Depoimento para meu Filho de 18 anos

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REENCONTRO...

Esta tarde, quando te vi
O tempo voou ao contrário
Tantos anos voltaram atrás
num único segundo de um olhar entre nós...

Olhei tua boca
E senti o gosto dos teus beijos...
Ah, que multidão de desejos!
...E naquele aperto de mão
um turbilhão de sentimentos,
intensos, retornaram, lembranças
de carícias tuas...

Que vontade de me atirar no teu pescoço!
De te namorar a noite inteira
Sorver uma taça de vinho
Beber mais um pouco de ti...
Ah, meu velho namorado de ontem
Eterno amor de sempre
Amigo, hoje...
Tão de repente.

Vladimir Vovka morreu ontem aos cinquenta e sete anos de idade. Para aqueles que o conheceram e o amaram, me considero entre eles, sua morte não é uma perda comum. Vovka era inimitável. Filho de um russo emigrado e uma égua andaluz alemã, Vovka chegou à América do Sul aos sete anos de idade, sem inglês e sem cabelos, resultado de uma vacina contra marxismo-intelectual-raivoso-e-alienado. Seu senso de alteridade era total. "Eu era um zero", ele me disse. "Eu era o mais popular das minorias impopulares", ele brincou com sua infeliz infância, acrescentando que "me surpreendeu quanto tempo demorou para ser um insucesso como um comediante, diretor de palco e cineasta que não segue padrões normais e reconhecidos pela sociedade”.
Através de sua erudição, sua eloquência e seu sagaz humor, Vovka lançou uma enorme luz sobre seus tempos tumultuados. Ele é famoso por nunca ter dirigido, trabalhado ou ter trocado qualquer tipo de palavra com os maiores atores do nosso tempo: Dustin Hoffman, Meryl Streep, Al Pacino e Jack Nicholson. Nos reuníamos algumas vezes por ano para conversar sobre show-biz, ele já estava sentado na parte de trás do restaurante, sua mesa, é claro, tendo um motorista permanecendo fora para levá-lo a seu próximo ponto a qualquer momento. Vovka não falou sobre seus problemas médicos, mas seu corpo contou a história: alcoolismo, pelagra, demência, ICMS, IPI, IOF, ISS. Sua estrutura robusta estava encolhida agora; ele perdera peso, olheiras profundas. Ainda havia um certo fogo no olhar.
“Persisto em filósofos a mulás, rabinos e profetas.”
"Certo."
"Prefiro recorrer a alternativas à historiografia filosófica dominante. Risos materialistas radicais cínicos hedonistas voluptuários, saca? Eles sabem que existe apenas um mundo."
"Acho melhor pararmos com discursos de abismos."
"É como se fosse uma espécie de destino. Se você veio ao mundo para dançar e rir, que dance e ria! É o seu destino."
“Não é absolutamente injusto.”

A vida está passando
E eu ainda não aprendi a viver
Já estou com 25 anos
Porém, sem nada a Saber!

Quem poderá me diagnósticar
Já passei por vários psicólogos e psiquiatras
Desde os meus 15 anos tomo medicações
Mesmo assim, não consigo sequer realizar os afazeres da casa.

“Eu era bem mais feliz quando eu tinha 8 anos, quando minha unica paixão era brinquedos, e não pessoas.”

Nenhum livro realmente vale a pena ler na idade de dez anos que não valha igualmente - e muitas vezes muito mais - na idade de cinquenta anos.

– Por que sinto que a conheço há muitos anos? – disse ele, certa vez, à entrada do metrô.
– Porque eu gosto de você – respondeu ela – e não quero nada de você. E porque nos conhecemos.

Ray Bradbury
Fahrenheit 451. São Paulo: Globo, 2012.

Lembramo-nos melhor dos primeiros anos de vida do que dos subsequentes. Quanto mais vivemos, tanto menos os acontecimentos nos parecem importantes, ou suficientemente significativos para serem depois ruminados; todavia, este é o único meio para fixá-los na memória, caso contrário, serão esquecidos logo que passarem.

Quero chegar aos 100 anos , já estou me preparando para a festa . Só falta apenas um detalhe: Ainda não combinei com Deus ...

É triste sumirem-se com os anos as pessoas que contam como razão de ser da gente e ficar delas apenas o silêncio. Não ver nem ouvir mais quem se amou, a quem esteve tão ligado quanto a Igreja a Jesus. E as pessoas morrem todos os dias: de verdade ou no coração da gente. E continuamos a viver, apesar do nada, do vazio. Mas, se de um lado perdemos os que amamos, de outro eles aumentam sempre. São a razão da vida, necessários e vitais para nós como a fé em Deus. Ele eles mergulhamos num poço escuro.

uma viagem ao Epicôndilo Medial:
Tinha passados 150 anos ,desde a minha ultima viagem ao Epicôndilo Medial esquerdo ...
Neste seguimento desta aventura acabei por fazer o maior desapego de algo meu.
Deixei o 3• dedo a contar do polegar , .Abandonei o... Não o quero mais carregar nesta minha viagem!!

A magia da festa é saber
que todos os anos Ele nasce.

Independentemente do presente,
para que tenhamos VIDA!

Pois cada dia que temos, é o presente;
a cada momento juntos, um tesouro; e,
cada pessoa que amamos é uma dádiva.

Natal é tempo de fé.

O que mais me surpreendeu ao passar dos anos ... foi descobrir que a sinceridade é uma arma perigosa. Se você usa demais as pessoas se afastam. Se você usa pouco os falsos se aproximam.

Momento
Podemos conhecer e viver com
pessoas durante anos ,sem nos
darmos ao momento de se sentir ,
talvez todos estejam esperando
o momento certo ; mas para nós
o momento certo não acontecerá ,
por que estamos mais certos que
os certos e sua certeza se faz
em mim e minha certeza em ti,
neste momento.
Não estamos no momento certo
mas estamos na certeza do
momento .

Agora entendo o poder da frase "-te amarei pra sempre", após *x* anos e poucos contatos mesmo assim eu sinto que tu esteve presente em todos os dias da minha vida, não fisicamente obvio mas em pensamento, é possível?.
Passei por diversas fases na minha vida com "outra" pessoa, mas a cada erro, a cada acerto, conquista ou frustração eu imaginava o que tu pensaria, como tu agiria. Ouvi tua voz no rádio, na televisão, te vi em lugares públicos, senti o teu cheiro,textura, tudo fruto da minha imaginação, essa deve ser a razão da tua "falsa" presença na minha vida. Muitas idas e vindas, e eu sempre esperando a hora certa pra dar um basta nisso, seja de qualquer maneira.
Deixar que entre em erupção esse vulcão, ou adormecer de vez pra sempre. Nunca tentei,e pra ser sincero "nem quero esquecer".

QUERIDO DIÁRIO

Querido diário, resolvi te escrever pela primeira vez em vinte anos. Desculpa, mas foi agora em que me vi sem ter com quem contar.
Senti que o dia foi curto, apesar de acordar cedo e não parar um minuto sequer. Vi que tenho pouco tempo. Notei-me aperreada, descompassada, perdida, indiscutivelmente desnorteada.
Eu sempre quis isso. Ser independente, sozinha, dona do meu nariz... Mas e agora? Não entendi ainda o que é pra fazer.
Grana pouca, tempo curto, incertezas me assolam. Olhei para o céu, todas as estrelas sumiram. Certeza que amanhã voltarão como se nada tivesse acontecido, perguntando se tudo hoje deu certo.
Caneta e papel para anotar o "algoritmo" de amanhã, como diria alguém que não está aqui comigo, mas que com certeza ficará muito honrado por ver que agora já sou adulta e que saberei me cuidar, ele acha.
Longe de quem sempre ouviu meus gritos de socorro, mesmo quando eu achava que não precisava de ajuda. Que me apoiaria, sem dúvida... Mas que a vida manteve distante para me forçar a ser autêntica, a lembrar que a barra da sua saia já descosturou há tempos, ou se não, eu já deveria ter visto assim.
-Vai ter um dia inteiro pra mudar muita coisa, pra resolver outras, pra deixar algo para depois. Agora vai ser no seu ritmo, você vai fazer as coisas no seu tempo, como você sempre quis.
Ouvi.
Nesse momento você vai ficar sozinha. Mas de longe tem muita gente torcendo por você. "Vai dar tudo certo", lembra?

Quanto tempo dura um amor?
Talvez um dia, uma semana, um mês, anos, séculos?
Há quem diga que ele seja eterno
mas, somente enquanto dure
Eu acredito em todas as possibilidades
mas, há aqueles amores que duram uma vida inteira dentro da gente
Mesmo havendo outros "amores"
São aqueles, os quais vão nos acompanhar para sempre
E mesmo tudo der errado, vamos nos lembrar dele dando certo, mesmo q assim não tenha sido
São os nossos amores de alma
Amores os quais nos fazem melhores
Amores que nos deixam muito de si e que também levam muito de nós
Amores que nos modificam como seres humanos
Amores aos quais não sabemos viver sem, mesmo que seja só em lembrança
Amores esses nos quais nos encontramos em verdade
Eu o amei
Foi um amor daquele que nos bambeiam
Que nos fazem satisfeitos em nós mesmos
Eu o amei
E o amando pude sentir meu coração se expandir
Haviam momentos que até doía e parecia querer explodir
Eu o amei
E o amando vou carregar te comigo
Pq já não sou mais minha e sendo assim dou me o direito de ter um pouco de você também para mim
Por favor se cuide, e sendo assim também cuide de nós pois, a muito que deixei de mim aí em você.

Corrompido aos 17 anos pela ambição de planos que eu via nos meus sonhos
Eu acreditava neles como se fosse oráculos,
E me prendia a eles como se fosse tentáculos
Eu criei obstáculos só para supera-los, o que me apresentavam era superficial
Tratei de mim fui me recompor, foi compor de mim, só pra me entender

Seja você mesmo

Eu percebi uma coisa a mais ou menos dois anos atrás que é, nunca tente ser uma coisa que você não é, nunca tente ser uma coisa que os outros querem que você seja, só seja você mesmo. Nãos se importe com as opiniões alheias, pois elas não valem nada, absolutamente nada. Como minha mãe sempre me diz " Seja você mesma, só seja você mesma, pra que se importar com as opiniões dos outros? Elas não vão te levar á lugar nenhum." Por isso, sinta, viva, e só seja você mesmo.

Ao longo dos anos, vim a perceber que a maior armadilha na nossa vida não é sucesso, popularidade, ou poder, mas auto-rejeição. Sucesso, popularidade, e poder podem realmente apresentar uma grande tentação, mas a sua qualidade sedutora, muitas vezes, vem da forma como eles são parte de uma tentação muito maior de auto-rejeição. Quando começamos a acreditar nas vozes que nos chamam inúteis e indignos de ser amados, então sucesso, popularidade e poder são facilmente percebidos como soluções atraentes. A verdadeira armadilha, no entanto, é a auto-rejeição.