Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Amar é sofrer, amar é ver através dos olhos da pessoas amada...
Amar é viajar por um mundo em que nada é real...
O amor é um mundo confuso.Mas que você precisa soluciona-lo.
Amar é não ter limites.Amar é ver o mundo de forma inferior, amar é deixar de viver sua vida para viver esse sentimento tão poderoso e indiscutível.
Amar é apenas sentir e não encontrar palavras para explicar tudo aquilo que as palavras não poderiam desvendar...Porém mesmo assim saiba amar!!!
Pois você tem o mundo nas palmas das mãos.
Doces momentos.
Os momentos é que fazem a vida mais bela.
Já observou que tudo é por um momento? A alegria,a tristeza,a saudade,as ilusões.Enfim, por breves momentos voce sente que é amada,desejada,querida:breves momentos.
Observe os poemas,poesias,histórias- tudo foi por momentos.
Em breves momentos revejo minha vida,refaço teorias,reafirmo amores,ilusões:Tudo por breves momentos.
È comparado ao tempo hora maior sol, daí a pouco surge uma tempestade e deixa no ar uma breve saudade,cheiro de terra molhada,um arco iris no ar:Tudo em breves momentos.
Há momentos que sentimos uma saudade doída ,de tudo o que foi,e tudo que é.
Em breves momentos vejo um filme ,do que vivi,vivenciei,de tudo que amei ou deixei de amar...
Ouça o som das penas pousando no linóleo
Fechando um par de olhos no quarto escuro
Deixando as gotas salgadas marcarem tua pele feito óleo
Fazendo de tua respiração um lugar seguro.
Pequenas mãos permitem lhes pousar um rosto
Magoado.
Marcado.
Esquecido.
Salvo do colapso pois as paredes têm ouvido.
A ponta de seus dedos desenham na terra fria.
Enquanto lhe lateja o doce vácuo da terapia.
Três e meia da madrugada.
O tempo se torna melodioso e eterno.
Me mantenho calada.
Enquanto arrastam sua auréola para o inferno.
A brisa gélida penica as digitais em seu corpo.
Acelerando o pulsar de seu coração morto.
O timbre da voz ecoa a melodia tão pequena.
Só pra salvar minhas asas em quarentena.
Duas almas incorporadas em um corpo sem amar.
Dois pulmões escurecidos sem precisar de ar.
Quatro olhos avermelhados, opacos, sem olhar.
Dois pares de asas com medo de voar.
59 segundos de gravidade parada,
1 batida cardíaca estagnada,
Não sei que horas da madrugada.
Buscando um refúgio na direção contrária
Se deixando dissolver na ventania da cidade portuária.
Um dia então encontrar-me-ei basta saber se sozinho ou com a solução dos meus problemas de hoje, sei que chegará este dia resta agora somente esperar
Eu sinto como se eu tivesse um rombo gigantesco e em carne-viva na região do meu coração. Ás vezes eu esfrego, cubro, ponho um casaco pra ver se me esquento e me acalmo, mas o frio vem de dentro, começa pela parte mais baixa do meu estômago e invade minhas paredes abdominais.
Sinto saudades também daquele creme pós-barba, que deixava teu rosto parcialmente melecado, com um aroma doce-enjoativo e com gosto amargo.
Faça um contato, joga uma luz, um sinal de vida, um rojão pra que eu veja que você não é sonho e que ainda existe – por Deus, ás vezes chego a pensar que você deve ter sido sonho, ou que alucino ou que estou maluca.
Um dia penso em escrever um livro. Já tenho um título. Algum dos lançamentos será feito na tua cidade, e farei questão de ver teus olhos brilhantes da livraria, enquanto eu estiver sentada, assinando alguns exemplares. Vejo já teu rosto corado quando me perguntarem: ‘Pra quem escreve?’. Sorrirei pra ti e manteremos pra sempre esse segredo. Será nosso.
Mas sabe amado, hoje é sábado e vou caçar o que fazer, vou arrumar um jeito de te esquecer, de não pensar em passado nem em nós.
Queria ser feliz apenas com um sorriso, mas há tantas coisas escondida por trás dele, que eu prefiro uma gargalhada.
"Na vida precisamos de apenas três coisas: uma cama para dormir, um traveseiro para chorar e Vodka pra beber!"
Não importa a quantidade nem a qualidade da companhia. Estou sempre presa, enjaulada em um mundo meu. Minha cabeça é o meu inferninho particular. Fico sempre presa em lembranças e saudades infinitas. Saudades de mim, do passado, da infância, da felicidade.
Ando desmemoriada. Vejo-te agora como quem vê um fantasma. Sua figura é clarinha, quase transparente. Quase posse te sentir. Faço força – luto – reluto e não sinto nada. Tua imagem está apagadinha, pontilhada, desintonizada
Me deseja coisas boas. Te vejo em um minuto nos meus sonhos. Sinto saudades. Ainda aguardo a calmaria de junho, pelo menos maio se foi.
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