Desabafo de um bom Marido
“E se minha hora não chegar?”
por Sariel Oliveira
Dizem que ser sozinho é bom,
Mas será que é mesmo?
Às vezes é paz.
Às vezes é só silêncio demais.
Eu gosto da minha solidão,
Mas tem dias em que eu queria mais…
Um amor pra dividir a vida,
Um filho ou uma filha pra chamar de meu.
Tô no auge dos meus 34 anos
E às vezes me pergunto:
Por que a vida não me deu ainda
Aquelas promessas de infância?
Eu queria ser um bom pai,
Como o meu foi.
Ter uma esposa linda —
Linda no jeito, no cuidado, no amor.
E hoje eu olho em volta e penso:
Será que eu sou o problema?
Será que sou estranho demais
Pro amor querer me habitar?
Mas tem tantos homens trans com família,
Com rotina, com afeto, com lar…
Talvez não seja minha hora.
Mas e se a hora passar?
E se a vida correr demais
E eu não viver nada do que sonhei?
Não é carência.
É medo.
Medo de morrer
Sem ter vivido de verdade.
Medo de não sentir o cheiro de um filho dormindo.
De não ouvir alguém dizendo: “Tô com saudade.”
De não dividir o domingo com uma mesa simples
E um amor sincero.
Tem dias que isso me sufoca.
Fica aqui, no peito, escondido.
Como um nó.
Não sei explicar.
Só sei que isso me habita.
E eu só queria, um dia,
Viver tudo aquilo que ainda não vivi.
Todo estudante tem sua vontade, sua liberdade, seu pensamento individual para futuro bom da juventude estudantil, que não fiquem nas sombras da doutrinação ideológica.
Deus, Tu és bom, e Teu amor inabalável dura para sempre! Mesmo nas épocas mais difíceis, eu sempre tenho uma razão para Te adorar.
Obrigado por me dar vitória e vida abundante em Jesus Cristo! Embora eu não mereça, Tu derramas amor incondicional e perdão sobre mim.
E não importa o que o futuro possa reservar, gritarei de alegria porque Tu estás comigo. Tu me confortas e me abençoas na presença dos meus inimigos. Nada se compara a Ti e nenhuma arma pode prevalecer contra Ti. Em todas as coisas, sou mais do que vencedor através do Senhor!
Seja glorificado através de mim, Deus. Que as palavras da minha boca e o meditar do meu coração engrandeçam o Teu nome.
Quero que minha vida traga louvor a Ti.
Em nome de Jesus, Amém.
Nem escrever só coisas doces, também nem escrever só coisas cruéis. Nem muito bom, nem muito ruim, nem santo, nem anjo, nem campeão, nem perdedor. Há dias que tudo é maravilhoso, há dias que tudo é horrível, não sou nem tão alegre, nem tão triste, também não sou muito de puxar saco, gosto mais de ser espontâneo. Não gosto de escrever coisas mornas, nem coisas óbvias, nem pra agradar, nem pra entristecer, prefiro escrever como sinto, escrever é como ser pego por uma inesperada emoção súbita de inspiração, tanto pela realidade ou pela imaginação. Sai ou não sai, incontrolável como os trovões do céu, imprevisíveis como os terremotos da terra. Emoções são repentinas, pulsantes e intensas. Escrever é repentino, pulsante e intenso.
Esperar não é bom, o bom mesmo é fazer, esperar é crer que o tempo é suficiente e aqui não temos todos o tempo pra esperar, a vida não espera ela acontece por que faz.
Seja bom, mesmo em volta ruim. Seja paciente mesmo num campo de guerra. Seja criativo num exercito de cópias. Seja a exceção e faça a diferença.
Meu coração é bom, mas meu gênio é ruim, eu prefiro viver pela paz porque o meu outro lado é horrível.
Influência faz mal se não for de Cristo. Qualquer pessoa que não te ensina nada de bom te levará à perdição.
O bom é em si mesmo mau.
O mau, neste modelo de mundo, sempre vencerá. É utopia neste momento crer que o bem ou o bom sobrepujarão as coisas ruins no final.
Em nossa história o bem nunca venceu o mal, e a explicação é simples, o homem mau não respeita as regras, enquanto o bom, joga na esperança de que a regra por ele criada lhe traga justiça. Há neste caso um claro desequilíbrio.
Não se combate armas com flores, da mesma forma, não se combate o homem mau, com bondade. É necessário que as armas sejam equivalentes. Injustiça deve ser combatida com injustiça, e a maldade deve ser retribuída na mesma ou, em maior proporção. Somente assim, se alcança a paz. E a paz é conquistada pelo medo, pelo temor e não pelo amor.
Neste momento você deve estar achando que eu estou delirando, mas, colocarei algumas questões abaixo para vossa reflexão.
As pessoas ditas como boas, carregam um jargão que diz: “O que se faz nesta terra, será pago nesta terra”. Neste caso, está implícito uma espécie de praga ou maldição saída da boca das pessoas que se dizem “boas”, mas, vejamos: Coisas ruins também acontecem com pessoas boas. Ninguém, por qualquer qualidade, escapa dos infortúnios da vida. Pessoas boas ou más, adoecem, definham, morrem, sofrem acidentes, enfim...Não é exclusividade da qualidade.
Noutro ponto a história é recheada de feitos e fatos que muitas vezes não são a expressão da integridade moral e do bem que queremos que reine neste paraíso. Temos uma ideia manipulada e rasa, totalmente desfocada, somada a uma cegueira seletiva quanto aos fatos que acreditamos que sejam “bons”, pois, sendo bons estes justificam a nossa própria ignorância acerca do mau. Por exemplo, quando falamos da Segunda Guerra Mundial, em que a turma do Eixo (o mal), foi vencida pela turma da Aliança (o bem), não levamos em consideração as bombas atômicas lançadas, os massacres, estupros, assassinatos, sequestros, e outros crimes ocorridos em massa que foram cometidos pela turma do “bem”, em nome da libertação do “mal”, sendo que ao final foram julgados inclusive pela história, somente a galera do “mal”. O “bem” venceu o “mal”.
Neste caso, o da guerra, é impossível negar que houve um equilíbrio macabro, ou seja, a agressão foi combatida com agressão, mortes com mortes, massacres com massacres e, a história sempre contada pelos vencedores definiu de um lado a vítima e de outro lado um agressor, e a faixa da vítima será sempre dada aos vencedores, a fim de justificar as atrocidades praticadas por esses. Se é vítima, haverá sempre defensores da violência justificável. Isso é ser bom? Ou o bem é relativo?
Tragédias justificáveis não tornam as ações boas, e nem nos tornam melhores pessoas, pois dessas ações sempre resultará sofrimento. O ponto aqui é que acreditamos piamente que tais crueldades são justificáveis. Mais uma vez, o “bem” vence o “mal”.
Sem o mal é improvável ver ou vivenciar o bem. Só damos valor à saúde, quando ficamos doentes, só damos valor às pessoas quando as perdemos, só reconhecemos o valor de um alimento quando passamos fome.
Nossas ações positivas são letárgicas porque somos seres que adormeceram cobertos pelo manto do pacifismo mórbido, e neste caso, ineficiente ao combate do mal. Se algo de ruim acontece, tomarei uma providência que ao tempo e para a sociedade que me cerca, pareça a mais justa e moralmente aceita, o que é em muitos casos, ineficaz.
Afirmar que a essência do ser humano é boa, é navegar na hipocrisia do próprio ser.
A hipnose coletiva do bem encobre a nossa maldade, pois a maioria dos seres humanos tem como qualidades o altruísmo sem sacrifício, a fé sem credo, a humildade vaidosa, a caridade abastada, a coragem dos covardes e o heroísmo dos fracos. Estas situações ocorrem rotineiramente e são positivadas pela sociedade.
Em nome da fé, da moral, dos costumes, da liberdade, matam-se. Mas...está tudo certo, é pelo “bem”.
Assumirmos que o mau sempre vence, não é ruim, é na verdade um choque de realidade necessário para a construção de um mundo melhor e de uma sociedade mais justa e equilibrada. Aquelas pessoas cujas visões estão sempre nos benefícios celestiais dizendo que os humildes e os bons herdarão o reino celestial, não entenderam que é necessário para este fim, morrer.
Não quero dizer que tenhamos que ser maus em ações, ao contrário gostaria que entendesse que a tão sonhada paz entre os seres humanos, só se consegue pelo entendimento da força e do medo. E neste caso, assim como sempre ocorreu nesta humanidade, somente os fortes podem falar de paz.
O bem que conhecemos e aplicamos, em muitas vezes ele é mais danoso e maléfico aos seres humanos do que o próprio dano inicial sofrido por este, pois, a ineficiência da ajuda se contrasta com a necessidade que urge e, a esmagadora maioria das pessoas são tão boas e generosas quanto aos seus próprios esforços e interesses.
O símbolo cristão do Pelicano no ninho, alimentando sua prole com a própria carne, retrata o altruísmo que deveríamos ter, mas, que não possuímos. As ideias e os ideais de bondade sempre existirão, da mesma forma, a eterna lenda de que o bem vencerá o mal, sempre deverá ser contada para enganar a nossa essência covarde que sem forças para lutar, prefere se deleitar na ideia de um futuro que chegará trazendo luz, leite e mel, para aqueles que forem sem luta, sob o falso nome de humildes, subjugados. O amanhã a ser vivido é o hoje, pois o amanhã nunca chega.
Até as histórias em quadrinhos retratam estas ideias. Os vilões são sempre os mesmos, porque não foram mortos pelos heróis, e continuam fazendo maldades e matando pessoas, até serem presas novamente pelos heróis, para depois fugirem e continuarem com o pacote de maldades, e o ciclo não se finda. Não há evolução.
Embora acredite que o mal domine, vivo na utopia de que o bem ao final vencerá. Não verei isto acontecer pois já terei partido deste plano, da mesma forma acredito que ninguém verá isso acontecer brevemente. Mas... o bem vencerá! Afinal se conseguimos fazer do paraíso o nosso inferno. Quiçá possamos reverter.
Paz e bem.
Massako 🐢
É que pra mim o amor tem outra forma de ser.
O amor é algo constante e calmo, bom de se sentir e transmitir.
É paciente; não é leviano! Certamente buscará maneiras de se retratar ante o arrependimento por algum erro cometido.
Seguirá à procura do coração magoado para lhe falar, se explicar e então reatar os laços feridos.
O amor verdadeiro não recusa o contato seguidas vezes, e mesmo longe, sempre estará bem perto.
O Amor não recusa o calor do toque; do sentir...
É um sentimento que, uma vez compartilhado, não encontrará dificuldades para falar ao coração que o corresponde. Facilmente, não Sutilmente!
Mas que há por aí desenfreados sentimentos tentando estabelecer concorrência com o mais nobre e pacífico dos sentimentos, isso não se pode negar.
Mas sempre serão tentativas; o Amor será sempre imbatível e único!
Assim digo, que se não for por amor mesmo, é bem melhor desistir e economizar tentativas.
Eu ainda prefiro o amor!
(Fabi Braga, 28 abr 2011. Editado.)
"Porque remar contra a maré e o senso comum é diferente; e ser diferente - naquilo que é bom - proporciona as mais inusitadas experiências e sensações."
(FBN, 07.11.2024)
" Espere tudo, de todos, seja bom ou ruim.
Dessa forma sempre estará preparado para as atitudes adversas.
O amigo pode te apunhalar pelas costas, visto que ele sabe seus pontos fracos, assim como o inimigo pode te amar incondicionalmente, afinal ele não tira você da mente."
Condicione a mente a ser feliz na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença, no bom ou no mau cassmento, na juventude ou na velhice, no riso ou no pranto.
Seja feliz!
Se conquistar a felicidade da alma, ninguém poderá arrancá-la de você, não importa quão longa seja sua jornada rumo ao infinito e à eternidade.
L I N A,
Bom Dia!
Feliz Aniversário!
Te desejo Saúde, Paz e Prosperidade.
Que Deus te ilumine e te proteja todos os dias da sua vida.
De Coração,
Muniz
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