Defendo meus Amigos
Mulher Poema
Poeta não faça de mim
sua musa inspiradora,
pois irá perder-se em
meus mistérios...
nem tente descobrir
a essência que carrego.
Quando subo em cima do meu skate meu mundo muda, meus pensamentos deixam de existir, meus problemas somem, apenas vejo meus pés em cima do skate, se caio? me ergo novamente, e sigo firme para o proximo rolé.
Perdoe meu erros
Reconheça os meus acertos
Elogie e perceba as minhas mudanças
Pois elas foram feitas especialmente a você.
O que fazer se os meus olhos não encontrarão os seus
Se meu coração não sentira o seu,
Se seus abraços não são para meu afago,
E se seus beijos não tocam mais meus líbios,
Se seus pés não caminham em minha direção,
Se nossos mundos se tornaram tão opostos que nem por um furacão se encontrarão.
O que fazer se te amar significa amar em vão
E te querer significa não te ter e ferir meu coração.
O que fazer se te ver em meus sonhos é o máximo que posso chegar,mesmo que meu coração não queira acreditar.
O que fazer se esse amor não tem inicio nem fim.
E a resposta para o que fazer? Não existe porque me esquecendo de vc eu, eu me esqueço de mim
Aqui pra nós,
Detesto o que limita minha beleza,
minha educação e meus bons costumes,
gosto do meu sorriso, da minha integridade,
do que sou e do que posso ser,
não sou boazinha, apenas vivo de reciprocidades,
não me prendo a um espelho que só tem reflexos,
gosto do que é real....
gosto de mim...
Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero [...]
Senti a palheta nadar entre as cordas do violão. Meus dedos subiam e desciam as casas de madeira velha. Viajei para longe dentro de mim.
Não se se voltei.
Eu carrego comigo uma caixa mágica onde eu guardo meus tesouros mais bonitos. Tudo aquilo que eu aprendi com a vida, tudo o que eu ganhei com o tempo e que vento nenhum leva. Guardo as memórias que me trazem riso, as pessoas que tocaram minha alma e que, de alguma forma, me mudaram pra melhor. Guardo também a infância toda tingida de giz. Tinha jeito de arco-íris a minha.
* A tua onipresença nos meus pensamentos parece ter feito o resto do mundo evanecer frente aos meus olhos. Eu consigo facilmente enxergar teu vulto sob a luz dos postes, bem como o teu reflexo ao lado do meu, nas vitrines das lojas. A TV tenta, mas não consegue abafar o som da tua voz, cujo calor provocado pela proximidade da tua boca me fez esquecer do frio que faz lá fora. No lugar de onde venho, sempre faz frio lá fora, e eu levo em alguma parte de mim a lembrança desse lugar.
* A vontade de sanar esse frio me trouxe até você. E, agora, com teus passos ecoando junto aos meus, acho que não consigo mais andar sozinho. E, mesmo que eu consiga, não quero fazê-lo. Hoje eu sei como é a sensação de acordar e ver que aquele sonho antigo nada mais é do que a atual realidade.
* Enfim, é mais ou menos por aí.
Homenagem às mães!
Ela lê meus pensamentos... No silêncio do seu abraço,
ela me acalma e me ouve...
Sem criticar, sorri, quando só sei chorar, e quando tudo está ruim!
Ela diz acalma-te, tenha fé...
A mamãe está aqui para sempre te ajudar!
Na sua infinita sabedoria, no seu intenso amor!
Mãe é mãe e nada irá substituir esse amor sem nada em troca pedir!
Rogo a Deus que eu me vá primeiro, pois mãe é fortaleza!
E, sem ela, minha vida seria somente tristeza!
Que o limite dos meus sonhos seja a fé.
Que o desânimo seja vencido pela força de vontade.
Que o bem que mora em mim seja mais forte do que a maldade dos que me cercam.
Que o meu foco seja a felicidade.
Que não me faltem motivos para agradecer.
E que eu tenha paciência para esperar as grandes coisas que Deus tem preparado para mim.
Na casa defronte de mim e dos meus sonhos,
Que felicidade há sempre!
Moram ali pessoas que desconheço, que já vi mas não vi.
São felizes, porque não são eu.
As crianças, que brincam às sacadas altas,
Vivem entre vasos de flores,
Sem dúvida, eternamente.
As vozes, que sobem do interior do doméstico,
Cantam sempre, sem dúvida.
Sim, devem cantar.
Quando há festa cá fora, há festa lá dentro.
Assim tem que ser onde tudo se ajusta —
O homem à Natureza, porque a cidade é Natureza.
Que grande felicidade não ser eu!
Mas os outros não sentirão assim também?
Quais outros? Não há outros.
O que os outros sentem é uma casa com a janela fechada,
Ou, quando se abre,
É para as crianças brincarem na varanda de grades,
Entre os vasos de flores que nunca vi quais eram.
Os outros nunca sentem.
Quem sente somos nós,
Sim, todos nós,
Até eu, que neste momento já não estou sentindo nada.
Nada? Não sei...
Um nada que dói...
Eu faço e abuso da felicidade e não desisto dos meus sonhos. O mundo está nas mãos daqueles que tem coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos.
Por quase noventa anos andei entre os meus e entre os seus. O tempo todo pensando que eu era completo comigo mesmo, sem perceber o que procurava. E sem encontrar nada, porque você ainda não estava viva.
