Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura

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⁠Como casal, nada a ver. Nossa relação sempre teve tudo e mais um pouco para não dar certo. Nossas diferenças, em todos os aspectos, eram gritantes, berrantes, alarmantes, problemáticas, dilemáticas, tragicamente antagônicas.

⁠Me sinto tão vazia, parece que não tem nada dentro de mim. Somente um vazio, que me consome pouco a pouco, que quebra minha alma e derruba meu coração. Esse vazio me preenche. Me pergunto quando vou sucumbir de vez e me deixar levar. Me falam que Deus é a solução. Mas se não tenho forças nem de acreditar em mim mesma, como acreditarei que vai passar. Esse vazio que eu sinto vêm me matando a anos. Pouco a pouco me enfraquecendo, me destruindo, me inibindo, me entristecendo.

⁠Às vezes, você reconhece a verdade porque ela te destrói um pouco.

⁠⁠Um pouco mais eu me afundo no vazio
Um pouco pouco depois dessa margem eu sorrio
Um pouco mais eu encontrei ouro maciço
Deixei pra lá tudo que não me levou junto

⁠Você passa muito tempo em mundos imaginários. Por que não sai para o mundo real e corre um pouco?

⁠Talvez eu pareça ser frio e desacreditado, um pouco cético talvez... Isso acontece quando se vive o impensável, quando os ventos fortes da vida te abalam.
Você enxerga diferente, de um novo ângulo, uma nova perspectiva...
E aquela personalidade meio glacial se torna sinônimo de cuidado, experiência, sabedoria, amor próprio e disciplina.
Não é ser incrédulo, é acreditar nas coisas certas...

⁠Eu aprendi que é melhor se sentir um pouco injustiçada do que criar expectativas e se desapontar.

Para um pouco com a bagunça
Deixa eu te olhar
Que o tempo voa e olha só
Você sabe falar
E diz tudo que eu preciso escutar

Depois de acordarmos
sempre ainda meio vivos
um pouco ensonados
é mais ou menos fácil
entrar na vida
depois dessas coisas
Prometemos várias vezes
que não trocaríamos o amor
por jogatinas de pingue-pongue
e quando finalmente percebemos
que o ás do pingue-pongue
é exatamente
a medida certa do amor
ajubilamos na gargalhada
que só pode ser
que afinal, sempre foi
nós dois acreditamos nisso
a herança de Deus para nós

Espera-se que você mostre um pouco de excentricidade para ser interessante.

Para se entender os loucos é necessário que se tenha, pelo menos, um pouco de loucura.

⁠Sinto tanto a sua falta que parei de fumar. E doces agora são apenas um pouco reconfortantes. Você arruinou todos os meus vícios.

⁠De amor e dor cada um carrega um pouco, a diferença existe na mágoa que guardamos ou no perdão que liberamos.

⁠Pobre coração, necessita de ilusão, um pouco de ficção na realidade. Que triste, porque me ocupas em manter-se?

⁠Os obstáculos existem para serem superados, não para desistir da caminhada. Repouse um pouco, e em seguida volte a caminhar, nunca desista muitos se espelham em você.

⁠Pra variar a quarentena um pouco de Martha Medeiros e deixar a mente agitada, pensativa, reflexiva e frenética: "e este coração aí acomodado no peito. Use-o ora bolas..." diz a crônica dela.
Foi eita! por cima de eita! É claro que tô usando. Mas nem tudo são flores.
O uso do coração demasiado faz com que a vida te dê um desafio com necessidade máxima de atenção e cuidado: depois do amor da adolescência, você passa por outros bons amores com validade curta, até que você encontra o "amor estelionatário": enquanto te faz esquecer o mundo ao seu redor e te afasta dele, diz que está com você para toda a vida, mas vai seguindo rumos paralelos, enquanto te amarra e amordaça. Aí você sofre uma viuvez necessária de si e do outro, daquele "um só corpo" que parecia ser... e era, você sozinho!
Mas a vida, generosa, te devolve à pista dos amores de validade curta, porém sinceros, verdadeira chamas que podem durar até menos de vinte e quatro horas mas te arrancarão suspiros por muito tempo!

⁠Um coração jovem precisa de atenção. O coração experiente apenas de um pouco de calor.

A vida é curta,tempos pouco tempo para seguir em frente, quero tanto um amor sincero,pois de falsidade tem muitas pessoas, esse sentimento que eu preciso, ser abraçada, amada como sou.Vida vem viver comigo???

Desde Esopo as fábulas sempre foram
contadas do mesmo jeito...
Que tal mudar um pouco as coisas?
De vez em quando precisamos mudar
alguma coisa naquilo que nos é contado...
Segundo os politicos, tudo na vida tem
mais do que uma versão...
O que é propina para alguns, é presente para
outros, e assim vai a vida...

RECONTANDO VELHAS HISTÓRIAS
Marcial Salaverry

Com tudo se modificando
idiomas e história de alterando...
Novas regras gramaticais,
já não sei mais
como escrever...
Não podemos gerundiar,
e isso é um azar...
Vamos então velhas fábulas modernizar,
só pra ver se as crianças cibernéticas vão gostar...
E vejam o que descobri...
Na verdade foi o Gato de Botas
que comeu a pata do Jacaré,
que era o bichinho de estimação
do Capitão Gancho, que era
namorado de Branca de Neve,
que descobriu o caso de amor da
Cinderela com os Sete Anões,
enquanto a Julieta transava com o Dirceu,
que era amiguinho do Peter Pan,
e Jocasta comia Hamlet, digo omelete...
E, no final, quem matou o Salomão Hayalla,
foi o tal de Roque Santeiro,
que de santo não tinha nada,
pois tinha um cacho com o Ivanhoé,
aquele amante do Robin Hood...
E o Lobo Mau, apaixonou-se pelo Bambi
quando descobriu os Tres Porquinhos
paquerando João e Maria,
que estava procurando a Fada Sininho,
com a carruagem que virou abóbora...
E o Príncipe quando foi comer uma rã doré,
no que colocou na boca, ela se transformou
na Bela Adormecida, bem assadinha...
E tudo começou com uma história....
e, saiu pela outra,
e quem quiser, que conte outra...
Assim terminam os contos d"antanho,
com mentiras de qualquer tamanho,
como certas explicações que ouvimos,
que serem "fake" deduzimos...

Marcial Salaverry

Saudade eu desejo, em segredo, em segredo
Então peço que fique um pouco mais
Te chamo pra valsa e você nega
Mas se é pra ciranda pede e me espera
Que eu já vou