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Deixarei que Morra em Mim

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O silêncio já se tornou para mim uma necessidade física espiritual. Inicialmente escolhi-o para aliviar-me da depressão. A seguir precisei de tempo para escrever. Após havê-lo praticado por certo tempo descobri, todavia, seu valor espiritual. E de repente dei conta de que eram esses momentos em que melhor podia comunicar-me com Deus. Agora sinto-me como se tivesse sido feito para o silêncio.

Porque eu estou ainda muito inseguro de mim mesmo, e não acreditando absolutamente que alguém possa me curtir bem assim como eu sou. Eu não tenho quase experiência dessas transações, me enrolo todo, faço tudo errado — acabo me sentindo confuso. Tudo isso é tão íntimo, e eu já estou tão desacostumado de me contar inteiramente a alguém, tão desacreditando na capacidade de compreensão do outro, sei lá, não é nada disso, sabe? Conviver é difícil — as pessoas são difíceis — viver é difícil.

⁠Tudo o que você vê de bom em mim é Cristo. Tudo de mal, sou eu mesmo.

Em mim, não vejo começo nem fim

Eu gosto tanto de você
mas você não gosta de mim
Parece até que gosta de me ver sofrer
A minha paixão por ti só serviu para aumentar teu ego
Depois que você descobriu que o meu coração batia mais rápido quando está por perto nunca mais conversou comigo
Eu não quero ser algo mais
Só amizade é o suficiente
Quero que fale comigo sobre qualquer coisa
E quero que esclareça ao meu coração que o meu amor não é correspondido, apesar de lá no fundo eu já saber disso...

Se o amor é pecado, jamais serei inocente, pois jurei a mim mesmo te amar eternamente.

Eu não faço questão de ser aceito, se eu for só ignorado pra mim já está bom.

O vazio que sinto dentro de mim faz com que eu me sinta cheia desse nada! E acredite, estar cheia de nada é tão complexo e ruim como estar cheia de tudo.

Sou o veneno, o mel e o sal...o ódio, o amor e o mal! Me descreva como quiser, receba de mim o que merecer...

Para mim o arco-íris não brilha mais.Nossas promessas foram por água baixo como a chuva.Passou pelos ralos se debatendo como ratos desesperados.E sumiu no horizonte como vapor.

"O álcool é um veneno, mas tem certas coisas dentro de mim que eu preciso matar."

Eu sou assim, se você se afastar de mim, eu vou achar que incomodo e vou me afastar também...

Dias difíceis passaram por mim, nada acontece de graça, enfim...

Caso alguém queira saber sobre mim, diga que pinto poesias,
não gosto de desalegrias e amo a paixão.
Nos traços de uma pintura imagino a saudade
e todo o amor que invade o sentimento de um coração

Você acreditaria em mim se eu dissesse que eu também estava com medo de tudo?
Todos os corações sinceros, e todo o tempo restante

Toda a minha vida, homens como você zombaram de mim. E toda a minha vida eu estive derrubando homens como você na poeira.

Game of Thrones
Lady Brienne of Tarth

A gente se mata sem razão...
Em cada decepção é parte de mim que se vai!
Então vamos vivendo sem rumo e morrendo aos poucos...

Enviar trechos bíblicos para mim é como enviar pornografia para um senhor de 96 anos: eu lembro daquilo, já gostei, mas não provoca nenhuma reação mais em mim há muito tempo.

Apenas me diga o que você quer de mim. Porque… quero dizer, você quer que eu vá embora?

Eu vi minha vida ramificando-se diante de mim como a figueira verde da história.
Na ponta de cada galho, como um figo gordo e roxo, um futuro maravilhoso acenava e piscava. Um figo era um marido, um lar feliz e filhos, outro era uma poetisa famosa e consagrada, outro era uma professora brilhante, outro era a Europa, a África e a América do Sul, outro era Constantino e Sócrates e Átila e outros vários amantes com nomes exóticos e profissões excêntricas, outro ainda era uma campeã olímpica. E, acima de tais figos, havia muitos outros. Eu não conseguia prosseguir. Encontrei-me sentada na forquilha da figueira, morrendo de fome, só porque não conseguia optar entre um dos figos. Eu gostaria de devorar a todos, mas escolher um significava perder todos os outros. Talvez querer tudo signifique não querer nada. Então, enquanto eu permanecia sentada, incapaz de optar, os figos começaram a murchar e escurecer e, um por um, despencar aos meus pés.

Sylvia Plath
The Bell Jar. New York: Bantam Books, 1972.