Deixa me Ir
Cabe a curadoria de arte, ir além do universo privado e particular do artista e sua obra e encontrar uma nova conexão com o olhar publico inclusivo de todos os espectadores. Com isto provocar novos diálogos entre a obra, o tema, o tempo e o espaço.
A Grande Festa da Natividade, deve ir além da religião, é a celebração da vida, do amor universal onde todos os povos vivam em união.
O operário brasileiro tem por habito, ir ao banheiro durante as horas de sua jornada de trabalho. Por que eles acreditam que é o único lugar do mundo, que eles fazem suas necessidades fisiológicas, ganhando por tempo.
Desafie-se a ir alem, só você sabe onde quer estar e que frutos quer colher. E no final, o abraço mais quente e amoroso, sera o seu próprio.
Eu liberto e deixo ir,
Tudo aquilo que não me acrescenta.
Eu liberto do meu ser,
Todos os pensamentos e sentimentos que me impedem de evoluir.
Eu liberto da minha vida todas as crenças que me autossabotam.
Eu só permito ficar o que contribui para a minha felicidade, paz interior e minha evolução espiritual.
Gratidão pela oportunidade desta experiência!
"O corpo é o carro(casa) utilizado pelo piloto(alma/espírito/mente) aonde ele precisar ir, no meio físico! Mas, não o prende!"
O pai de família
ou o esteio da mesma
precisa ir trabalhar para encher a geladeira que deve estar vazia
Para o grande risco do Pai de família ou o esteio serem contaminados e acontecer o pior
O que fazer com a geladeira vazia e a falta do esteio ou do pai de família?
Mais além
É ir em frente sem olhar a quem
Mais além
É resistir a todos e tudo que vem
Mais além
É persistir sem medo de ninguém.
Mais além
É resistir aos vendavais e ao fomento
É persistir a todo sofrimento,
Porque depois deste mal que já não aguento
Vem o meu dia de alento...
Poema - Sereia
O dia tava paia
Resolvi ir à praia
Caminhando pela areia
Cair no canto da sereia
Ela tava deitada
Toda bronzeada
Em frente ao mar
É de outro patamar
Que corpão
Roubou minha atenção
Algo dentro dela
Me deixou sem ideia
Dei um mergulho
Viajei até Mercúrio
Mundo da imaginação
Faz qualquer um comer nas suas mãos.
Depois do mergulho
Ainda meio confuso
Ela passou por perto
Cantando a música do Roberto
Olhou para trás
E disse "até mais"
E deu um sorriso
Me senti no paraíso
Concluiu dizendo "pode chegar
Que amanhã estarei no mesmo lugar"
Já indo embora
Atrapalhei os manos jogando bola
O homem quando fica apaixonado
Fica assim meio desligado
Fui dormir pensando nela
E acordei pensando nela.
O dia amanheceu
Já que aconteceu
Seja o que Deus quiser
Por isso vou na fé
Ela tava lá na barraca
Na cadeira sentada
Tomando uma água de coco
Chamando a atenção dos outros
Dá licença aí parceiros
Que essa eu vi primeiro
Ela chegou logo encostando
Dizendo que tava me esperando
Realizamos o nosso desejo
O primeiro beijo
O resto é história
Que começa agora.
O único vício
É ler os livros
Para se manter informada
Não curte balada
Prefere ir ao cinema
Não é mina de esquema
É mina de responsa
Que passa confiança
Para um futuro relacionamento
Para todos é um exemplo.
O destino é a escola
O sonho desde criança é ir à escola estudar.
E a coragem e a determinação
Fazem parte do dia a dia e se manifestar.
Por estradas, rios ou igarapés, o destino é o grupo escolar.
Tudo se resume em viver e educar.
As aventuras estão pelo destino a se revelarem,
E, assim, toda criança neste mundo merece o seu sonho realizar,
Começando pelo mais importante: o de poder estudar.
A vitória e a conquista depende do campo de visão.
Porque não podeis ir aonde não consegues enxergar.
Aonde ir, para eu chegar?
Em qual lugar há solução?
Está tão igual assim.
Por favor, cause em mim renovação.
Em minhas veias percorrem algo em teu sentido.
Meu pensamento energiza sua presença,
querendo que tu voltes, antes que o pouco do dia em mim anoiteça.
Ilumine este meu caminho.
Quero ver a vida que vive aqui;
Que de Ti não deverias sair.
Conto da vida real - 1
Dalila deixou a sua vida segura para ir viver com Augusto. Partiu sem olhar para trás, fascinada em conhecer o que havia de interessante do outro lado do atlântico, culturas, novos lugares e estar com a sua paixão, o Augusto.
Não se passou muito tempo e Dalila estava encantada com tudo que vivia. Mas, em uma ocasião, sem que ela tivesse astúcia para perceber, lá também tinham as suas coisas esquisitas.
Depois de viver muitos anos por lá e desistir de tudo, Dalila começou a recordar de muitas dessas coisas, situações que a paixão não permitia que enxergasse. Foi então que Dalila me contou uma delas, dentre tantas outras que veio a contar mais tarde. Vou relatar a primeira, deixando as outras para adiante.
Era uma noite fria, ela não se lembra bem se já era inverno, poderia ser uma noite de outono. Augusto ainda não se tinha deixado conhecer plenamente por Dalila, aliás, nunca se deixou conhecer, mas sempre a tratava com muito carinho e desvelo. Os dois saíram naquela noite e foram à Nazaré, um sítio de praias bonitas e turísticas, lugar que Augusto conhecida muito bem, pois passou a sua infância, adolescência e continuou a frequentar freneticamente na vida adulta, conhecia cada ruela de casas antigas e bem conservadas, muitas ruelas não se entrava com o carro.
Dalila já não muito jovem, estava entrando na idade dos seus 40 anos, mas ainda tinha lá um charme que encantava e, em sua cegueira por Augusto, lhe confiava a sua proteção diante do novo. Tanto Augusto quanto Dalila gostavam da boêmia e bebiam uns copos para se divertirem.
Naquela noite, depois de não beberem muito, estavam alegres e sorridentes, quando Augusto encontrou três pessoas, uma mulher e um senhor, ambos de meia idade, e um terceiro senhor mais jovem e de boa aparência, usava um sobretudo, talvez de cor preta ou cinza escuro, na luz da noite não se fazia possível perceber bem. Foi então que algo muito estranho aconteceu.
Dalila não compreendeu o que Augusto conversou com eles, estava mais para sussurros do que para uma conversa descontraída. Augusto pega na mão de Dalila e a puxa, quanto ela pergunta para onde iriam, ele responde, vamos até um lugar com essas pessoas, pessoas mesmo, que ela nunca soube os seus nomes.
Caminharam um pouco pelas ruas estranhas da Nazaré e o senhor mais velho abriu uma porta, vagamente Dalila se lembra que mais parecia estarem entrando em um porão. O ambiente era mesmo muito estranho com algumas mesas e bancos de madeira, e também algumas cadeiras, não havia muita coisa lá dentro, e com pouca iluminação, era como se estivessem num mausoléu de tamanho maior, tudo muito fúnebre.
Dalila se lembra que serviram uma bebida que continha álcool, não sabe que tipo de bebida, também não sabe o que adicionaram na bebida, porque ela se sentiu diferente depois de ingerir alguns goles, e parou imediatamente de beber. Augusto ficou conversando com o senhor e senhora mais idosos e deixou Dalila sem muito ambiente e a solta. Dalila são sabe dizer se Augusto estava a fazer tudo com algum propósito, com certeza Dalila sabe que Augusto, homem da vida e bem vivido, de inocência não tinha nada.
Passado alguns minutos, o senhor de sobretudo e mais bem aparentado, começou um diálogo com Dalila, conversa estranha de gente esquisita, ao ponto de dar uma cantada na Dalila como se ela fosse uma mulher da vida. Ela percebeu que tudo aquilo era extremamente novo para ela, era o submundo que nunca havia conhecido e, sutilmente se achegou a Augusto e disse para irem embora que a conversa não era agradável. Mais estranho foi a atitude de Augusto, sem titubear e nem pegar na mão dela, saiu muito furioso e a andar depressa sem esperar por Dalila, que saiu correndo atrás de Augusto que já se retirava do recinto.
Caminhando apressadamente, Augusto na frente e Dalila atrás sem entender nada, foram até o carro e se dirigiram para casa e, nunca mais falaram sobre o ocorrido.
Dalila e Augusto voltaram muitas vezes na Nazaré e, Dalila se lembra em ter visto o tal senhor do sobretudo, mais de uma vez, ele fingia que não a conhecia e ela também. Dalila nunca comentava nada com Augusto.
Passaram-se alguns meses e Augusto falou para Dalila que o tal senhor mais velho havia falecido. Dalila pensou... estranho Augusto se interessar sobre a vida e a morte de uma pessoa tão esquisita... Teria Augusto mais conhecimento naquelas pessoas que ela não percebia? Seria Augusto tão estranho quando eles? Queria Augusto em conluio com aquelas pessoas testá-la, por não a conhecer bem e não ter certeza de quem ela realmente era? Queria Augusto que Dalila fosse uma mulher da vida para conseguir proveitos financeiros? Era Augusto um atravessador de prostitutas e se deu muito mal com Dalila?
Hoje Dalila sabe o quanto foi míope durante alguns anos. Sim, o homem que ela prezava tem como resposta, para todas as perguntas mais negativas que ela se fez e faz sobre ele, positiva. Augusto é do submundo.
Deixe ir
vai passar ,
talvez não agora,
não instantaneamente,
talvez demore uns dias, messes ou um ano,
mas vai passar.
poesia?rima?sla
Você sabe que eu não vejo a hora,
a hora de ir pra escola e te encontrar novamente
Eu penso muito em você recentemente
e percebi que quero esses pensamentos para o resto da minha jornada
não esqueça de olhar antes de atravessar pelas calçadas.
to com saudades, saudades de abraços, de amassos, de textos, de beijos, de saidas, de idas e vindas.
Tô com saudades até da escola pois lá era o lugar onde eu te via onde eu te ouvia onde eu te ouvi onde convesamos sobre muitas coisas sobre nossas aventuras loucas.
Nesse tipo de texto só penso no amor,
oh coisinha com 4 letras que me trás tanta dor,
parece estranho escrever mas sei que quem precisa um dia vai ler, ja pensei e se eu desisti de tudo sabe num sentido literal, lembrar disso só me faz ficar mal
ja tive uma fase ruim mas já passou
apaguei com borracha e agora vou apontar meu apontador, pra escrever mas um texto que eu sei que não é um desleixo, faço pra me distrair não para mentir, faço pra desabafar pois é inacreditável o que uma mente só pode pensar. ao fim então cheguei e enfim de novo repito que me apaixonei
O fim na verdade foi brincadeirinha calma eu não conto mintirinha, as pontas de exclamação foram apontadas, ae por mim mesma que piada
o ponto de interrogação foi sorrateiro ele é mole(lá ele) formato de s que ligeiro.
nesse texto eu não sei mais o que colocar o que falar, eu to sem net nem sei como vou postar
na real kakakka cansei de escrever acho que vou reler e pensar se vou mandar pra você, sla tem coisas que eu preciso mostra pessoalmente SLA vai que agrada a mente
não que esse texto seja importante
na sua opinião eu sou ignorante?
então que confusão -!!!
to animada pra ver "you" sabia
claro que sabe océ tem sabedoria
queria que fosse logo,
telobo ksks tchau (o gato faz? )😼
Os sábios sabem como ir ao seu encontro, e até onde podem chegar,os loucos querem apenas ir,e não importa a forma usada pra conquistar.E os tolos acredita que tudo não passa apenas de uma mera jogada de sorte,e que qualquer um pode ter.
Felicidade!
De que adianta ir a uma igreja, ouvir um belo e rebuscado sermão se nossa vida não brilha? Para que buscar "as coisas de Deus se a alegria do Senhor é nossa força e o amor para com o próximo” e você na rua, no trabalho e em casa só sabe murmurar e reclamar de tudo, todo mundo não presta aos seus olhos, odeias os pobres, pisa nos mais fracos, se acha o todo poderoso? Para que usamos um terno e gravata e levamos uma Bíblia na mão quando vamos aos cultos, outros que vestem túnicas lindas e vão a missa, distribuem hóstias sagradas, se não somos capazes sequer de dar um “bom dia” ao nosso vizinho, ao pobre mendigo sequer doamos um olhar, do próximo queremos estar o mais longe possível, pensamos que o nosso mundinho sórdido é o único lugar que Deus frequenta ? Amigos aprendi na vida, talvez um pouco tarde, mas creio que foi o momento certo que Deus me preparou, o maior testemunho, os caminhos de Deus, a verdadeira devoção as causas de Deus, o melhor sermão esta naquilo que as pessoas veem no nosso dia-a-dia — através de palavras, atitudes, gestos e a bondade que deve ser livre e espontânea em cada um de nós; e não uma moeda de barganha com Deus....
nene policia.
Tem muita gente sem vergonha, que não tem coragem de ir a luta, vive a sombra do politico corrupto como um cão sarnento, come das migalhas feito porco, visto como um veneno para democracia...Pior de tudo é que se acha um cidadão de bem!
nenepolicia
