Depoimento para uma Garota que eu Amo
Pelos olhos
Pelos olhos de uma criança, o mundo é colorido. Que o mundo continue colorido, pois o adulto deixa tudo preto e branco.
Naquela noite, ele sonhou que ali se ergueria uma cidade barulhenta com casas de paredes de espelho. Ele perguntou que cidade era, e responderam com um nome que ele nunca tinha ouvido falar, que não tinha nenhum significado, mas que teve um eco sobrenatural em seu sonho. Macondo.
SER MÃE DE UMA CRIANÇA AUTISTA
Não é apenas enfrentar desafios diários, mas também entender que o amor e a paciência se transformam em forças vitais para vencer cada obstáculo, mesmo aqueles que ninguém vê!
Essa dor que aparece de vez em quando, mais se parece com uma dor de alma, algo tão profundo que não é possível justificar.
E aqui estamos, mais uma vez, despertos para semear e também colher. A vida é assim: nossas ações são como plantações, e a colheita dependerá do que semeamos. Pense nisso, não tem erro!
(Jorge Tolim)
Você vai achar que uma facada dói, até ver quem você ama, amando outro alguém,
Vai se sentir um nada, um ze ninguém
Ele vai abraçar ela e será o encontro
De dois corações,
Enquanto o seu tem que lidar com toda a dor e as frustrações
Ele vai abraçar ela e fazer com que ela se sinta segura
Enquanto você tem que lidar com isso e agir feito uma mulher madura
Nas noites ele estará com ela e você se sentirá sozinha e vazia
E você terá que lidar com um amor que você despertou sozinha
É difícil não ser a escolhida.
"Doce Redenção"
Ó meu amor, no canto há um violão,
Ecoa suave uma doce canção,
Que em teu nome faz vibrar o ar,
E ao som dos céus me faz sonhar.
No silêncio que a calma traz,
Sonhos florescem, o tempo refaz.
Da janela, a vista encanta o coração,
Corcovado e Redentor em sua amplidão.
Quisera a vida sempre assim,
Com tua presença junto a mim,
Até que a chama do tempo adormeça,
E a eternidade, em nós, permaneça.
E eu, que da tristeza era herdeiro,
Descrente do mundo, eterno estrangeiro,
Ao encontrar-te, vi o céu se abrir,
E soube, enfim, o que é sorrir.
Felicidade, doce descoberta,
Teu amor, minha alma desperta.
Mais uma vez, a história se repete:
O ano acaba e tudo está diferente.
Mesmo assim, não me acostumo…
O ciclo se reinicia e existe mais um ano pela frente
Talvez, o fato de tudo mudar, significa que nada se repete
Ou talvez, eu seja o mesmo do ano passado
Disfarçado com a roupa da moda e o corte de cabelo renovado
Mas é nessa dicotomia que eu sempre me pego
Não fujo de mim, não me faço de cego
Mesmo que, às vezes, os erros abalem meu ego
Olho para trás, vejo amigos distantes
Amores que não amei o bastante
E percebo meu ser errante, minha alma claudicante
Contudo, sigo adiante
Permaneço contente,
Mas… será que ano que vem vai ser diferente?
Vivemos em uma sociedade irônica…
Os sábios possuem muitas dúvidas,
Mas os ignorantes têm certeza de que estão certos.
Sempre que olho para trás, vejo um reflexo de uma criança tentando entender um mundo confuso demais para ela.
Diante das inúmeras sugestões que o mundo oferece, há uma substancial que se revela ao te ver passar e deixar a rua deserta.
Uma das características mais marcantes de quem contrai o "vírus da ignorância" é a irresistível necessidade de opinar.
A moralidade tem sido historicamente moldada por narrativas religiosas, que oferecem uma estrutura de certo e errado fundamentada em crenças metafísicas. No entanto, em um mundo cada vez mais plural e secular, a necessidade de um sistema moral desvinculado de dogmas sagrados é evidente. Como exploramos extensivamente nesse livro, uma moral baseado em figuras externas, crenças metafísicas, focam em agradar uma entidade fora dessa realidade. Isso coloca humanos como segundo plano, nos forçado sofrimento desnecessário para tentar agrada uma entidade metafísica (Deus de Abraão), que nem sabemos se existe, ou mesmo que se importa caso exista (Deus Eric).
Uma hora de oração dos líderes de fé, evoca a centelha do poder divino, que pode livrá-los de muitos anos de preocupações.
José Guaracir
