Descoberta do Amor
Que sejam dias de muitas alegrias, sorrisos e carinhos.
Que todo amor nos contagie.
Que toda paz nos habite.
E que a nossa fé seja maior que todas as provações!
Bloco do eu sozinho(a)
É com o amor e a alegria, de quem tem o coração como guia, que este bloco se anuncia.
O amor genuíno é uma expressão de produtividade e implica cuidado, respeito, responsabilidade- e conhecimento. Não é um "afeto", no sentido de ser afetado por alguém, mas um esfôrço ativo pelo crescimento e felicidade da pessoa amada, enraizado na própria capacidade de amar que alguém tem.
De que me serve querer-te
e morrer por seu amor
se não estou nos teus sonhos
muito menos no seu coração.
Você é tão indiferente
e não te importa o que eu sinto
se eu nunca poderei te ter
Acho que é melhor esquecer.
Um momento de felicidade por
muitos dias de solidão...
De que me serve um momento
Se eu te quero eternamente
Quanto mais necessito de ti
Algo te tira de mim
De que me serve querer-te
Se você me deixa só como sempre
Gostaria de ser mais corajosa
arrancar-te do meu coração
me acostumar a não te ver
encerrar-me em meu mundo interior.
De que me serve querer_te
e morrer por seu amor
Se há tantas coisas para você
muito mais importante do que eu...
Acreditar na sinceridade, na verdade e na total e plena fidelidade de um amor é ser completamente cego!
A beleza do corpo
provoca paixão que esvanece,
a do espírito, admiração,
a da alma, amor que permanece.
O primeiro passo para uma relação dar certo é o amor-próprio. Você o ama, mas ele não é a peça mais importante para a sua felicidade.
Creio no amor...
(Nilo Ribeiro)
Vi que o amor é lindo,
ele não tem interesse,
o coração está sorrindo,
queria que você cresse
o pretérito é imperfeito,
a frase é sem sujeito,
mas o amor está no peito,
por isso estou satisfeito
a palavra não dá conta,
ela não consegue expressar,
o sentimento que em mim se encontra,
não há como dimensionar
não é exorbitante,
nem mesmo exagero,
meu amor é gigante,
maior que o mundo inteiro
eu te amo,
já está declarado,
meu amor eu te chamo,
para o meu mundo encantado...
"Quando alguém decide curar-se, ele se transforma em uma obra de amor e compaixão, já que não se torna saudável somente a si próprio, mas também a toda a sua linhagem." Bert Hellinger
Sem querer
Te perdi tentando te encontrar
Por te amar demais sofri, amor
Me senti traído e traidor
Fui cruel
Sem saber que entre o bem e mal
Deus criou um laço forte, um nó
E quem viverá um lado só?
A paixão veio assim afluente sem fim
Rio que deságua
Aprendi com a dor nada mais é o amor
Que o encontro das águas
Esse amor
Hoje vai pra nunca mais voltar
Como faz o velho pescador
Quando sabe que é a vez do mar
Qual de nós
Foi buscar o que já viu partir,
Quis gritar, mas segurou a voz,
Quis chorar, mas conseguiu sorrir?
Quem eu sou pra querer
Entender o amor?
Com você e todo esse amor, eu consigo apenas me largar pelos cantos
assustada. Isso é vida? Eu não quero andar duas quadras no sol com você.
Porque te amar assim, me dá medo de enfartar ou da minha pressão cair. Não
sei. Eu quero deitar e esperar passar tudo. Eu quero te olhar deitada
enquanto seguro um copo com água de coco geladinha. Porque você não
sabe, mas tenho corrido maratonas e vencido monstros gigantescos para
conseguir sentir tudo isso sem arrancar minha cabeça fora. E quando você,
ao invés de me esperar no pódio de chegada com pomadas e isotônicos, me
olha desconfiado ou entediado de tudo, eu quase desejo que dessa vez eu
morra no meio da corrida. Porque é ridículo achar que você faz tudo valer a
pena, mas, no fundo, acabo achando que você faz tudo valer a pena. Isso é
vida?
Eu não entendo a sua volta, eu não entendo a sua indecisão
Num dia sou o seu grande amor no outro dia não
Tantas palavras sem nenhuma atitude, tanto amor sem nenhuma prova. Desculpe, querido, nós nos enganamos muito feio!
Não sou interessante para todos, e nem almejo ser. Me contento com o desprezo de muitos e o amor de alguns.
O amor Trivial
O que sufoca é o silêncio de tudo que não foi dito, são aquelas conversas sem nenhum preâmbulo, explicação, ou definição, onde nosso coração grita, mas nossa mente teima no faz de conta de não querer escutar... e tudo que prevalece é a ausência de um fim, e permanência daquele espaço oculto indistinto, onde as palavras não atingem seu real objetivo.
Definir o indefinivél certamente não é algo fácil, mas permanecer com estas amarras invisíveis, lascivamente dolorosas, é como percorrer tentando buscar o equilíbrio estando nas margens entre caos e o paraíso.
Estarei a beira de minha demência? Pois mesmo sendo algoz, me perco no alento e não me permito sucumbir aos anseios! E lhe digo sim, mesmo assim eu gostaria de mais doses elevadas diárias de ti, e um pouco de tudo, e de todo aquele pouco que me pertencia. Quero de volta aquele seu olhar desconcertante e do desperdício deste vício que rege e consome meus instintos.
Não é digno dizer eu te amo, sem realmente amar, e percebo que muitas vezes faltou-me a tal dignidade, não pelo não amar, mas pelo amor na visão de um olhar qual apenas eu poderia enxergar, nesta altura da vida me observo quão egoísta fui e somos.
Mas acredito que ainda prefiro o egoismo ào descuido de um amor, aquele tipo de gente que se empolga, e empolga, lança sobre ti todos os efeitos e defeitos dos artefugios da boa e velha arte da conquista, mas quando atinge seu ápice o alge visceral de um platônico terreno, alça âncoras e segue mar afora em busca de outros "amores", "novas paixões"transformando sentimentos num mero parque de diversão, onde apenas uma única pessoa se diverte, e verbalizando a coisa, isso se resume ao velho e infimo amor trivial.
Rê Pinheiro
