Deixar o Trabalho
Nem só de polêmica vive Marcos Offrede.Há momentos em que dedico meu tempo ao trabalho, enquanto em outros, escrevo ou, quem sabe, me perco em palavras que poderiam ser ditas aos ventos.
Quem não quer se dar ao trabalho de se dedicar objetivamente naquilo que quer para sua vida, só restará aplaudir os outros que assim o fez.
A maioria das pessoas vive no automático e não querem se dar ao trabalho de pensar, se pensassem, fariam muitas coisas diferentes do que fazem hoje!
Não se sinta incapaz se em seu trabalho, não consiga fazer nada como seu chefe lhe pede, pode ser, que você esteja qualificado para ser o diretor da empresa é não o ajudante geral .
Qual frequência de sentimentos vibram dentro e ao redor da sua vida?
No seu trabalho, no seu lar, sentado na mesa de jantar?
Você transmite apenas a média no momento presente do que escolhe e escolheu sentimentalmente vivenciar.
Como sentir o sabor do que nunca teve coragem de experimentar?
A vida é muito curta para caber em sentimentos razos e não para criar a sua própria forma de ser feliz.
Respeita teu colega de trabalho. Cada um sabe o peso da própria cruz. Seja luz em forma de gente, escuridão só a do céu estrelado.
A sua desenvoltura no trabalho diz mais sobre quem você é profissionalmente do que sobre o cargo que ocupa.
Quando o prefeito é irresponsável, o secretário não aparece no trabalho e a maioria dos funcionários preenche o expediente falando da vida alheia.
O Peso Invisível
✍ Por Diane Leite
Dizem que o home office foi a grande revolução do trabalho. Dizem que agora podemos conciliar tudo – carreira, filhos, casa, sonhos, ambições. Dizem que podemos trabalhar no conforto do lar, produzir enquanto assistimos ao crescimento dos nossos filhos. Dizem tantas coisas…
Mas ninguém diz a verdade.
Ninguém fala sobre as palavras interrompidas, sobre o cursor piscando na tela enquanto uma voz infantil chama sem parar: “Mamãe, mamãe, mamãe…” Ninguém menciona o caos mental de tentar responder um e-mail enquanto alguém puxa sua blusa pedindo atenção. Ninguém fala sobre a raiva silenciosa de tentar construir um futuro enquanto mãos pequenas tentam te puxar para o passado – para aquele tempo em que você era apenas mãe, apenas colo, apenas entrega.
O mundo aplaude pais que trabalham de casa, admirando sua dedicação e equilíbrio. Mas quando é a mãe que tenta, o que ela encontra? Um labirinto sem saída.
Ela tenta negociar, tenta explicar.
"Filho, me dá só mais meia hora e depois a gente brinca."
"Mamãe está ocupada agora, mas depois vamos ver seu desenho favorito juntos."
"Por favor, me deixa terminar isso, é importante."
Mas as crianças não entendem tempo. Elas entendem presença. E quando percebem que a mãe está ali, mas não está, insistem, persistem, exigem. Querem tudo. Querem agora.
E a mãe?
A mãe não está frustrada porque não ama o filho. Não está frustrada porque não quer estar ali. Ela está frustrada porque precisa pagar as contas. Porque precisa trabalhar para sustentar o filho que, ironicamente, é quem a impede de trabalhar.
E o pior: a criança não entende.
Ela não sabe que aquela mãe exausta que pede “só mais um minutinho” está tentando garantir um futuro para ela. Não sabe que, enquanto brinca distraída, aquela mãe está planejando, negociando, buscando um jeito de fazer tudo funcionar.
A mãe engole a raiva. Engole o cansaço. Engole o grito que quer sair.
Porque o mundo já a ensinou que mães não devem sentir raiva dos próprios filhos.
Porque o mundo já a convenceu de que esse é o seu papel e que reclamar é ingratidão.
Mas lá dentro, um vulcão silencioso se forma.
Não é culpa.
Não é medo.
É frustração.
Porque enquanto o pai seguiu sua vida, ela parou. Enquanto ele construiu, ela segurou tudo sozinha. Enquanto ele dormiu tranquilo, ela ficou noites em claro, estudando terapias, pesquisando tratamentos, garantindo que aquele ser pequeno e frágil tivesse um futuro.
Agora que o filho cresceu e que ela finalmente tenta respirar, tudo parece puxá-la de volta para aquele tempo de doação total. O tempo que parecia ter ficado para trás, mas ainda vive dentro dela.
Ela sente raiva porque percebe que ninguém vai dar esse espaço a ela. Ela terá que tomar esse espaço.
Mas ninguém ensina como.
E então ela segue, tentando negociar, tentando encontrar um pedaço de tempo entre as exigências do dia.
O cursor ainda pisca na tela.
Os e-mails ainda esperam.
Os sonhos ainda querem nascer.
Mas há um peso invisível sobre seus ombros.
O peso de ser mãe e ser mulher ao mesmo tempo.
O peso de carregar tudo enquanto o mundo finge que não vê.
Mas ela vê.
Ela sente.
E um dia, de algum jeito, ela vai conseguir respirar de verdade.
E não pedirá mais desculpas por isso.
Diane Leite
MANIFESTO DE QUEM TRABALHA PELO TODO
Por Diane Leite
Eu não trabalho para lados.
Eu não defendo bandeiras.
Eu não sirvo a partidos, nem a religiões.
Eu trabalho para o TODO.
Porque tudo o que divide, é controle.
E tudo o que é controle, é prisão.
Partido divide.
Religião afasta.
Ritos criam muros.
E eu sou ponte.
Não estou aqui para ser símbolo de grupo algum.
Estou aqui para ser canal de algo maior.
De algo que inclua e liberte.
Eu trabalho por inclusão, não por conveniência.
Pelo coletivo, não pela aprovação.
Pela verdade, mesmo que doa.
Pelo TODO, mesmo que custe.
Não me curvo à seletividade emocional.
Não me silencio por alinhamentos ideológicos.
Não me vendo por aceitação social.
Sou sensível.
Sou estrategista.
Sou mãe atípica.
Sou essência em movimento.
E o meu compromisso é com o que é justo, inteiro, verdadeiro.
Se uma árvore queima, eu grito.
Independente de quem esteja no poder.
Se alguém é excluído, eu acolho.
Independente de quem esteja aplaudindo.
Se algo dói no mundo,
é comigo também.
Eu não vim para agradar.
Eu vim para unir.
Allah,misericordioso e benevolente,ensina-nos a orar, sem esquecer o trabalho,as obras
doar, sem olhar a quem,servir, sem perguntar até quando...
sofrer, sem magoar, seja quem for,progredir, sem perder a simplicidade,semear o bem, sem pensar nos resultados...
desculpar todos, sem condições,caminhar, sem contar os obstáculos,enxergar as pessoas sem malícia...
escutar, sem corromper os assuntos,falar, sem ferir.
compreender o próximo, sem exigir entendimento...
respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração.
dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxas de reconhecimento...
Oh, fortalece em nós, a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros, para com as nossas próprias dificuldades..Não permita que façamos aos outros aquilo que não desejamos para nós...
Ajude-nos óh misericordioso, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será, aquela de cumprir seus desígnios onde e como queiras,nos alivie as dores,nos facilite materialmente,e nos conduza á paz.amim.
Se você quiser que a justiça seja feita, saiba que dá trabalho. Fazer o que é certo e justo tem seu sacrifício.
Chego no trabalho e vejo as pessoas felizes, divertidas, dinâmicas em suas atividades, mesmo dia após dia. Eu tenho que reunir forças para me levantar. Tomar coragem para enfrentar o dia. Trabalhar como se fosse um prazer.
Ele (Paul Whasher) não fala de trabalho. Fala da entrega de sua vida, de todo seu ser, mesmo que continue no seu trabalho, com sua família, É algo além disso tudo. É compromisso com Deus onde você estiver.
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