Descoberta de Si Mesmo
Pede só o necessário, confia em Deus, faz dando o melhor de si e continua desenvolvendo coisas boas! De repente você vai se vê colhendo maravilhas na vida! (Nelson Locatelli, escritor)
A calma é, em si mesma, um sentido que nos concede a chance de tomar as mais coerentes decisões. Ela também nos purifica, nos afasta no momento certo, organiza nossos pensanentos e molda nossas escolhas. A candura, com a qual olhamos as diferentes realidades, nos mostra as possibilidades de erros, e impede que os impulsos se apossem das racionalidades, para evitar erros tolos e desnecessários. Vida feliz deve buscar tranquilidade, posto que apenas ambientes livres de desarmonias proporcionam bem estar e felicidades. No interior das adversidades existem calmarias que precisam ser descobertas, refletidas e vividas para que possamos buscar repouso e paz para nossas mentes e espírito. E nesses instantes caridoosos corações se revelam, boas índoles nos amparam, sinceridades nos abraçam e assim os árduos caminhos se abrandam, pois dolorosas necessidades mostram surpreendentes virtudes. Portanto devemos dedicar paciência ao que verdadeiramente importa, o restante não se pode perder tempo. Paciência para ouvir das pessoas suas angústias e aflições, para respirar e ir em frente, para, às vezes, ouvir e silenciar... Paciência para ter tempo e procurar simples e boas razões em busca da felicidade, pois pessoas felizes não têm tempo para perturbar a vida de ninguém.
John Pablo de La Mancha.
Na vida, nos encontramos em momentos tão complexos que qualquer apreço por si só se torna irrelevante e vazio, porém é sábio aguardar por tempos melhores. Vivemos em um ciclo de conquistas e derrotas, e a maneira de como levantamos nosso estandarte, seja ele de vencedor ou não, definirá o rumo da próxima batalha, e essa, sempre chegará.
Avante!
O poder se apresentou para ele, insultando-o, pedante, dizendo a si próprio e em meios a tantos devaneios a falta de caráter, honra,malgrado
_Mentecapto_
O ensinou a usá-lo sem abusar, obstruir a si próprio e todos aqueles que o rodeavam.
Insolência, não ?
Depravado, inóspito, mórbido
As mãos tremulavam
Ensinamentos antigos, importantes
Dogmas inquebráveis que um dia já se foram quebrados
Cacos de vidro sobre a mesa, sangue se misturando com vinho, mãos sujas, com a própria morte, pérfido !
-Um brinde a nós
Disse a morte..
Auferir o que lhe é devido por injustiça contra si é valoroso, mas não se redimir pelas injustiças contra outrem e continuar ponderando que a sua "razão" deve prevalecer sobre o sofrimento alheio de quem lhe foi vítima faz perder o maior de todos os valores: o seu caráter.
O ensino hoje em dia está preso à ideologia. A pessoa não é livre pra pensar por si, é condicionada a pensar e agir como manda a ideologia. As universidades se transformaram numa espécie de fábrica de deturpadores. Por isso valorizo quem busca por si o autoconhecimento e o conhecimento, os autodidatas.
"O homem que não admite a verdade clara diante de si, apenas pelo fato dessa verdade contrariar suas convicções e opções, subliminarmente está admitindo que foi cooptado." (Victor de Oliveira Antunes Nt)
Julgar mal as coisas ou pessoas sem o prévio conhecimento, que ao invés de procurar por sí próprio a conhecer o que tu julgas, fazem questão de ouvir de outras pessoas ou ler alguma informação não verídica e descabida que te faz acreditar só no que ver ou ouve, julgando ser mal ou ruim, sem conhecimento e nem se quer tentar entender, procure conhecer qualquer coisa antes de julgar, errar faz parte e devemos aprender com nossos erros.
Não julgueis, para não sejais julgados. (Mateus 7:1)
Aquele que de entre vós estais sem pecado seja o primeiro que atire pedra. (João 8:7)
Não diga NÃO quando o que realmente si quer dizer é SIM...
O fato de você gostar de alguém em silêncio não vai fazê-lo si apaixonar por você!
(K.G.X.S.)
"Quando aceitamos amores não correspondidos, somos reféns de nós mesmos que nos colocamos em situação de julgo desigual aceitando menos do que merecemos"
Durante toda a minha vida, pensei que a história terminava quando o herói e a heroína ficavam juntos, em segurança - afinal, o que é bom o suficiente para Jane Austen deveria ser bom o suficiente para qualquer um. Mas é mentira. A história está só começando, e todo dia será uma nova peça do enredo.
Talvez haja algum instinto secreto nos livros que os leve a seus leitores perfeitos. Se isso fosse verdade, seria encantador.
Não me move, meu Deus, para querer-te
O céu que me hás um dia prometido:
E nem me move o inferno tão temido
Para deixar por isso de ofender-te.
Tu me moves, Senhor, move-me o ver-te
Cravado nessa cruz e escarnecido.
Move-me no teu corpo tão ferido
Ver o suor de agonia que ele verte.
Moves-me ao teu amor de tal maneira,
Que a não haver o céu, ainda te amara
E a não haver o inferno te temera.
Nada me tens que dar porque te queira;
Que se o que ouso esperar não esperara,
O mesmo que te quero te quisera.
