Desabafo de um bom Marido
A mensagem de Roberto Carlos é um desabafo diante de seus críticos, que não respeitam o trabalho de mais de 60 anos desenvolvido através da música.
Essa canção que ele canta é, de fato, um retrato das lutas, tristezas, lembranças, vitórias e emoções que ele e nós vivemos. É o retorno ao passado por meio de pensamentos e memórias que carregamos a vida inteira. São experiências de vida que começaram com os conselhos dos nossos pais, nos preparando para as adversidades da vida, para que, mesmo diante de críticas, nunca deixássemos de lembrar-nos das nossas origens. A nossa casa simples, a família honrada e o trabalho que dignifica e valoriza todos os nossos atos como seres humanos, independentemente da idade que tenhamos.
Desabafo de um jovem!!!!
Percebi ,pelos ensinamentos do mestre mundo que quando distante de meus pais por um infortunio , desde os 1 9 anos de idade o suficiente para compreender que a liberdade de seu amor para comigo, , não era sufocante e limitadora como eu imaginava e sim fruto de um amor incomensurável !
Foi preciso eu ir para a turma do mestre mundo, passar por provas dificílimas , que quando reprovado , era jogado, sem dó nem piedade ,as mais árduas penas , cumpridas lá nos confins do arrependimento e lastimar, lastimar e muitas vezes chorar, sem o afago ,que saudades, de minha mãe
Há ,como fui impiedoso com eles !!!!Esse carrasco que é o mestre mundo, me fez reconhecer ,com sofrimento implacável,a segurança e o amor que eu era cercado, do porto seguro de onde parti.
Só assim pude entender, não apenas
que eles tinham razão, mas que os perigos surgem em cada esquina e quando falavam eu não percebia .
Vocês amigos que estão comigo aqui nesse momento ,ouçam com atenção que o aprendizado com os nossos pais nascem do coração e sempre , sempre quando não aprendemos direito ele termina sempre com o perdão de um novo amanhecer em um porto seguro com uma nova chance cheia de amor . Aprendam logo ,pois podem não ter outra chance como eu não tive!!!!!!
Seus desejos onde vão parar que não deixam vestígios em um curto desabafo e nunca deixa de esconder as dores de um pobre coração;
E fazendo tempestade em copo d’água se segue ainda mais só procurando palavras de acalento que a alma precisa;
E para que o mundo não aperte tenha coragem de ascender às idéias do coração para então conseguir sorrir por algum motivo;
Muita dàs vezes o que falta é um simples desabafo sincero e um alguém que saiba escutar para que a vida comece a dar certo;
Caro amigo, eis um desabafo:
Tu persistes em compartilhar os fardos de tua alma com os outros, e te recusas a repousar. Permita-me, pois, compartilhar contigo o fardo que pesa em meu coração.
É a constante luta entre a retidão e o equívoco, onde mesmo ao elucidar e exemplificar, sou relegado à posição do errante.
É o êxtase de um dia de júbilo, de música e convívio com amigos, apenas para me ver censurado quando a bebida embacia o som, um deleite transformado em desdém.
É a persistência em gravar o álbum da nossa banda desde 2009, mesmo quando alguns desistem de ensaiar, argumentando que a diversão é prioritária.
É a busca por dominar a arte da mixagem, ao solicitar as faixas de áudio gravadas, apenas para ser desencorajado por aqueles que uma vez me chamaram de amigo.
É ser rotulado de tolo, ingênuo, ridículo, enquanto paradoxalmente sou reconhecido como uma referência de inteligência, alegria e calma. A mesma pessoa que, invariavelmente, era convidada para qualquer empreendimento, enquanto estivesse bem.
É socorrer a madrinha de minha mãe em seu leito de morte, e ser proibido de tocar meu violão em sua homenagem, mesmo quando em seu último suspiro, a música seria uma bênção.
É estender a mão para todos que clamam por ajuda, e, quando eu mesmo necessito, receber apenas desculpas e esquivas, reservando a verdadeira ajuda apenas aos laços sanguíneos.
É ser rotulado como um ocioso, um parasita sem recursos, e até mesmo enfrentar tentativas de expulsão de meu próprio lar.
É acolher os necessitados em minha casa apenas para ver minhas panelas queimadas, minha pia suja, e meus próprios alimentos racionados em favor das crianças.
É lutar contra a escuridão da depressão, apenas para ser tachado de frágil.
É renunciar aos prazeres do açúcar em nome da saúde, apenas para ser apelidado de monstro.
É tentar surpreender aqueles ao meu redor, apenas para perceber que a bondade é vista como uma obrigação, não como um gesto genuíno.
É comprar com sacrifício o bolo tão desejado por semanas, apenas para vê-lo recusado.
Apesar de tudo, meu amigo, no recesso do meu ser, não há arrependimentos.
Escrever é um tratamento! Trata medos de dizer em voz alta um desabafo, trata angústias de não ser compreendido, trata insônias improdutivas, trata o coração tímido que se declara em poemas, trata o pai que quer aconselhar sem espaço para falar, trata a mãe que quer elogiar ou o filho que quer agradecer, trata os amigos que não sabem falar com a mesma delicadeza que conseguem escrever, trata almas e corações que na "ausência" da voz se apaixonam por lápis, caneta, papel ou teclado....trata o silêncio que queima e os gritos que ninguém ouve..escrever trata de gente que quer ser ouvida sem ter falado, porque não tinha voz, porque não tinha espaço e não tinha coragem...escrever é entrar pelas janelas da alma e sair pelas portas do coração...é soltar os anjos, os demônios e os egos, é libertar memórias e aprisionar esperanças...quem escreve trata de si, e sem querer se torna também tratamento para quem lê...O tratamento eficaz pode ser escrito e até rasgado, apagado ou amassado. Os escritos que tratam por vezes não são lidos por terceiros, mas são remédio único para quem os escreve..
Contemplo a arte resultante da dor, do desabafo de um coração intenso, do sofrimento transformado em beleza, um gesto de amor, o frescor de um renascimento, reflexo sincero de um pintor profundamente emocionado que estava muito à frente do seu tempo.
Trata-se de um momento único e de muito significado quando um desabafo sincero e profundo é expressado em forma de música, que denota um íntimo fortemente emocionado e seus sentimentos num laço harmônico com as notas que resulta num som bastante agradável, uma demonstração sonora de força.
O desabafo de um sofrimento transofrmado em uma letra de uma decepção profusamente amarga, musicalidade de um coração partido, de uma tristeza que dói na alma, depois de uma verdade inaceitável, o dissabor típico de uma despedida forçada, onde o perdão não foi concedido ou não foi o bastante para um recomeço, então, esta dor imponente agora está na forma de canção, que em certos momentos como este, permite que aquela situação decepcionante seja adoçada através de uma linda voz, afinada com os sentimentos, espécie de ressignificação sonora, a emoção no tom vermelho.
Rompi tratados, traí os ritos
Quebrei a lança, lancei no espaço
Um grito, um desabafo
E o que me importa é não estar vencido.
Os fortes também choram, pois chorar não simboliza fraqueza; é somente o desabafo de um corpo e alma lutadora.
Os fortes também pausam, pois pausar não simboliza renúncia; é o período de descanso para recompor as forças.
Os fortes também cansam, pois cansar não simboliza desistir; é apenas o momento necessário para voltar ainda mais forte.
Os fortes também perdem, pois perder não simboliza o fim; é caindo que adquirimos armaduras para alcançar uma vitória maior ainda!
Dedicatória:
Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas.
Eu tô aprendendo a viver sozinho e a ser livre, digamos que seja por um tempo, mas que seja um aprendizado.
Eu sempre choro e cai
Água, é um a gente bebe
A banha, lava roupa, a louça,
Lava casa chuvas preciosas
Chorinho de uma criança.
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