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Depoimentos sobre Lições da Vida

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Seja positivo. Sempre podemos aprender lições incríveis em qualquer situação!

⁠Criamos monstros na esperança de que as lições contidas nas histórias nos sirvam de guia quando nos deparamos com o que há de mais terrível na vida. Inventamos nomes para nossos medos e rezamos para não encontrar nada pior do que aquilo que nós mesmos criamos.

⁠E se no futuro tudo o que eu tenho
Foram todas as lições que você me ensinou
É por que eu sei que lá no passado
Você aprendeu todas elas com tanta dor

⁠Há preciosas lições audíveis, para as nossas vidas que só iremos aprender em sonhos. Hoje recebi a minha, enquanto dormia, ouvi sobre “verdades ditas com palavras erradas”.

"Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento:
Não julgar, definitivamente não julgar a quem quer que seja..."

Quantas lições conheço,
sem sequer saber o começo,
ou qual o enunciado.

Só sei que trago comigo a lição
de sempre ter em meu coração
Amor, e de sempre ter amado

Amor de amigo,
Amor de marido,
Amor de pai.

Pai, me ajuda a saber
Como poderia fazer
Para ser amado.

As lições que aprendemos na dor...São as que nos fazem mais fortes.

GOSTOSA em 8 lições

Acabo de me deparar com um atentado violento ao pudor
Ao meu pudor e talvez ao teu
Lendo uma dessas revistas que promete te fazer uma mulher maravilhosa em apenas 10 passos, receio, temo a igualdade...
Todas querem ser iguais as Giseles, as Pamelas, as Camilas, as Maites, as Veras...
Todas, sem pestanejar
E me pergunto, onde está a maravilha de ser o que se é?
Se amar, se aceitar, se sentir plena e feliz e gostosa e linda
Delirar com cada perfeição e cada erro

Com as revistas como estão...
A toda...
Querendo transformar eu e tu, em cópias nada fiéis de mulheres da TV
Nada mais natural que o desenvolvimento de mulheres frustradas com a própria vida
Que se cobram por ter pneus, estrias e celulites
Que morrem de vergonha de por um biquíni e estar agredindo visualmente o próximo
Isto está na Bíblia??
Na Bíblia da moda sim
Na da Vida, não!
A cada dia, mês, ano... Milhões de mulheres infelizes com o próprio corpo
Ostentam padrões
Mas esquecem de alimentar a alma
Lêem sobre como manter a forma
Mas esquecem de exercitar a mente
Põem silicone nos seios
Correm quilômetros nas academias
São mães, esposas, amantes, casos, extras e alheias a própria vida
São excelentes profissionais
Lutam, batalham pelos seus ideais
Esquecem de lutar pelo direito de ser o que se é
O direito de ser linda e feia, gorda e magra, branca e preta...
Não lutam pelo direito que precisam
De não ser frustradas... Humilhadas... Excluídas...
Não... Querem mesmo é estar entre as melhores... As mais gostosas... As que fazem do homem um mico de circo...
E tudo pra mostrar sua supremacia
Seu poder
Seu direito
A maluca que começou com esta história, eu não lembro, nem sei
Mas as outras que penam com isso, sou eu e tu...
A maluca que continue a comer alface
Eu e tu, que tal uma cerveja?

"O amor é uma montanha que se escala sem medo ou mapas de lições anteriores...simplesmente subimos passo a passo em rumo ao desconhecido, visando algo inimaginável aos nossos olhos, os que nos motiva é algo que queima dentre nossas almas, uma fagulha que brota de quem amamos, evitando que desistamos no meio da longa jornada e venhamos a cair entre o precipício da solidão sobre as sombras do esquecimento"

Aprenda lições com os mais velhos, mais novos, crianças e adolescentes, após colher todas essas informações escolha o tipo de característica que você quer para você.

As verdadeiras lições trazem sempre poucas palavras, com um sentido tão profundo e verdadeiro que modifica toda a estrutura de uma vida.

Os problemas e as preocupações devem ser bem recebidos, pois ensinam lições de humildade e reverência.

Todos os dias

Todos os dias são lições aprendidas que escrevemos no livro do tempo.
Sem pressa, passamos entre as palavras que criam a nossa história.
Com várias participações especiais que transformam e alteram fatos que por muitas vezes achamos já estarem determinados.
Mas há sempre uma nova aventura, um grande acontecimento e essa é a graça da vida, esperar pelo inesperado...

A decepção causa mágoas mas também ensina lições valiosíssimas te desculpo pelo erro cometido por me fazer derramar lágrimas sem necessidade, porém não queira que eu seja a mesma de antes se tem uma lição que eu aprendi foi a não erra novamente pelo menos não com a mesma pessoa.

Prefiro andar sem pressa. Costumo apreciar as belezas do caminho. E aprender algumas lições com as adversidades que vou encontrando.
Também não pego atalhos. O verdadeiro vencedor cumpre seu percurso inteiro.

Ao homem tudo cabe.
Do sucesso, o êxtase,
Dos fracassos, ás grandes lições"...

Você tem que viver para aprender, algumas lições não podem ser ensinadas.

"Não há melhor bússola para o sucesso do que as lições ensinadas pelos próprios erros. Aprende-se mais com os erros que com os acertos."

Quem não tira lições de alguma circunstância má é um autêntico suicida.

Se você aceitar a natureza como um mestre, ela irá ensinar-lhe justamente as lições que já decidira aprender; isto é só outra maneira dó dizer que a natureza não ensina. A tendência de toma-Ia como mestra é logicamente enxertada com facilidade na experiência que chamamos “amor pela natureza”. Mas, não passa de um enxerto. Enquanto estamos sujeitos a eles, “as disposições” e “espíritos” da natureza não indicam qualquer moral. A alegria desregrada, grandeza insuportável, desolação sombria, são lançadas à sua frente.
Faça o que puder com elas, se puder fazer algo. O único imperativo proferido pela natureza é: “Olhe. Ouça. Atenda.”

O fato de este imperativo ser no geral mal interpretado e fazer com que as pessoas inventem teologias, panteologias e antiteologias podendo todas ser descartadas - não toca realmente a experiência central em si. O que os amantes da natureza - quer sejam seguidores de Wordsworth ou pessoas com “deuses sombrios em seu sangue” obtêm dela é uma iconografia, uma linguagem de imagens. Não quero dizer apenas imagens visuais; são as “disposições” ou “espíritos” em si - as poderosas exibições de terror, tristeza, alegria, crueldade, luxúria, inocência, pureza - que são as imagens.
Nelas, cada um pode colocar ou “vestir” sua própria crença.
Devemos aprender em outra parte nossa teologia ou filosofia (não é de surpreender que no geral as aprendamos com teólogos e filósofos).

Mas quando falamos de “vestir” nossa crença em tais imagens, não estou me referindo a usar a natureza para símiles ou metáforas à maneira dos poetas. Eu poderia na verdade ter dito “encher” ou “encarnar” em lugar de vestir.
Muitas pessoas, inclusive eu, jamais poderiam, a não ser por aquilo que a natureza nos faz, ter qualquer conteúdo para colocar nas palavras que devemos usar ao confessar nossa fé. A natureza jamais me ensinou que existe um Deus de glória e de infinita majestade. Tive de aprender isso de outra forma. Mas a natureza deu à palavra glória um significado para mim. Ainda não sei onde poderia tê-lo encontrado a não ser nela. Não vejo como o “temor” de Deus poderia ter qualquer significado para mim além dos mínimos esforços para manter-me seguro, se não tivesse tido oportunidade de ver despenhadeiros medonhos e penhascos inacessíveis. E se a natureza jamais tivesse despertado em mim certos anseios, áreas imensas do que agora posso chamar de “amor” de Deus jamais existiriam, no que me é dado ver.

O fato de o cristão poder usar assim a natureza não é nem mesmo o início de uma prova de que o cristianismo é verdadeiro. Os que sofrem às mãos de deuses sombrios podem igualmente fazer uso dela (suponho eu) para o seu credo. Esse é justamente o ponto. A natureza não ensina.
Uma filosofia genuína pode às vezes validar uma experiência da natureza; uma experiência da natureza não pode dar validade a uma filosofia. A natureza não irá verificar qualquer proposição teológica ou metafísica (ou pelo menos não da maneira que consideramos agora); ela ajudará a revelar o seu significado. E, nas premissas cristãs, isso não se dará acidentalmente. Pode-se esperar que a glória criada nos proporcione vislumbres da não-criada: pois uma deriva da outra e de alguma forma a reflete.

De alguma forma. Mas talvez não de modo tão simples e direto como poderíamos supor a princípio. Como é lógico, todos os fatos destacados pelos amantes da natureza da outra escola são também fatos. Há vermes no ventre assim como primaveras na floresta. Tente reconciliá-los ou mostrar que não precisam necessariamente de reconciliação, e você estará se desviando da experiência direta da natureza - nosso tema presente - para a metafísica ou teodicéia, ou algo desse tipo. Isso pode ser sensato, mas penso que devemos mantê-lo distinto do amor da natureza. Enquanto estamos nesse nível, enquanto continuamos alegando falar daquilo que a natureza nos “disse” diretamente, é preciso apegar-nos ao mesmo. Vimos uma imagem da glória. Não nos cabe descobrir um caminho direto através dela e além dela que leve a um crescente conhecimento de Deus. O caminho desaparece quase imediatamente. Terrores e mistérios, toda a profundidade dos conselhos de Deus e todo o emaranhado da história do universo o sufocam. Não podemos passar; não desse modo. E preciso entrar por um atalho - deixar as colinas e florestas e voltar aos nossos estudos, à igreja, às nossas Bíblias, aos nossos joelhos. De outra maneira o amor da natureza está começando a transformar-se numa religião.
E então, mesmo que não nos leve de volta aos deuses sombrios, nos levará a uma grande dose de tolice.