Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
A LENDA DE UM SOLDADO DAS LETRAS
Essa é a lenda de um soldado que por pena foi escrito com uma caneta de tinta de lágrimas que andou em matas estranhas da vida.
Feridas saradas com polvóras de lágrimas amargas não teve ninguém para amar, a maldade pairava no ar e ai! daquele sorriso que com tiros caiem-se os dentes de arrepio,
Não me lembro de um retiro sem suspiro era tipo lágrimas do sol so que na coragem segurava os problemas,
Meus dias eram contados e de facto alterado pelo sistema deste mundo.
Mas qual é o surdo que não ouviu dizer que na vida é preciso calma para não cair na lama,
Talvez me falta palavras para combater as minhas vontades .
As letras guerreiam nas matas mais distantes e por parte quem se desfaz é o meu coração que parte como um glass qualquer e para ver é que tudo demora já não se ora,
È impaciência queremos o agora e o que demora se ignora, a traição dormem no mesmo colchão que a solidão,
Por isso o suicídio tornou-se um irmão.
E o tal judas que pede perdão?
Essa é a lenda que nem é um convite deixa de palpites e desejo-vos boa apetite para uma boa compreensão pois ficou triste nos nossos corações.
Jeito
Esse jeito triste e só, que às vezes
nos visita, deixa um gosto amargo
que se espalha pelo ambiente e o corpo,
como se algo sobre tudo fosse derramado.
Traz a tristeza, e em meio a ela encontramos
as recordações mais fortes em nós gravadas.
Ver como eras, sentir tuas mãos,teus beijos.
Aí tudo por dentro de nós desliga, a tristeza
e o amargor em nós deixado parte como quem some,
e em seu lugar fica a tua presença teu sorriso,
teu amor.
Roldão Aires
Membro da Academia Cabista de Letras Artes e Ciência
Membro da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Lápis
Rola o lápis por minha mão deixado.
Fica ele em minha mesa de trabalho, sobre
um papel por mim usado.
Olho o papel, nele há alguns traços
que fiz, traços soltos de um rosto.
Interessante a insistência desse rosto
em minhas lembranças, esse rosto desce
por meu braço até a mão, e esta já pega
algo para dele traçar, riscos soltos.
Parado fico, olho à minha volta e nada
vejo.
Mas há alguma coisa, sinto o perfume,
sinto o calor de uma mão que fica sobre
a minha.
E em um gesto quase que automático, pego
o lápis posto sobre o papel, na escrivaninha.
Roldão Aires
Membro da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
"O mundo se transforma em belas palavras quando os olhos de um poeta captam poesias em tudo que pode ver ou sentir com a alma "
COVARDE
É peculiar do covarde não gostar de
Você e mascarar -se por trás de um
Um sorriso de punhal.
Amar é muito mais do que dizer um "eu te amo".
Amar é querer ficar, não importando onde, quando ou como.
Amar é mais do que uma ideologia, ou entra de vez no amor, ou vai embora.
Amar é trabalhar hoje em função do amanhã.
Amar é não fingir, é não mentir, é não iludir.
Amar é não esquecer.
Amar é se entregar e receber.
Amar é lutar, é não desistir, é não procurar o fácil.
Amar é não dizer adeus.
Amar é se sentir completo e com o amor do outro, transbordado de amor.
Amar é não querer nada mais do que o ser amado.
Esses lábios
Boca firme ,
lábios carnudos cativantes,
parecem um coração falante,
que ficam fixos em mim.
Tenho desejo de os beijar.
Lábios fogosos, os sinto
em meu rosto, sobre minha boca,
corpo, como que prontos a me
amar estivessem .
Ao vê-los, perto ficam e se tornam
reais ao meu sentir
Roldão Aires
Membro da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Sem Amor
Vida sem um amor, não é vida.
Torna-se um sofrer.
A vida com um amor
é melhor.
Às vezes sofre-se um pouco,
mas o próprio amor cuida,
e então sente-se o bom
e o lindo dessa vida,
com uma visão maior.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Como um anjo
Como um anjo dormes,nem sinto
o teu respirar.
Olho-te, nenhum barulho faço.
Olhos cerrados, lábios unidos,serenidade
celestial em teu rosto.
Não sei se te beijo, acho que seria audácia
demais de minha parte a um anjo acordar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Sabe quando irão te dá o verdadeiro valor ou credibilidade ?
Quando seu nome estiver exposto em um outdoor ou nas redes sociais você ser o popular, pois, é fato do ser humano "puxar saco" dos que estão por "cima" ou se aproximar de pessoas por interesse pessoal, mas eu vos digo que , não precisa você passar por esse papel, pois, o CRIADOR de tudo te chama, zela por você, porém, pela nossa pequena sabedoria humana não damos a verdadeira atenção que o SENHOR merece, mas mesmo assim ELE cuida, ajuda, chama e concede um recomeço para que você possa escrever uma nova história com ELE.
"Não se preocupe com a morte, ela chegará naturalmente de uma forma ou de outra, ocupe-se de uma forma mais feliz e plena com o que está indo embora a cada segundo, a sua vida."
" Estou com uma vontade louca de ser alguém em sua vida, de um dia poder te abraçar, te beijar, olhar em teus lindos olhos e te chamar para sempre de meu amor, minha querida"
PRA VOCÊ
Estes versos são pra você
Vazios de sua presença
Cheios de sua ausência
Com um toque de sofrer
Mais um poema a ti dedicado
Nele chamo tua atenção
Com meu jeito delicado
Quero tocar teu coração.
Quem estuda deixa de ser mero receptor dos acontecimentos da realidade, para ser um criador de experiências na realidade.
A FADA MEDROSA
Perto de um bosque havia uma casa de sape
Onde vivia uma fada princesa
Que no lugar do nariz tinha uma cereja.
Certa noite a pequena fada
Foi ao poço buscar água
E logo avistou um gato
Que mugia feito gado
Foi tamanha estranheza
Que a pequena fada princesa
Pegou seu pote sem água
E correu para dentro da casa
Logo ao entrar apavorada
A princesa coitada
Tremendo feito uma vara
Gritou sua amiga arara
Que pela fresta da janela
O gato foram espiar
Logo gritaram pela mãe dela
Que em seguida apareceu na janela
A arara deu um pulo
Com o susto que levou
Disse: Olhem lá no muro!
Mostrando o gato que avistou
A mãe logo o reconheceu
Ah! Aquele é o gato Bartolomeu
Filho do saudoso Zaquel
E de Dona Chiquinha
A nossa vizinha
Olhe o que medo faz
Mais calma reconheceram o pobre rapaz!
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