Deixarei que Morra em Mim
Meus sentimentos não passam de leve — eles rasgam, queimam, vibram na pele.
Tudo em mim sente demais, vive demais, doa demais. Deus me livre de atravessar essa vida de forma mecânica, anestesiada, e sem alma.
O que me torna tão humana é justamente essa vulnerabilidade em sentir tudo. Essa entrega sem defesas, essa coragem de sentir até o que machuca.
Porque até a dor, quando vivida por inteiro, me lembra que ainda estou aqui — viva, presente, pulsando.
E eu sou grata por isso.
Porque a vida é breve, e talvez essa seja a única chance que eu tenha de sentir tudo o que há pra sentir
eu sou profundamente grata por não ser feita de indiferença.
Pois ser indiferente seria desperdiçar o milagre de estar viva.
Adoro essa frase de Beethoven — para mim, ela vale uns 8 bilhões de curtidas e comentários:
“O único símbolo de superioridade que conheço é a bondade.”
Mas, infelizmente, a maioria das pessoas ainda admira e respeita apenas a beleza física, a riqueza, a competência profissional, o sucesso. Como se essas coisas tornassem alguém melhor do que os outros.
Só que muitas dessas qualidades não são escolhas. São resultado de herança genética, posição social, ou simplesmente sorte. Então me pergunto: superior por quê? Por nascer bonito? Rico? Por herança? Isso não faz sentido.
Ninguém é melhor do que ninguém por causa disso. A única forma legítima de “superioridade” é a bondade — não como sinal de que alguém vale mais, mas porque faz o bem ao outro, e isso é o mais elevado que um ser humano pode alcançar.
O ser humano não é uma construção individual. Somos fruto de uma coletividade, do cuidado de um outro. Esse “outro” é essencial. Mas o sistema capitalista nos condiciona a pensar apenas em nós mesmos. Faz com que muitos se tornem egoístas, competitivos, desejando parecer “melhores” porque têm mais dinheiro ou status.
E o mais triste: os que mais poderiam ajudar, os que mais têm recursos para fazer o bem, muitas vezes se ocupam apenas em comprar coisas caras para provar algo a alguém — em vez de investir no que realmente importa: o ser humano, que é o bem mais precioso do universo.
A bondade é a qualidade que mais deveria ser louvada, admirada e respeitada. Porque ela não se volta para si mesma, mas para o outro. E fazer o bem ao outro é o gesto mais sagrado que alguém pode praticar.
"Está acompanha de vozes, gente, multidões - Há um silêncio que grita dentro de mim - é desta solidão a qual eu me refiro.
Quando chegar o silêncio da noite, lembre-se de mim , pois eu não preciso do silêncio, nem da noite para lembrar de você.
Soneto I
Não precisas chorar,
Quando alguém lhe machucar, amor.
Lembre mais de mim,
Do quanto eu amo ver você sorrir.
Viva, contentimente comigo.
Pare de gritar, pare de falar
Que não me ama mais.
Pare de amar, volte a me abraçar.
Vai seguindo a rua,
Logo vire à esquerda, vá no beco
Sem saída, encontre minha vida.
Ela causa uma intriga.
Se eu chegar sem avisar, se despir
E depois amar mais ainda.
Pra mim a verdade não é entendida.
A verdade é revelada àqueles que, com coragem, se abrem para experiência-la.
O silêncio sempre foi para mim uma dualidade, entre a paz e o temor. Via a paz como uma pomba branca, serena, que em seu voo representava liberdade. No entanto, via também o silêncio como algo assustador, um gato preto, com olhos de mel, belo, mas em momentos de fragilidade o via como uma ameaça. O silêncio era a paz, mas era também meu lado selvagem. E o silêncio vinha a meu encontro com todo pesar da solidão. Era eu sozinha no mundo, sujeita a abundância e perigos. A solidão de não ter com quem compartilhar minha visão de mundo, que fluía entre a loucura e a lucidez. Às vezes eu amo o silêncio como um afago em meu rosto. Mas às vezes eu o temo, como se eu estivesse frente a frente a uma natureza adversa. Seja como for, o silêncio me dói, como as noites escuras em que sozinha enfrento aflições criadas em minha própria mente. E o silêncio se transforma em um monstro vindo em minha direção. Sinto o temos de minhas mãos e uma angústia ameaçadora. Então rogo aos céus um alívio. E uma pomba branca dorme em coração.
Minha mãe me nomeou Matheus. Pela vida, muitas vezes, foi preciso me refazer. Dentre vários de mim se destaca um eu. Alguém que veio ao mundo nu e sabe que dele nada levará. Mas que em sua caminhada poderá criar ou imaginar mundos possíveis para aqueles que sentem-se desentendidos do eu, dos outros e talvez do mundo. Aqueles que não tem nada a perder e sabem disso dedico essas poesias.
dedico minhas poesias a quem na vida, nos cantos das paredes ou nas andanças do mundo sente-se as margens. dedico essas poesias a você a quem se sente, por vezes, um zer0 à esquerda.
Eu, por mim, não aprendi muito – e é por isso que valorizo cada fiapo de ensinamento que os dias foram me dando.
Eu, por mim, não aprendi muito – e é por isso que valorizo cada fiapo de ensinamento que os dias foram me dando. E valorizo sobretudo o que aprendi à minha própria custa. Não é por vaidade, acho que é porque doeu mais aprender desse modo, custou mais caro, e a gente esquece menos.
Livros, para mim, são tão importantes quanto o que há de mais sagrado nesta vida: um apanhado de folhas que nos transportam para mundos que nos confortam e parecem sempre aparecer na hora certa.
Enxerguei em você o inabitável em mim:
Amor, felicidade, compreensão.
Cuspi a tristeza diversas vezes por ai
Com você era difícil não sorrir.
Na escuridão
Ao tocar seu corpo tudo se ilumina, achei a direção.
Tornei-me aventureiro diversas vezes
Desbravando um mundo desconhecido
Sem mapas, sem guias, me perdendo em pura poesia.
Wesley Nabuco.
Diminua as luzes querida, veja o inferno que existe em mim, dance com meus demônios; Abra as portas e deixe-me entrar, prometo passar toda noite dentro de ti.
Riscaram minha pele com brasa, assassinaram minha mãe, roubaram de mim o meu filho, chicotearam meus irmãos. Acredite, ainda diziam se sujar no roçar com nossas peles... cafés e cafés com leite por ai; O pobre branco de espirito não sabia, mas, meus olhos sorriam mesmo sem nada a ter graça, a pele que carregava as marcas da chibata se rasgavam, minha vida já caminhava e do outro lado da calçada encontrei eu a paz, sem cor de pele para entrada.
Música- ( Par com a solidão) segunda versão.
Só dá tu
Da eu.
Fico em ti,
em mim.
Faço lar, meu par.
Com você a "sós"
Com você sou nós
Solidão, então, coração na mão.
Faz (assim) 2x
Me deixa só ( sozin),
mas fica aqui (pertin),
de mim, amor. 2x
Só dá tu,
Da eu.
Com você a sós.
(Fica nós) aqui. ( Assim.) 2x
Vem pra cá meu bem!
Fica aqui, ali.
Diz pra mim (que quer) (ficar a sós.) 2x
Que quer ficar a nós.
( Aaaaaaa nóóóoooooooooooooooh nós.)
Me deixa só ( sozinha.),
mas fica aqui ( pertin),
de mim, meu bem.
Te deixo só ( sozinha.)
Mas fico aqui ( pertin.)
de tu, amor.
Ficamos só ( sozinhos),
fazendo par com a solidão.3x
Sei falar do sexo, da vida, das rosas, dos amores e sabores, ainda assim não sei falar de mim. Muitos riram. Mas quis visitar em mais noites os seus sonhos por meu próprio prazer, não é egoísmo, é uma questão de ver que sua visão é tão centrada, enquanto a minha faz meandros, a sua me aponta direções. Nesse mundo de imaginação, basta te conhecer pra saber que nem sempre é conto de fadas, no meio de tanta risada com piadas tão sem graças, vi que escolhi a pessoa certa pra enlouquecer da pior e das melhores maneiras.
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