Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Não sou eu, é o próprio Cristo que olha para você e estilhaça suas defesas, e nesse momento você entenderá que é totalmente conhecido de Deus e se sentirá completamente amado !
Ainda que o homem em si me despreza, fingindo não me ver, mas feliz sou eu, que CRISTO me escolheu, sendo eu insignificante desprezado, que nada é, para ser alguém no coração de DEUS.
Hoje, Eu sou mal, serei mal até o dia que Deus me resgatar de mim mesmo. Então Deus, livre-me de mim, estou cansado de falhar perante a missão que me deste e o lugar que me colocou, puts cara, porque é dificil assim, seguir a ti, eu queria perder a minha vida inteira e tudo que tenho por amor e ti e aos meus amigos, mas eu não consigo, corro numa esteira esperando chegar em algum lugar.
A verdade é que eu em mim mesmo não tenho provisão de esperança, nem mesmo que eu posso sair desta situação, o meu Eu me assombra dia e noite, me ameçando de aparecer cada vez mais forte. Não Deus, eu não quero ser como a mim, porque em mim não há nada de bom, deixa-me te amar mais uma vez, Deixa-me te honrar mais uma vez, Deixa-me chorar mais uma vez.
Deus, me livre de mim. Por favor...
QUANDO A PORTEIRA SE ABRE!
Há dias em que sou princípio.
Eixo.
Coluna erguida no meio do vendaval.
Defendo a vida como quem acende lamparinas
em territórios onde a noite insiste.
Meu verbo é justiça.
Meu gesto é permanência.
Mas há dias,
em que o existir me enverga.
E algo dentro de mim range.
Não é descrença.
Não é abandono do que acredito.
É o corpo lembrando de todas as lutas
que a alma sustentou em silêncio.
Vem primeiro um abalo,
não na ideia,
mas na carne.
Um peso que não tem nome,
uma vertigem que não pede licença,
uma névoa que atravessa o pensamento
e colore tudo de nefasto.
É quando a porteira se abre.
E os pensamentos que eu sei que não sou
correm pelo pasto da minha mente
como bois assustados.
Eles gritam exageros.
Sussurram desistências.
Inventam um mundo sem saída.
E eu, por instantes,
exagero nos goles da dor.
Bebo como se a tristeza fosse água
e a razão, pequena demais para conter o dilúvio.
O sentimento derruba a lógica
sem piedade,
sem perdão.
Mas ainda assim,
há algo que permanece.
Mesmo quando tudo em mim vacila,
há uma centelha
que observa.
Ela não grita.
Não acusa.
Não foge.
Apenas permanece.
E é ela
que me lembra,
quando o vendaval cessa:
Eu não sou a tempestade.
Não sou os pensamentos que me atravessam.
Não sou o peso que me curva.
Sou a consciência que atravessa a noite
e ainda escolhe amanhecer.
E mesmo que a porteira se abra outra vez,
mesmo que o abalo retorne,
há em mim
um princípio inegociável
que nenhuma dor consegue desalojar:
defender a vida,
inclusive a minha.
Você gosta do que você acha que eu sou,a ideia que você tem de mim é amável porque foi você quem criou. Esse mínimo cogitar liberta!
Devo minhas flores
ao meu constante regadio....
Sou rio que não cessa
mesmo quando a seca
ronda minhas margens...
Carrego no corpo da alma
a memória da terra dura
das rachaduras
que me exigiram
sangue, suor e lágrima...
Mas é no gesto insistente
de me regar por dentro
que brotam raízes firmes
e pétalas indomáveis
em cores que nem a noite
consegue apagar...
✍©️ @MiriamDaCosta
Eu sou dependente
da química
do pensamento...
De consequência,
tenho sérias
reflexões mentais...
✍©️@MiriamDaCosta
Enquanto metade de mim
escreve...
a outra metade
me lê
e me descreve...
Eu não sou escritora,
eu Sou escrevendo...
Eu não sou poetisa,
eu Sou poetizando...
✍©️@MiriamDaCosta
Às vezes penso
e chego até a acreditar
que eu não posso me conter...
sou limitadíssima
para a imensidão
que a minh'alma
recolhe em si...
e talvez
por isso...
me transbordo
em derivados
de partículas de essência...
✍©️@MiriamDaCosta
Sou feita de coragem tímida
e de timidez corajosa.
A minha coragem
não sabe, e tampouco necessita,
gritar, espernear, brigar, atacar...
Ela dispensa o espetáculo,
rejeita o barraco,
não se alimenta de plateias
nem de aplausos ruidosos.
A minha coragem
age em silêncio,
sustenta-se de coerência,
permanece inteira
mesmo quando ninguém vê.
E a minha timidez
não conhece o medo
nem a insegurança.
Ela desconhece o exibicionismo,
não precisa se expor para existir.
A minha timidez é escolha,
é recuo consciente,
é abrigo do essencial,
é a dignidade de quem sabe
que nem toda força
precisa ser anunciada.
Sou essa contradição harmônica,
quem caminha baixo
mas não se curva
e paira alto,
quem fala pouco
mas não se omite
e diz o necessário,
quem escolhe emudecer
quando dialogar
não tem valor,
quem é silêncio por fora
e convicção por dentro.
✍©️@MiriamDaCosta
Sou do tempo que se exibir ou fazer gesto de arma com as mãos era atitude de criminoso.
Hoje parece ser de pessoa do bem.
Escrevo porque não sou
muito propensa a falar
e porque escrever
é a forma que encontrei
de me manter sã
em um mundo doente.
Escrevo porque a fala me fere,
me atravessa,
me expõe demais
num mundo quase surdo.
Escrevo para não adoecer
junto de um mundo enfermo
que normaliza a loucura
e estranha quem ainda sente.
Escrevo porque o silêncio
me entende e traduz
melhor que a voz.
Escrevo para permanecer inteira
enquanto o mundo
adoece de si mesmo.
✍©️@MiriamDaCosta
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