Deixarei que Morra em Mim
SOBRE MIM:
By: Harley Kernner
Sou, o criador do meu próprio pseudônimo, "Harley Kernner", um arquiteto de poesia, sóbrio dos seus próprios sentimentos, esculpo palavras nas pedras duras da solidão, com a maestria de quem constrói um universo de poesias decorando sonhos futuros. E assim sinto-me alicerçado em cada linhas, e versos, que se transforma em colunas que sustenta o peso das minhas emoções, fazendo-me um escrito particular, mergulhado nas fundações da alma, onde a arquitetura das palavras se torna morada para o meu coração sensível, a amar.
Aos meus quais centenários, ainda compartilho um amor voluntário, uma escolha da simplicidade de minha alma, que durante todos esses anos, enamoro, meu próprio coração, o qual às vezes senti-se sozinho, num ambiente cheio de corações femininos, e encantadores, onde os aditivos químicos naturais ou artificiais, não encanta o meu espírito de amar, mas ainda assim meus olhos desenham uma história de amor, com ausências de palavras não ditas, mas sentidas.
Em cada canto do meu olhar, vejo páginas em brancos, esperando ser preenchida, por uma inspiração de amor e vida, onde cada linhas sejam ocupadas por simples revelação de um leigo poeta, que desenha com humildes versos, como raios de sol atravessando a névoa da inspiração, e capturando a essência de um corpo aquecedor despretensioso, que me faça encontrar a magia que transcende a simplicidade das palavras descritas no olhar.
Nas poesias descubro o verdadeiro sentido da arquitetura da poesia, onde palavras são como vigas que sustentam as emoções, cada versos, e estrofes são portas e janelas para um universo de sensações. Navegar por minhas páginas escritas, é como explorar construções literárias, onde a beleza é a própria arquitetura da alma, e a mulher ainda é única adjutora de Adão, generalizado.
Como um arquiteto das emoções, me aventuro nas páginas futuras de um romance, onde construirei mundos, onde as palavras são entrelaçadas com personagens apaixonadas, ainda que seja um livro de um só capítulo, e de uma história única, mesmo assim serei um escritor particular, de um romance clássico, nas trilhas de amor, e suspense
Harley Kernner
Arquitetura de Poesias
Escritor Particular
Poeta Sem Livros
Mesmo se um milhão de pessoas sorrissem para mim enquanto eu sei que Deus está descontente comigo, eu não estaria feliz.
"Sem mim nada podeis fazer!" absoluta, positivamente nada! Nele todas as coisas vivem e se movem, bem como têm o seu ser; Ele não é somente a verdadeira primeira causa, contendo todo o arcabouço da criação, mas também o princípio interno, sustentador e ativo, na verdade, o único agente no universo. Os espíritos criados necessitam de que Ele lhes comunique uma fagulha da sua natureza ativa e de movimentos próprios. Mas de modo mais especial, "vós nada podeis fazer" de reto, de sábio, de bom, sem a agência direta e imediata da Primeira Causa.
Não sou ninguém, não tenho nada e não posso nada. Pois quando estou vazio de mim mesmo, então sei com certeza que nem amigos, nem inimigos, nem qualquer criatura podem me impedir de ser tomado de toda a plenitude de Deus.
Como que Jesus morreu por mim se eu nem havia nascido?
Cristo, na cruz, pagou o preço de sangue o valor dos nossos pecados; Ele não precisava esperar você nascer para fazer isso, assim como a Lei áurea assinada pela princesa Izabel serviu para os negros ainda não nascidos.
Temo mais a mim mesmo do que os perigos desse mundo caído e das potestades do mundo tenebroso; por isso ó Deus, rogo-Te que me livre de mim mesmo.
“O AMOR NASCEU EM MIM” POEMA
O amor nasceu dentro de mim e tomou conta de todo o meu ser.
Da minha vontade...
Do meu pensamento...
Dos meus atos...
O amor chegou e se alojou no meu coração...
Da minha vida...
Não sei como, nem como foi...
Apenas nasceu...
Ah,eu que era tão feliz despreocupada...
Andava livremente como um barco a deriva em meio ao oceano sem fim...
Eu que sentia da vida apenas os momentos mais felizes...
Os momentos mais inesquecível.
De repente, senti que não tinha vivido antes e ainda agora eu me pergunto assombrada...
Porque não consegui viver antes...
Por que tudo isso tinha que acontecer comigo...
Não sei. Apenas aconteceu...
Você veio...
Não sei de onde...
Surgiu em minha frente...
Olhou em meus olhos, sua voz era música aos meus ouvidos.. O simples contato de suas mãos fazia tremer todo meu ser...
Sentia que amava...
De repente comecei a notar que havia mais brilho no luar...
Que havia mais brilho nas estrelas...
Que a brisa era uma carícia meiga...
Que o luar era uma bênção luminosa.
Eu sorria...
De qualquer coisa...
Eu não me reconhecia mais...
Senti que era amor...
E que esse amor era você...
Senti que minha vida estava intimamente ligada à sua...
Por qualquer estranho laço inexplicável...
E desde então EU sou apenas um pouco de você...
Um pouco de você que eu amo com toda força de minha alma.
Um pouco de você que é tudo para mim...
Desde que o mistério do amor nasceu dentro do meu coração.
Retrato Interior
Há em mim duas presenças que caminham lado a lado.
Uma ri, conversa, faz graça com o mundo, como quem dança leve sobre os dias.
A outra observa em silêncio, como quem escuta o eco das próprias emoções dentro do peito.
Eu aprendi cedo que sentir é também um tipo de linguagem.
Há sentimentos que não cabem em conversa comum,
então eu os transformo em silêncio, em pensamento, em palavra escrita.
Carrego dentro de mim uma casa feita de memórias,
onde vivem os afetos, as saudades e as perguntas que o tempo ainda não respondeu.
Às vezes me aproximo das pessoas com o coração aberto,
outras vezes recuo um pouco, não por frieza,
mas porque o cuidado também sabe ser discreto.
Sou alguém que observa antes de julgar,
que sente antes de reagir,
e que muitas vezes prefere compreender do que vencer.
Alguns verão em mim apenas leveza.
Outros perceberão que, por trás do sorriso tranquilo,
existe um universo inteiro de reflexões silenciosas.
Porque eu sou feito de duas partes:
a que vive a vida...
e a que também a contempla.
— Sariel Oliveira
Não é sobre correr mais rápido que os outros, é sobre não parar de correr por mim ♥️
Insta: @elidajeronimo
A surpresa da tua presença inesperada me trouxe uma breve lembrança do gosto de estar perto de mim.
É curioso como eu sempre me perco no que sei, para encontrar o que realmente preciso descobrir.
Eu já tinha te visto, mas nunca tinha te encontrado.
Incapaz de decifrar o teu olhar, torço para que eu possa caminhar até você sem medo.
Mesmo que seja breve, eu quero sentir esse gosto de mim —
e, quem sabe, encontrar um vestígio do caminho de volta.
Entre toques disfarçados, sorrisos escondidos e a mentira da verdade,
eu senti algo.
Não sei o quê, mas algo que me trouxe o medo…
e aquela sensação de volta.
Analiso teus passos na minha mente enquanto minha confusão cresce.
Tua silhueta me chama.
Eu tento não perder meus sentidos,
mas vejo teu disfarce —
e torço para que você decifre o meu.
Para que então eu possa atravessar nossa linha,
mesmo que às vezes pareça que não há nenhuma.
Quem sabe ela só exista na nossa cabeça.
Me ajuda a te entender…
o que queres que eu faça?
( ..legra )
Retorno à minha essência e volto a ser de mim,
ainda que enlutada,
percorra sozinha no grito das gaivotas
as vagas do nosso amado mar.
Saber-te em mim será sempre a minha maior alegria,
ter sido tua um dos melhores e maiores êxtases que alguma vez uma mulher possa ter experimentado.
Em ti me enrosco todas as noites lambendo-te as feridas dos dias onde te deixei liberto, à deriva de todos os meus caprichos,
e foram tantos!
Por vezes tenho a sensação de que ainda estás presente
e a saudade fervilha nesta ausência de nós.
É como se te visse e ouvisse boquiaberto e feliz
enquanto eu tentava arranjar os desalinhados cabelos
no temporal dos sentidos:
“ meu amor, como és linda! A mais bela das mulheres, é minha!”
É por aí que eu vou quando tudo o que ouço agora é uma cruel e inoportuna mente gritando-me exactamente o oposto
quase até à loucura!
Perdoo-te teres partido, mas nunca te teres tornares silêncio,
cobardia e bicarbonato de sódio
neste corpo onde explodem lavas,
corpo de primícias tuas
onde navegaram navios
e tuas mãos de menino.
Célia Moura, poesia
Desistências.
Deixei de viver vários Amores.
Por eu, não acreditar em mim.
Por não acreditarem mim.
Por distâncias a percorrer e eu as percorri.
Por encontros, jamais acontecidos,
Por.... vai saber...
O que poderia ter sido se
Tivéssemos, nos encontrado?
Aondenós estaríamos?
E o que nos teria acontecido?
Não sei o que mudou em você. Em mim, nada mudou. Tudo permanece igual desde quando nos conhecemos. Tenho tido sentimentos de erros que não são meus, mas que sempre compartilho. Aquilo que chamamos de empatia. Eu nunca queria ter sentido aquele dia… aquele santo dia em que tudo mudou. Meu coração se despedaçou de amor.
“Você devia se cuidar mais.”
“Há um tratamento.”
Sobre mim mesmo eu disse: “Eu nunca me cuidei ou me tratei.”
“Eu sou legal e amável com as pessoas, mas quando se trata de mim, parece que sou a pior pessoa do mundo.”
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