Defendo meus Amigos
O clarão da lua,
invade a escuridão da noite
para guiar os meus passos.
Só posso visualizar o brilho da poesia
As estrelas, são pequenas contas de luz
que dão brilho a cada verso
Para comover os sonhos
transformando cada um
em pequena inspiração.
Se você quiser meus versos
São do tamanho do teu amor
Que pode até ser intenso
Mas caso decidas ler
Serei sempre mto intensa
Pois no brilho dos teus olhos
Vejo a luz da recompensa!
Bjo no teu ♥.
Cler
Invento meus delírios e às 3 horas da manhã me confundo no silêncio e na solidão. Olhar pra trás é o que diz mais se o futuro é incapaz de me acalmar agora.
Ter você em meus sonhos é uma forma de manter viva a esperança de que um dia você vai ser pra sempre minha!
Os meus olhos tem a fonte do horizonte, e vendo a vida eu vejo que a vida é uma coisa comum abstracto, mas te conhecendo vim a descobrir que a vida não passa de uma aventura, dentro destas aventuras há sempre uma que nos hipnotiza que para mim você me deixou com a certeza que a vida é um diagnostico de amor
E todos os meus problemas ficaram pequenos ... O PROBLEMA maior engoliu todos os menores.
Quanta dor, e ter que se segurar, ter que ser forte ... "sozinha".
Minha mãe, minha vida inteira. Meu tudo.
O ultimo Caos
Você desmoronou meus castelos
Desfez os nossos laços
Destruiu as minhas fronteiras e matou o meu povo
E Fez tudo em silencio
Como país derrotado
Enterrarei os meus mortos
Estenderei estandartes em luto
E quando não puder mais chorar
Verei o que restou do meu reino
Salvarei o que puder ser salvo
Do meu reino solitário agora
Descasarei em meu trono cansado e vazio
E morrerei como um moribundo
Com a esperança de não renascer.
Pensamentos
Meus pensamentos, minhas sensações, meus sentimentos.
Que em meu Ser, afloram e se proliferam.
São ávidos por liberdade, pois quando se aprisiono um ou outro.
Estes apodrecem e causam-me envenenamento.
E são essas dores angustiantes causadas pelo envenenamento.
Que me lanço à escrita, “Ela” que é o antídoto do veneno.
Meu punho e minha caneta tornam-se instrumento dessa “Cura”.
E através de minha escrita, curo-me e liberto todos os “moribundos” de suas senzalas.
Revitalizo e os torno “Vivos” em linhas de páginas.
Que podem até, nunca virem a ser lidas.
Mas ainda assim serão livres e vivas.
As vezes necessito ficar só por algum tempo, só assim consigo me embriagar com meus pensamentos e encontro a coisa certa a ser feita.
Tenho medo. Medo de não ser capaz de atingir os meus objectivos. Medo de fracassar mesmo antes de conseguir dar um passo sozinha. Medo que a saudade venha e que fique de tal forma ligada à vida que tinha.
Aproxima-se o momento em que um ciclo fechará. É difícil admitir que não podemos permanecer sempre bem. A ideia de ter que aceitar novos desafios na minha vida assusta-me demasiado. Não sei se conseguirei fazê-lo sozinha.
Cada pessoa a quem me amparei até agora seguirá o seu caminho e eu...eu fico sem os meus pilares. Certamente que terei de construir outros mas...tenho tanto medo de ainda não estar preparada para esta mudança necessária.
Meu coração é apertadinho...
Bem no fundo do lago negro
Dos meus expressivos olhos,
Nada a tristeza, boia a solidão.
Mesmo com minhas marcas...
Já decidi! Vou continuar...
Preciso continuar
Continuar a sonhar.
Quem dera poder pendurar todos os meus problemas no varal; Assim quem sabe, eles se transformassem em pássaros e pudessem voar..
Deus desenhou em meus olhos um amor
Sempre visível
Onde quer que olhe percebo esse amor
Horas deixa a boca seca
Horas é impossível não sentir dor
Coração acelera louco
Em rotação de ponteiros tortos
Sem eixos.
Ó Deus por quê não me desenhastes asas?
Asas sensoriais, fluídas
Tecidas dos braços as mãos
Cheias de vida?
Meus olhos enfeitam a minha dor
As minhas sete vidas
É tão natural
Que tenha sempre mãos vazias
E poesia.
Eu uso sapatos n°35, que cabem confortavelmente nos meus pés,e só as vezes dão uma machucadinha. Mas eu já tive um sapato n°34, esses são quase impossíveis de usar, machucam demais, sem contar que quase não cabem no meu pé, eu tenho que fazer um esforço enorme. Mas depois eles machucam tanto, incomodam, apertam, criam bolhas. Eu não compro um sapato n°34 porque eu quero, mas eu vejo aquele sapato vermelho lindo na vitrine, e só tem o n°34, como não comprar? Mas depois ele me machuca tanto que faz eu não querer ter pé. É como se amor pra mim fosse um sapato n°34...
Preciso…
Atravessar a corda bamba dos meus pensamentos.
Preciso parar de dar nós no barbante da minha vida.
Preciso parar de andar em círculos.
Preciso caminhar por um só lugar.
Preciso e preciso.
Me encontrar, me entender, me permitir.
Preciso ficar sozinha, preciso ficar com alguém,
preciso do amor, preciso do ódio.
Eu nem sei do que preciso,
mas eu sei de uma coisa:
minha mente é um turbilhão de dúvidas,
de sentimentos que me matam
e me deixam assim…
Tão fria
Tão triste
Tão sombria
E querendo o que nem sei querer.
