Desabafo de um bom Marido
[O brilho da sabedoria]
Quando Um grande sábio por exemplo, uma vez disse que mais valioso que o puro ouro, é a SABEDORIA, fatos históricos supervenientes, e ate antes destes, comprovam a veracidade de sua tão nobre declaração.
Podemos comprovar por um apenas, o ocorrido com um jovem prudente por nome de Hircano, que vivera mais ou menos entre os séculos IV e III AC. À época do rei Ptolomeu Epifânio REI do Egito e sua esposa, a rainha Cleópatra - Filha de Antíoco o GRANDE.
Esse Hircano era, como dito, jovem e MUITO sensato. O rei deu um grande banquete que celebraria o nascimento de seu novo filho.
Os "nobres", para menosprezar sua sensata sabedoria, por causa de sua tenra idade, comiam as saborosas iguarias e punham os ossos no prato desse jovem.
Porém Hircano, não se deixou levar por esse ato.
Seu prato ficara cheio de ossos somente.
Havia um homem, que era como que o bobo da corte do rei, que entretinha o público. Seu nome era Trifom.
E ao notar isso, brincou com seu pai, por nome de José, que era coletor de impostos do Rei Ptolomeu, dizendo: "MAJESTADE! VEJA A QUANTIDADE DE OSSOS QUE ESTÁ DIANTE DE HIRCANO E PODERÁ ASSIM IMAGINAR DE QUE MANEIRA O SEU PAI RÓI TODA A SÍRIA". Essas palavras provocaram muitos risos e fez com que o rei perguntasse a Hircano como é que tinha diante de si tantos ossos.
Ao que ele respondeu: " VOSSA MAJESTADE NÃO SE DEVE ADMIRAR, POIS OS CÃES COMEM OS OSSOS COM A CARNE, COMO VOSSA MAJESTADE PODE VER QUE FIZERAM OS QUE ESTÃO À MESA - e indicou os convidados -, " POIS NADA RESTA DIANTE DELES. MAS OS HOMENS SE CONTENTAM EM COMER A CARNE E DEIXAR OS OSSOS, COMO EU FIZ, POIS SOU HOMEM".
O rei ficou tão extraordinariamente impressionado com tal resposta que PROIBIU aos convidados de se ofenderem!!!
Como se percebe, a sabedoria brilha tanto, que as mais densas escuridões, não podem ofuscar sua majestade. E faz livrar os homens, das situações mais embaraçosas e aparentemente sem saída!
Revertendo o quadro, e CONVERTENDO O QUE ERA ESCURIDÃO EM LUZ.
30.05.2015 12:09 h
Um gênio tem mais dificuldade de crer em Deus, porque para crer, ele primeiro deverá entendê-lo.
Como Não se entende Deus, por ser Deus, o gênio rejeita sua existência, admitindo com isso, sua incapacidade de o entender.
Como entender Deus?
Já o mais desprovido de Q.I, o aceita, porque recebendo o convite da fé, a abraça sem muita dificuldade. Pois os mais desprovidos, não o querem entender. Logo, o recebem com mais facilidade e, "entendem" pela fé, tornando-se assim, mais capazes que qualquer ateu ou gênio. ( Embora existam ateus BURROS, ASSIM como muitos teístas; nos referimos ao conceito de se crer e aceitar Deus)
Pois, repita-se: o ateu que seja um gênio, admite seu fracasso intelectual, quando exige aceitar a existência de Deus pelo entendimento. Como não o entende, prefere o rejeitar dizendo que o SUPREMO SER, é invenção dos homens.
Não lhe entra na cabeça um ser pessoal, como não entrava em Einstein - embora Albert Einstein, achava categoricamente IMPROVÁVEL um universo não - criado.
Era evidente para o maior físico de todos os tempos, a possibilidade da existência de uma INTELIGÊNCIA que coordenava todas as coisas. Mas aqui mora um impasse: pois se ele negava a existência de um Deus pessoal, e ao mesmo tempo admitia que uma inteligência coordenava tudo, como que essa inteligência, não seria exatamente esse Deus pessoal?
Justamente Einstein não admitia, porque achava infantilidade um ser barbudo e santo no céu, que rege miríades de anjos que o adoram.
Certamente isso não entraria na cabeça de um gênio, pois o gênio é razão. (Toto Rationale).
Admitindo então, com isso, sua incapacidade de entender Deus, o rejeita.
Já o mais desprovido de Q.I não tem esta dificuldade. Quando o aceita, torna-se MAIS inteligente do que qualquer gênio que o rejeita.
Dever-se-ia sempre começar pela fé e terminar com a razão. Pois quando se emprega apenas a razão a fim de o entender primeiro, para depois o aceitar, perder-se-á a razão e se rejeitará a Deus pela incapacidade de o compreender.
19 de junho de 2016 às 12:18 h
Quanto mais livre for um profeta melhor, alias, profeta é um ser livre.
Só não é livre de Deus que o chamou pra ser quem ele deve ser a qualquer custo.
Profeta que se prende em alianças com os reis e assentam-se às suas mesas e comem de suas iguarias, deixaram de ser profetas a muito tempo.
[Como destruir um argumento ateu em poucos minutos de debate.]
Debatendo com um ateu - na verdade, AN-TEU - mistura de ANTA com ATEU ( sem com isso ofender esse incrível animal) -, fiz o mesmo morder sua própria cauda Dizendo em seu post que " a alegação de um AN-TEU vale menos do que NADA". Isto porque em sua publicação, ele dissera que os ateus NEGAM a afirmação ou ALEGAÇÃO dos teístas, de que Deus não existe. Tentou embotar-me chamando-me de "analfabeto funcional", por eu "não" saber distinguir negação de alegação, como se eu não pensasse por certo, em minha declaração de que "a alegação de um "anteu" vale menos do que NADA.
Ficara ele em apuros, porque na verdade quem ALEGA, é quem faz a afirmação PRIMEIRA. Então com isso claramente ele quis dizer, falando que apenas negam o que nós afirmamos, que nós teístas é quem temos de provar Sua Existência, a de Deus, porque ALEGAMOS - isto é: fazemos a afirmação primeira.
Ora, como fazemos a alegação primeira, se para eles o homem nasce AN-TEU? Upps, ATEU?
Para que ALEGÁSSEMOS, teríamos que ter, em nossa origem, nascido TEÍSTAS. Mas, se perguntarmos a um ateu se nascemos teístas, eles nos dirão que não. Que nascemos naturalmente ATEUS. Então começaremos a ter um problema. Visto que, se nossa origem é ATEIA, então os que creem, não podem afirmar ou alegar mas sim negar!
Então, quando perguntado se nascemos teístas, ele disse o que eu sabia e que iria ser o tiro pela culatra - QUE NÃO! NATURALMENTE O HOMEM NASCE ATEU. Logo, temos a primeira evidência de sua contradição, uma vez que, dizendo que o homem nasce ateu, não pode ao mesmo tempo dizer que o ateísmo nega. Mas ele disse que o ateísmo nega. Então ele diz que o ateísmo nega, mas que o homem nasceu primeiro ateu sendo que só pode se alegar, quem faz a afirmação PRIMEIRA!!!
Se o ateu desistir de dizer que o homem nasce ateu, porque não alega mas nega o que os teístas dizem, então deverão admitir que o homem nasce teísta! Se o homem nasce teísta, como é impossível de existir uma Divindade que o fez teísta?
Em minha concepção, o homem, naturalmente, nasceu TEÍSTA. Nisto ele está certo: nós ALEGAMOS. Mas admitir filosoficamente que ALEGAMOS, é dar neles mesmos o tiro pela culatra, porque terão de admitir que nós nascemos teístas. E isto eles não fazem; e não fazem por alegarem que o homem nasceu ateu. Ora, então eles não negam, ALEGAM e quem NEGA a alegação deles somos NÓS!!! Rs
08.08.2018 (Noite)
"Na aventura de sua alma que, incapaz de encontrar refúgio , sentiu-se um estrangeiro no terreno baldio .Transgrediu seus limites, mergulhou em suas próprias profundezas, tocou o fundo e teve a sorte de encontrar o caminho de volta."
A Espiritualidade não é um passatempo. De modo nenhum. É a inteireza. O resto, se existisse resto, é que seria um passatempo sem sentido. Tudo o que importa é vivência espiritual, nela se inclui e integra.
CAOS
é um estar.....
hoje eu acordei caos, quando uma angústia universal me preencheu, misturada a uma saudade de um tempo não vivido, misturada a um filme não rodado, a uma peça não montada, a uma música não composta, misturada a um poema perdido no inconsciente, caos também é arte..não...caos é arte...hoje....pra mim.
a arte da dor, a arte do inconformismo, do perdido, do quebra-cabeças, das respostas expostas de uma maneira apolínea .........
eu estou caos, mas amanhã talvez não mais.
quero a dor, quero a solidão de um quarto na penumbra, almejo admirar de olhos fechados a música de Beethoven, já em seu estado de plena surdez, quero o negro, o pesado, o noturno.......
como o caos é grande! como ele exige um desabafo para acalmar sua ira, sua anarquia de elementos!
eu sinto, ele sempre está perto, e é num passe de mágica que a arte se une ao caos, e onde Apolo e Dionísio se dão as mãos, e se tornam sublimes ..
uma angústia hoje me tomou bem no fundo, me torceu as tripas, e maliciosamente me fez rever todas as Isis que estão ocultas, todas que estão em voga, e todas que ainda estão a caminho.
uma dor de ser Isis, uma dor de sempre ser carnal, pesada de veias, pulmões e batimentos no coração.....quero me livrar do caos, do corpóreo ,.........caos corpóreo.. caospóreo.......
quero escrever o caos para que ele me deixe por um momento, quero atuar no caos para poder dormir tranqüila, com os ilusionistas, anjos de asas brancas, quero exprimí-lo para que o meu peito se desintegre e vire pó novamente, quero....para esquecer por um momento que eu sou eu .....sendo ..nada!!!!
"Os escritores espirituais, que falaram da maneira de ler um livro para dele extrairmos o alimento de nossa alma, aconselham a parar de ler assim que a alma se sinta atingida. E a mais bela imagem que se pode fazer da leitura é a daquela mulher que Corot pintou e que sonha ou contempla, tendo na mão um livro em que ela repousa um dedo. No fundo, o que o escritor deseja é terminar numa alma. Ele nos oferece entrelinhas, margens, para que escrevamos as nossas ideias entre as dele. Nada mais comovente que um livro aberto na mesma página sobre um olhar atento, enquanto se espera pelo ruído da folha que não é virada"
Em "O trabalho intelectual", p. 87
Deus estava para trazer à existência a primeira criatura racional. Seria um anjo glorioso, de todos o mais honrado. Adornado pelo brilho das pedras preciosas, esse anjo viveria sobre o monte Sião, como representante do Rei dos reis diante do Universo. Com muito amor, o Criador passou a modelar o primogênito dos anjos. Toda sabedoria aplicou ao formá-lo, fazendo-o perfeito. Com ternura concedeu-lhe a vida; o formoso anjo, como que despertando de um profundo sono, abriu os olhos e contemplou a face de seu Autor. Os seres racionais, dotados da capacidade de um desenvolvimento infinito, encontravam indizível prazer em aprender os inesgotáveis tesouros da Sabedoria divina, transmitindo-os aos semelhantes. Eram como canais por meio dos quais a Fonte da Eterna Vida nutria a todos de amor e luz.
Era através de Lúcifer que o Eterno tornava manifesto os Seus desígnios.
Assim foi por muito tempo, até que tal problema irrompeu na vida daquele que era o mais íntimo do Eterno. Lúcifer, que dedicara sua vida ao conhecimento dos mistérios da luz, sentiu-se aos poucos atraído pelas trevas.
PROPÓSITO DO SOFRIMENTO
Enquanto visitava um amigo que havia sofrido um acidente e tinha de ficar acamado por longo tempo, 'Abdu'l-Bahá contou esta história sobre o propósito do sofrimento.
Era uma vez um rei que queria nomear um de seus súditos para um alto cargo. Mas, ao invés de dar-lhe a colocação, ordenou que o homem fosse jogado na prisão. O homem ficou muito surpreso, pois tinha a expectativa de receber privilégios. O rei ordenou, a seguir, que o homem fosse retirado da prisão e espancado com bastões. Novamente, o homem não conseguia entender, pois ele achava que o rei gostava dele. Depois disso, foi pendurado pelo pescoço, até que ficou quase morto. Quando o homem estava bem, de novo, perguntou ao rei:
- Se vós gostais de mim, porque fazeis todas estas coisas a mim?
E o rei respondeu:
- Eu quero nomeá-lo meu primeiro ministro. Tendo passado por todos estes sofrimentos você agora está melhor qualificado para o cargo. Eu queria que, sentindo em si próprio, soubesse como é ser punido. Então, quando você for forçado a punir os outros dessas formas, saberá como é, pois passou por elas. Por te amar, eu quero que se torne perfeito.
[Do livro O poder transformador de 'Abdu'l-Bahá]
“Uma mulher ou um homem, que vai à uma "igreja", quando vai, principalmente no dia de domingo - o chamado "die domine" -, JAMAIS deveria dizer: vou à casa do GRANDE Pai.
Quando sim, deveria dizer: estou indo fazer uma "viagem" para DENTRO DE MIM MESMO! (Uma viagem que deve ser DIÁRIA, diga-se de passagem; não apenas no "die domine").
Pois aí, dentro de cada um, é SUA "grande" MORADA...
"Sed non Excelsus in manufactis habitat sicut propheta dicit" ( Actus Apostolorum 7.48)
"Dei qui fecit mundum et omnia quæ in eo sunt hic cæli et terræ cum sit Dominus non in manufactis templis inhabitat" (Actus Apostolorum 17.24)
9:43 h 20.02.2017.
A causa da tristeza é o desejo do Um para os Muitos, ou dos Muitos para o Um.
Esta também pode ser a causa do prazer.
Mas o desejo de um para outro é todo tristeza; seu nascimento é fome, e sua morte, saciedade.
O desejo da mariposa pela estrela ao menos salva sua saciedade.
Esfomeado sê tu, Oh homem, pelo infinito: sê insaciável mesmo pelo finito; assim, n’O Fim tu devorarás o finito e te tornarás o infinito.
Sê tu mais voraz que o tubarão, mais cheio de ânsia que o vento entre os pinheiros.
O peregrino cansado combate; o peregrino saciado para.
A estrada termina acima: toda lei, toda natureza tem de ser conquistada.
Faze-o pela virtude d’AQUELE em ti mesmo, diante do qual lei e natureza são apenas sombras.
Pensei tatuar, em um dos braços, o símbolo da CAVEIRA. Pois, dos vários de seus significados, tanto pessoais quanto "religiosos", a CAVEIRA, remete à vitória sobre a morte. Pois quem conheceu de perto minha vida, sabe do testemunho real de que a venci. Mas... Venci? O que é viver, senão um "eterno" passar pelo "vale da sombra da morte"? Certos acontecimentos, são apenas mais perceptíveis, intensos e tenebrosos, que outros. Mas, a vida, certamente é um constante quase morrer, até que se realmente morra, definitivamente. Não há diferença, por exemplo, entre aquele que passou por uma cirurgia de risco, daquele que acordou muito "bem" hoje, pela manhã. E se pela manhã, antes de acordar, os desígnios do Destino, por um triz, quase ceifou sua vida? E se por um triz, em uma fração de segundos, o Destino, como que dotado de consciência, resolveu prolongar sua vida, que seria extinta naquele último segundo?
Não detemos todo o conhecimento do que nos cerca. Não conseguimos, por mais eficazes que sejam nossos golpes de olhar, perceber as ações totais do que nos é imperceptível! E o que nos é imperceptível, é uma "sombra da morte" diária. Portanto, viver, nada mais é, que um quase morrer constante. Até que se morra, DEFINITIVAMENTE. Enquanto se estiver vivo, se estará vencendo sempre a MORTE!!!
02.06.2019 às 17h59
Um justo que comete uma atrocidade, é certo, tipo, uma reportagem com o seguinte tema: "Justo é pego em flagrante, cometendo atrocidades". (?). Mas, se ele comete atrocidades, deixa mesmo de ser justo ou é possível continuar justo quando se comete atrocidades? Um justo deixa de ser justo quando está cometendo a atrocidade? Ou mesmo quando se a comete, é apenas um deslize e ele continua justo? Não se é mais justo quando repete sempre esse ato? Mas, um justo, para ser justo, não pode cometer o mesmo erro várias vezes na vida que, deixa de o ser? E no momento ou espaço de tempo entre um ato de atrocidade até o outro; é-se justo nesse tempo e deixa de ser justo quando se volta comete-lo? Em suma: o que de fato faz alguém levar o título de JUSTO - nunca errar, errar pouco ou não viver cometendo o mesmo erro ao longo de sua existência?
28.06.2018 às 18h39
A beleza é um lado da realidade que atrai a nossa busca.
Mas, pelo fato de ela ser tão sutil e nossas percepções tão densas,
encontramos a beleza primeiramente nas formas de arte e na Natureza,
e somente mais tarde na existência concreta e cotidiana.
Tudo grandioso, um dia foi pequeno:
Que as grandes edificações,
não desprezem um tijolo.
Que a torre Eiffel,
Não despreze uma barrinha de ferro.
Que as portentosas pirâmides do Egito,
Não desprezem cada fragmento de pedra!
Que o vasto oceano,
não despreze as diminutas gotas.
Que os elevados e expansivos céus,
não desprezem os minúsculos planetas. Que o Universo,
não despreze as poeiras cósmicas.
Que o homem,
Não despreze o pó da terra. Que a frondosa árvore,
Jamais despreze uma semente!
Que o elevadíssimo e grandioso tronco da FÉ,
Não despreze o pequenino GRÃO DE MOSTARDA...
Dezembro de 2019
Um dia, teremos de atravessar os eternos portais, e nos iniciarmos definitivamente, nos mistérios da MORTE.
25.02.2020 às 09:21 h
Tens um instinto de uma pomba que, quando pressente uma ameaça inexistente, alça vôo a fim de fugir de um "inimigo" imaginário.
09.04.2020 às 10:33 h
F.S para G.D
Quando entro numa casa lotérica e vejo na fila preferencial um monte de velhinhos, já lá na casa de seus 80 para 85 anos de idade ou até mais, com bilhetes preenchidos de jogos da loteria Federal, cheios de esperança em ganhar, viver e usufruir seu prêmio, penso se nisto não está a resposta de que a vida é realmente um preciso DOM! Que deva ser vivida até sua última gota.
09.04.2020. Às 19:25 h
Só se pode ser um verdadeiro leitor, quando este se reveste do espírito da escrita que está no momento lendo.
E é o Destino mesmo quem se incumbe de projetar no verdadeiro leitor, as circunstâncias (do escrito ao real), de sua atual leitura. Caso contrário, é-se um mau leitor ou não se é um verdadeiro leitor, porcaria nenhuma!
12.04.2020 às 13:37 h
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