Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Doce Equação
Eu não sei mais quem sou
Não tenho amigos, pra onde eu vou?
O meu coração já não suporta essa dor
São tantas mentiras um quadro sem cor
Saiba que a vida é uma doce equação
São tantos problemas, uma linda fração
Existem pessoas que só vivem pra ter
E outras, porém já não têm o que comer
Se então um belo dia você os ajudar
Então velho amigo tu és bem-vindo ao meu lar
Às vezes a gente machuca e não vê
Um erro simples faz o outro sofrer
Cada ser vivo ama de um próprio jeito
Ninguém está livre do próprio defeito
O mundo ensina a perdoar quem errou
Afinal porque guardar tanto rancor?
Somos teatros, uma peça, um clamor
Na cozinha da existência, dos temperos tens a dor
O homem imperfeito diante de julgamento cordial.
Sou inteiramente rejeitavel, pela justiça divina, sou imprestável a longo prazo, e também totalmente cancerígeno ao corpo celestial, mais perante ao meu Rei piedoso, bondoso, amável, e extremamente misericordioso e justo, resolveu asentar-se a julgar minha causa, o mesmo sendo excelente em causas perdidas, resolveu me restaurar e me conceder lugar entre os santos revogando minhas transgressões cabais, e me afastou da justa condenação amarga de toda perdição, a anistia celestial veio me favorecer de todas as formas possíveis, porque a pauta foi finalizada pelo ato da Cruz de Cristo, ele mesmo sentiu todo meu pecado em suas mãos e a Resposta final do Juíz maior, o Pai Celestial foi favorável em minha causa, pois eu contratei o melhor advogado possível, o magnifico Senhor Jesus Cristo que me liberta de todos os meus pecados terríveis.
Poesias Líricas ao Rei Jesus.
Eu sou a palavra, Jesus
Eu falo de Pedro
De Tiago , de José de Arimatéia
De caná, de terra de ptá, de mar morto
De Deus vivo, de guardas com lanças
Prontos a furar o lado do criador
Eu falo de Cefas
De Pôncio, de José pai de Jesus
De Jerusalém, de Sicár e sucote
De Deus crucificado, mulheres tristes
Prontas com perfumes ao túmulo
Eu Ressuscitado.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Ao andar olhando para cima, percebo que sou debaixo, e bem debaixo, em cima está o Pai nos Céus acentado em seu trono de Glória, por eterno merecimento, pois é o criador de tudo já existente e ao seu lado, está o Rei dos Reis, que não se acovardou, antes foi extremamente corajoso diante de seu maior desafio, se entregar a morte de Cruz, em escárnio e em sofrimento mudo, e também em temor ao Pai eterno, que lhe recompensou sobremaneira.
Poesias líricas ao Rei Jesus
Eu faço questão em estar ao seu lado, mesmo com os seus defeitos. Não sou juiz para julgar, sou humano para amar.
Sou assim meio torto, meio louco, meio apaixonado, meio enrolado. Mais tem uma coisa que sou inteiro. Sou inteiro, seu.
" Sou como o oceano, vasto e profundo. As vezes me perco nas ondas do mar, sempre tentando me encontrar, sou livre e deixo o vento me levar. Nos dias de calor eu evaporo e subo como uma nuvem, contemplo os infinitos céus, que me fazem deslizar, me formando em gotas para então o oceano eu retornar"
Tudo que escrevo é o que penso, é sobre mim e sobre minha vida. Sou minha única referência, por tanto o que escrevo, sou eu em palavras.
Na verdade o que sou hoje advém de tudo o que vivemos. Você me proporcionou uma vida, cheia de tudo, completa e feliz.
Deus, faz de mim o seu projeto, sua missão, pois serei para com seus filhos, o que eu sou para os meus.
Com os olhos abertos
cheios de realidades
minha mente encarcerada
sou refém de suas vontades.
Com os olhos fechados
agora posso me enxergar
já não vejo mais amarras
estou livre para voar.
Esquecer de te esquecer
Você pediu para te esquecer,
mas tão esquecido que sou,
esqueci de esquecer você,
e no peito a saudade ficou.
Tentei apagar seu sorriso,
mas ele insiste em brilhar,
feito estrela em noite sem juízo,
que o céu não consegue apagar.
Quis largar tua voz no silêncio,
mas ela ecoa em meu ser,
é melodia que fere o silêncio,
e me faz outra vez te querer.
Esquecer de te esquecer,
é a ironia que me consome,
quanto mais tento não te ter,
mais o coração te chama pelo nome.
Se é pra viver nessa contradição,
de lembrar enquanto tento esquecer,
entrego-me à doce prisão
de jamais deixar de amar você.
LEVANTA, FILHO, EU SOU TUA FORÇA E REDENÇÃO
Verso 1
Filho, enxuguei as lágrimas que não conseguiste conter,
quando o mundo pesou e te fez desfalecer.
Cada sussurro teu foi como um grito pra Mim,
Eu estava ao teu lado, mesmo quando não Me viu assim.
Pré-refrão
Eu conheço teus caminhos, mesmo os que não quis seguir,
meu amor te encontrou antes mesmo de desistir.
Refrão
Levanta, filho, Eu sou tua força e redenção,
apago teus pecados, abraço teu coração.
Meu perdão é a chave que liberta o teu ser,
vem, descansa em Mim, Eu te faço renascer.
Verso 2
Tuas marcas Eu tomo e transformo em beleza,
teus medos dissolvo com Minha certeza.
O vazio que sentes será preenchido,
pois em Mim, filho amado, estás protegido.
Pré-refrão
Meu amor é imutável, maior que o céu e o mar,
em cada passo incerto, sempre estive a te guardar.
Refrão
Levanta, filho, Eu sou tua força e redenção,
apago teus pecados, abraço teu coração.
Meu perdão é a chave que liberta o teu ser,
vem, descansa em Mim, Eu te faço renascer.
Ponte
Filho, teu nome está gravado em Minhas mãos,
teu lugar é ao Meu lado, longe da solidão.
Eu sou a resposta que sempre procuraste,
vem, celebra a graça que jamais abandonaste.
Refrão final
Levanta, filho, Eu sou tua força e redenção,
apago teus pecados, abraço teu coração.
Minha promessa é eterna, nunca vai falhar,
vem, filho amado, és Meu, por toda eternidade a te amar.
Santarém, Encanto e Magia
Meu DDD é 93, sou do Pará,
Santarém, minha terra querida,
Terra do tacacá, tarubá, tracajá,
Do pirarucu, pacu, aracu,
Piquiá, mapará, araçá no cardápio do dia,
Sabores que contam nossa história, poesia.
Santarém, terra de encantado,
Onde o canto encanta quem dança,
Quem chega, quem vai, quem fica marcado,
Por suas praias que abraçam a alma.
O belíssimo rio Tapajós, espelho do céu,
Alter do Chão, Caribe brasileiro,
Encanto que começa e nunca tem fim.
Das mãos do artesão, nasce a arte em madeira,
Retratos da floresta, joias verdadeiras.
Na música do carimbó e do siriá,
Sente-se o pulsar de um povo que sabe celebrar.
É o boto que surge, mistério e fascínio,
Lenda que navega entre sonho e destino.
Santarém, terra dos Munduruku,
Dos Tapajós e Borari, raízes do meu Pará.
Nos mercados ecoam cantos e cores,
Açaí, farinha, cacau, mil sabores.
Cidade-mãe, guardiã da Amazônia,
Berço de histórias que o tempo não some.
Do pôr do sol no rio que cintila,
À lua que dança na mata tranquila,
És poesia em cada detalhe,
Santarém, meu lar, minha saudade.
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