nos devíamos sempre ajudar.

Mas comigo vai o meu guia, que das pedras me desvia,
até que na cidade eu tenha o meu lindo e desejado entrar,
e nela eu cante, uma canção, ao som da música que já se ouvia!

Inserida por Helder-DUARTE

Liberdade


⁠Eu sou eu, igual a mim só eu, não outro,
com os defeitos muitos em meu ser.
Eu existo, para fazer todo o meu dever.
De outro ou deste meu sempre modo.

Eis que muita gente eu incomodo, pois sei.
Mas também por muita gente, já eu passei,
que muito me incomodaram tanto a mim.
Mas não é por isso que eu incomodo assim.

Antes eu faço isso, porque nas minhas entranhas,
há uma lei, que me faz não ter de falar, vergonhas.
Isso faço eu, para os outros eu muito edificar.
Neste tempo em que há tanto, mau julgar.

A lei que me faz tanto eu escrever e falar,
Essa lei me vai naquele dia também julgar.
Ouvi pois povo do mundo, a lei do vosso interior,
mas ao mesmo tempo ouvi também, a lei superior.

Pois assim deveis vós sempre isso fazer,
para que possais em vós muito ter,
Uma lei de toda a verdade,
e ensinar o povo a ter sempre liberdade!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Laodiceia

«Igreja de Laodiceia»!...
De novo contigo falo...
Eu que Pai sou, da existência,
Em relação a ti, ainda não me calo.

Lembra-te, que não estás em mim!
Mas em ti estás.
Caminhas para o teu fim,
Pois em ti não há paz.

A verdadeira espiritualidade,
É a minha...
Que é a verdade.

Precisas de amar...
Mas sem vida,
Amor não podes dar!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Ilusão


A esperança já não há.
NÃO SEI QUEM SOU,
Nem se faço parte da vida de cá...
MUITO MENOS SE MORTO ESTOU...

Penso que houve um tal DESCARTES,
QUE SABIA EXISTIR...
Mas eu não sei se de pensamento tenho arte,
OU SENTIMENTO TENHO SENTIR...

Que coisa é esta,
QUE NÃO TEM VALOR...
Nem presta...

Pois é confusão...
TEM DOR...
E AFLIÇÃO!...

HELDER DUARTE

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Lamentação


Porque neste fado estou?!
Como quem foi mal fadado!
Porque não sou,
O que poderia ser, se estivesse noutro estado?!

Porquê? Mas porquê?
Pergunta alma minha.
Meu ser mal caminha.
Também para quê?

Sem força caminho,
Com rumo incerto.
Sem saber meu destino...

Só uma coisa sei...
Ao certo...
Contudo , no juízo a Deus verei!...
HELDER DUARTE

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Inferno

Paixão infame, tenho eu em mim, como todos os humanos,
não sou mais santo, que outros e que todos os homens.
Sinto o calor da volúpia, dos meus tormentosos enganos,
que levam aos actos, de todas e muitas arrogantes desordens.

Meu corpo é um poço de águas quentes, nesta ação de viver,
em que a consciência me sanciona, por este fogo eu ter.
Sossega, alma minha nesta infernal e ardente paixão.
Demónios me tentam, quem me livrará desta situação?

Cessa já paixão desumana e mentirosa, nesse teu agir!
Espírito do céu me envolve no teu manso vento...
A este calor com a tua água, me faz resistir!


Antes que vá ao inferno, me ajuda a não lá entrar!
Antes que venha a noite e venha a sentir tormento,
me salva, ó Deus neste meu muito já clamar!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Homofóbico




Não sou homofóbico, não o sou, como Jesus Cristo não o era.
Sou antes, amigo dos que muito sofrem nesta terra!
E não os considero uns coitados, por isso em que estão!
Mas não sou, como os que os vendo, no desespero em que estão!
Sim! Muitos dos que sofrem, com muitas angústias,
devem ser auxiliados, sem nenhumas disso dúvidas!
Compreendei, vós povo do mundo, que muitos de entre vós.
São humanos como todos e qualquer um de nós.
E devemos amá-los, como dignos do nosso amor!
E não passar de largo, como os hipócritas, que não sentem a dor.
Sim há muita gente infeliz, no nosso grande meio!
Mas para isso Jesus Cristo ao mundo já veio,
E nos mandou aos cansados, anunciar, no tempo,
O seu poder, transformador, agora e sempre!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Poeta

Sou poeta! Poeta! Poeta! Poeta!
Sim! Portugal! Brasil! E tu que és profeta!
Não o era! Não o era! Não o era!...
Mas aos poetas fazia guerra!


Mas oh profeta, que não és poeta!
Mas apenas um homem.
Neste mundo de desordem.
Eu que ao inferno, a minha dei, em vida esta!


E tal foi a tormenta que me veio,
Que minha alma mudou, para ser poeta.
Para vir a ser, o que, sempre rejeitei. E agora em cheio.



Porque eis que sensível fiquei e cantei,
Versos, sonetos, poemas, ao som de música de orquestra.
E em poeta, poeta, pois dei e me tornei!

Inserida por Helder-DUARTE