Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura

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Dizem que ofendo as pessoas. É um erro. Trato as pessoas como adultas. Critico-as. É tão incumum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica. Às vezes é estúpida. O leitor que julgue. Acho que quem ofende os outros é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. Meu tom às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável. Mas é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação do amante rejeitado.

Os males mais terríveis são aqueles que cada um faz a si próprio.

Há dois labirintos do espírito humano: um respeita à composição do contínuo, o outro à natureza da liberdade; e ambos têm origem no mesmo infinito.

Um crime bem sucedido e favorecido pela sorte / é chamado de virtude.

Não há nada que envelheça mais depressa do que um benefício.

A inveja é um vício mesquinho e sórdido: o vício do condenado que reclama porque o seu companheiro de prisão recebeu uma ração de sopa maior.

Ousadia. Uma das qualidades mais notáveis de um homem em segurança.

Nunca um marido será vingado tão bem como pelo amante da sua mulher.

Vamos esquecer que existe um tempo e não vamos contar os dias da vida!

O dinheiro é um dos fins para se viver feliz: os homens transformaram-no no único fim.

Um benefício dá resposta a um benefício.

Orar. Pedir que as leis do universo sejam anuladas em favor de um único postulante, que se confessa indigno.

Saboreiem do amor tudo o que um homem sóbrio saboreia do vinho, mas não se embebedem.

Ainda bem que chegamos a um paradoxo. Agora, há esperança de conseguirmos algum progresso.

O homem que se domina a si mesmo, liberta-se de um poder que o acorrenta, e que escraviza quase todas as pessoas.

A felicidade não é um luxo: está em nós como nós próprios.

O homem na sua constituição é um animal religioso.

Um atleta não pode chegar à competição muito motivado se nunca foi posto à prova.

O trabalho é um doce passatempo.

Todo o fantasma, toda a criatura de arte, para existir, deve ter o seu drama, ou seja, um drama do qual seja personagem e pelo qual é personagem. O drama é a razão de ser do personagem; é a sua função vital: necessária para a sua existência.