Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura

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Não sou feito de luz. Sou o reflexo da sombra que aprendi a dominar.⁠

Sou o resultado daquilo que enfrentei. Não do que me foi dado.

Pedido Romântico:


Sei que sou bastante tímido
Mas vou enfrentar esse medo em uma arena e te dizer
Tu queres ser minha namorada?
Tu queres ser só minha?
Nós vamos poder viver juntos momentos que só nós vamos saber
Eternamente, vamos viver eles
Que todos os casais passam
Esse é o nosso juramento
E ele diz que devemos ter amabilidade
Se você passar por alguma coisa anfigúrica
Eu estarei ali para lhe ajudar
Não vamos ter pressa, não com um tom sublime
Vamos manter a calma, com um tom sereno
E vamos ir a algum lugar
Vamos tomar um sorvete
E depois que chegarmos-vos
Podemos ir de mansinho
Indo devagarinho
Apenas perto de você
O nosso amor é cercado por girassóis
Que envolve o meu pedido romântico
Como algo cabal, que é perfeito
E que não é estreito
Como um casal
E se porventura, esse vai ser o nosso caminho?
Eu vou seguir esse trilho
Como um menino apaixonado
Meus olhos brilham só de olhar para você
E o vosso aconchego é o meu ninho
Hei de falar a verdade
Que eu admiro sua lealdade
E eu já senti isso antes da derradeira esperança
Que sempre vou amar minha companheira
No romance que o infinito há

⁠Sou feita de cuidado.
Das palavras que não querem apenas dizer, mas tocar.
Dos gestos que não aceitam o mais ou menos — porque aprendi que o que é feito com verdade precisa ser inteiro.

Sou educadora por vocação, escritora por essência.
Não me contento com o raso.
Busco profundidade.
Quero beleza com propósito, imagem com sentimento, texto com alma.

Tenho um olhar apurado para os detalhes e gosto de transformar o simples em algo memorável.
Sim, sou exigente — mas não por vaidade.
É por respeito ao que acredito, ao que entrego, ao que represento.

Sou ponte: entre o sensível e o profissional, entre o lúdico e o necessário, entre o afeto e a ação.
Sou raiz e voo. Palavra e silêncio.
Não passo pela vida apenas — eu deixo marca.

Não crio só conteúdos — eu cultivo sentimentos.
E isso… não se aprende em qualquer lugar.
É dom. É missão.
É ser quem eu sou: com presença, entrega e amor.

⁠Sol na pele, fé no peito e a certeza de que ser quem sou é meu maior acerto.

- Edna de Andrade

⁠Às vezes sou só silêncio tentando respirar entre lembranças. O pôr do sol me entende — ele também se despede bonito, mesmo doendo.

⁠Quero mesmo é poder olhar para mim. Me perceber como realmente sou, e quão magnífica me tornei. Apesar de, depois de. Olhos nos olhos, me reconhecer.

“Poesia nas estações”

— Sou feita de PRIMAVERA, que
desabrocha a luz do luar
— Recorro à solidão para poetizar!
— Sonho poder congelar o tempo para resguardar e perpetuar o momento!
— Me encanto com jardins floridos, um convite ao colibri!
— Visto o melhor sorriso, e saio por aí,
a espalhar ternura, e assim
fechar brechas e fendas, do rancor e da amargura!

— Sou feita de VERÃO, raios de sol, à embelezar!… bronzear!… poetizar!…
— Feito a água do mar beijando areia
— Feito o frescor da brisa, numa
noite de lua cheia, embelezando o céu estrelado,
em um momento de ilusão,
penso até ter visto uma sereia!

— Sou feita de OUTONO, que enxerga a beleza na natureza, das folhas secas pairando no ar, que voam pra lá e pra cá,
acredito que elas são amantes dos poetas, e os seduzem a poetizar!

— Sou feita de INVERNO, a estação dos abraços prolongados!
— Do vento que assovia tinindo, pra todo (lado)
— Da chuva mansinha, da garoa fria que chega plácida.
— Quando o frio se põe entediante, poetizamos, para torná-lo interessante!

Rosely Meirelles

Fácil é você abrir a boca e me julgar pelo que imagina que sou... Desafio a você usar as minhas havaianas e percorrer o trajeto que já percorri nesses 4.2 e quando chegar onde já estou, aí sim poderá falar algo sobre minha vida nos aspectos vivenciado por mim até hoje: Sentimental, profissional, familiar, religioso, financeiro, etc.

As pessoas dizem que eu sou poeta; às vezes eu acredito.
Mas aí olho para a minha escrita e duvido.
Ela é simples e direta, sem a beleza dos grandes poetas, daqueles textos que despertam até inveja.
A minha escrita tem rima, tem honestidade — é a minha verdade, nua e crua.
São versos cheios de sentimento, alguns bons, outros ruins.
É arte de rua: sem frescura.

Acho que sou uma eterna sonhadora.
Mesmo às vezes mergulhada na dor ...
Eu consigo enxergar a vida
com a cor
da fé ,
da paz ,
da esperança ,
do amor...

"Uso o semblante desta minha orquestra sinfônica mal regida para falar de amor. Sou dono deste palco que não para de ranger. Reerguendo-o descauteladamente, me vingo dos meus pertinentes medos que atemorizam-me continuamente, rompendo minha razão. Razoavelmente falo de amor, mas se eu estiver falando de amor, pouca razão tenho. Então razão eu tenho dizendo que não tenho-a e e desta falta de regência, ligo as luzes do palco atraindo o publico falando deste amor mal regido por mim"
- John

Não temo Nada !
Sou Guerreira!
Todas as lutas travadas até aqui ...
Sempre as Venci!
Eu sei que dentro de mim há uma Força
e uma Fé tamanha que me
permite jamais Desistir !
E é isso que me faz sempre Forte !
Eu sempre Ouso
e Voou de encontro a um
novo Luzir !

Sou eu quem rabisco e pinto o
meu céu.
Aqui dentro não reside fel
e muito menos escuridão !
E a cada dia ...
Vou colorindo um lindo arco íris
dentro de mim .
Aqui tem :
O branco da paz
O vermelho do amor
O amarelo da fé
O verde da esperança
O lilás da amizade
O azul de Deus ...
Eu adoro enxergar o lado
colorido da vida !
É o que me salva e me cura
de tantos pesos e feridas !
Eu sou assim ...
Feito criança que jamais
desiste de sorrir e
sua felicidade
florir
E tem dias ...
Que eu pinto e bordo.

Poesio o meu silêncio
Porque sozinho
Sou passarinho .

A sua boca

Quem sou eu
Para escarrar a sua boca,
Se sou, fascinado
Por ela!

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Não sei de nada
e nem faço questão de saber.
Não sou dona da razão
e nem faço questão de ser.
Vivo tentando acertar
com meus próprios erros.
E no fundo
o que mais quero
é VIVER!

EU SOU A CONSCIÊNCIA PRETA RESILIENTE

No dia vinte de novembro, eu reflito a minha própria travessia. A jornada de uma mulher preta, de identidade quilombola, corpo-território que fez da formação uma ferramenta potente de luta.
Penso nos caminhos que trilhei, caminhos marcados por enfrentamentos, muitas vezes solitários, onde resistir era a única forma de seguir viva. Onde cada barreira erguida pela estrutura racista exigiu de mim esforço desigual, preparo, coragem, competência…
Mas nunca houve uma mão estendida, nunca houve um atalho. Eu tive que romper sozinha os bloqueios que queriam impedir minha passagem. E, nessa travessia, sempre a mesma contradição: de um lado, uma estrutura inteira dizendo que eu não deveria avançar; do outro, vozes repetindo que eu era forte demais para cair, forte demais para parar, forte demais para sentir.
A verdade é que, muitas vezes, minha humanidade foi sacrificada para que eu pudesse sobreviver. Ainda assim, nos momentos mais duros , quando a dor era insuportável e quase me desviou de mim foi a ancestralidade que me tomou pelos braços. Foi ela quem me restaurou, quem me recolheu do chão, quem me envolveu em cuidado e me lembrou quem eu sou. Foi ela quem me empurrou de volta para a vida, com afeto, para que eu continuasse não apenas reexistindo, mas existindo com dignidade.
E é assim , em nome dos que vieram antes e vingaram, e, sobretudo, pelos que estão chegando que eu sigo. Porque minha consciência, escrita em resistência. E resistência, em mim, é sempre caminho.

NÃO SOU TÃO FORTE QUANTO PAREÇO
Profª Lourdes Duarte

Não sou tão forte quanto pareço. Tento parecer forte a todo momento,
ser aquela que não desiste e não tem medo de enfrentar desafios , suportar as dores e curar as feridas.
Mas na verdade sou uma mulher indefesa, cheia de cicatrizes, marcas dos vendavais da vida. Carente de carinho compreensão, um ombro amigo... Não sou tão independente quanto digo ser, e nem tão feliz como deveria ser. Tenho sonhos distantes, que talvez jamais se realizem, mas continuo sonhando, até o ultimo pulsar do coração.
Quem me vê não diz o que passa dentro de mim. Quem me conhece na verdade não me conhece. Nem eu mesma me conheço totalmente!
Pareço forte, decidida, pra quem olha de longe, mas pra isso eu preciso de alguém que segure a minha mão ...
Afinal, vivemos tentando ser feliz.

Não sou tão forte quanto demonstro ser, minha força vem de Deus. As experiência são importantes. As coisas ruins me ensinam a viver. As coisas boas me mantém viva!!! Assim ambas são fundamentais. Como diz um autor desconhecido, “Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes”.
Profª Lourdes Duarte