Depoimento para Mim Mesmo
"Quer falar de mim, então me chama pra debater, que desse assunto eu entendo."
Haredita Angel
20.03.23
"Faz um aceno, e eu te dou todo esse amor
que tenho em mim e nunca dei a ninguém."
Haredita Angel
14.06.2004
"Aprendi sim a ser dura diante da vida para não permitir que ela fizesse de mim o que quisesse."
Haredita Angel
13.12.25
"Ainda carrego em mim aquele sentimento antigo que o amor tem que ser para sempre!"
Haredita Angel
18.02.26
"Sempre que você falar mal de mim,
por favor reze por mim também.
Pois, eu quero ser perfeita que nem você!"
Haredita Angel
07.01.23
"Tanto te amei e você não soube ficar.
Isso diz muito sobre você.
Quanto a mim, não sou de arrastar histórias que não conseguiram Ser...
Sou de Ter...
Paz!"
Haredita Angel
03.05.26
Você nunca me viu assim, desconhece meu eu sem a luz do seu amor. Há um lado de mim que repousa na penumbra, um ser quase estranhamente familiar, mas distante. Sou alguém que existe apenas na ausência do seu toque, na sombra do seu olhar.
Quando não estou apaixonado por você, meu sorriso é menos frequente, meus olhos, menos brilhantes. As cores do mundo parecem desbotadas, o tempo se arrasta em vez de fluir. Sou como um inverno sem a promessa da primavera, uma noite sem estrelas.
Mas quando você está perto, meu coração canta uma melodia que só nós conhecemos. Cada momento contigo é uma pincelada de cor na tela cinzenta da minha vida. O ar se torna mais leve, e cada suspiro é uma dança, um poema em movimento.
Você é o fogo que aquece meu ser, a musa que inspira minha alma. Com você, sou mais que uma simples existência; sou um universo em expansão, um jardim em flor. Não conheço a plenitude de mim mesmo sem o reflexo do seu amor nos meus olhos.
Então, peço-lhe que nunca desvie seu olhar, que nunca permita que o amor se esvaia. Pois, sem você, sou apenas uma sombra do que posso ser, um eco na vastidão do vazio. E na sua presença, sou luz, sou vida, sou amor em sua forma mais pura.
Espere por mim... Porque isso não pode simplesmente acontecer, não desse jeito, não com esse vazio. É impossível dividir assim as nossas vidas, como se fosse simples separar o que nasceu entrelaçado. A solidão que se instalou entre a gente pesa, o silêncio dentro de mim grita, e essa inquietação de ver a vida passar sem o teu amor me consome pouco a pouco. Por isso, te peço… não vá tão longe. Espere por mim. Ainda há algo em nós que o tempo não conseguiu apagar.
A falta dela não foi só ausência... foi erosão. Um pouco de mim ficou em cada lembrança, em cada silêncio que se alongou demais. E hoje, quando tento me reconhecer, encontro espaços vazios onde antes havia sentido. Talvez o que mais doa não seja o que ela levou… mas o quanto eu precisei mudar para continuar existindo sem ela.
Eu ainda sou a parte boa que restou de mim, sou tudo, sou nada, sou o amor, o ódio, a ternura, a loucura. Sou também o delírio, sou o êxtase, sou o deleite, sou aquilo que te falta e o que resta. Enfim sou tudo o que restou de de um dia que não começou...
(Saul Belezza - Patife)
*Soslaio de mim.*
Se um dia a cotação cair na bolsa,
e teu estoque de bajulador zerar,
não me procura não, viu!
Mentira, Procura sim, Mas vou cobrar juros.
(Saul Beleza)
Prefiro ser a primeira saudade,
Que te faz lembrar de mim,
Do que a última esperança,
Que te faz chorar sem fim.
Prefiro ser o teu único sonho,
Que te faz sorrir no escuro,
Do que o eterno pesadelo,
Que te faz acordar sem futuro.
Ser a luz no teu caminho,
O abrigo no teu coração,
É o que me faz viver,
E te amar sem moderação.
(Saul Beleza)
Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.
Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.
Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.
O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.
O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.
Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.
Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.
Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.
O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.
Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.
Que a dor seja escola, não vitrine.
E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.
Amém!
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.
Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.
Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.
Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.
É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.
Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.
Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.
É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…
Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.
E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.
Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.
Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.
Rodeio em pleno ciclone
O quê afeta Santa Catarina
a mim também afeta,
a Natureza sinais sempre
envia para tomar todos
os cuidado necessários.
Rodeio em pleno ciclone
me faz pensar na vida,
quando o Rio Benedito sobe,
emerge uma silenciosa agonia.
De milagres em milagres
sobre o céu e nas mãos do destino
vamos superando os efeitos
do clima causados pelo Homem,
e buscando a consciência pelo Bem.
Ciclone este que leva a viajar
e a consciência examinar:
o Planeta Terra é o nosso lar
e a nossa cidade é o lugar de amar.
Rodeio em pleno ciclone
me faz pensar em tudo:
em mais árvores para quebrar ventos,
espaços de vida racionalizados
e gestos carinhosos pelo nosso Estado.
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