Defendo meus Amigos
Algo que nasceu dentro do meu coração,que mudou a minha vida. Alegria do meu dia que defendo com unhas e dentes. Orgulho,que causa inveja em outros times…
Esse “algo” tem nome,SANTOS FUTEBOL CLUBE!
Ressalvo, não confio na justiça
Quantos Rafaéis Braga sem direito à mídia?
Defendo minha família, minha propriedade
Quem sangrou pra conquistar sabe o preço da honestidade
A única bandeira que defendo ou posto no status da minha vida é, foi e sempre será unicamente a de Cristo meu Senhor e Salvador!
Não no futuro, mas no presente, aqui e agora, defendo soluções customizadas e automatizadas para as empresas,
promovendo o direcionamento de leads, isto é, ganhando sobre
comissão, nada mais justo.
Cuidado ao comprar serviços de leads que você paga antes e
aguarda os leads depois, nunca vi funcionar para o contratante. Aliás, eu mesmo já contratei alguns para conhecer o que o mercado
tinha a oferecer nesse sentido. Há volume de cadastros, mas que
geram conversões baixas de supostos interessados, e que, por sua
vez, se convertem em muito poucos clientes. Vale salientar que é
difícil medir os resultados sobre os leads por que as conversões
em vendas são realmente baixas. Se for contratar alguma solução
digital para geração de leads, somente o faça em troca de comissão. Afinal, se o gerador de leads é bom e faz o trabalho dele ele, irá
aceitar; se ele quiser apenas vender um serviço, ele irá insistir em
honorários.
"N ataco e n me defendo...
N estou na luta e nem na guerra...
Sou o observador, aquele que move as peças...
Sou o jogador, não o brinquedo..."
Como eu acredito e defendo a real liberdade de expressão, não posso fazer campanha ou tentar calar, pessoas que não concordo com ideias e ideais, por mais detestáveis que me possam soar.
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO
Minha Filosofia é prática, defendo a liberdade intelectual e o desenvolvimento da inteligência emocional e a espiritualidade livre. Não me sinto confortável com a ideia de ordem, doutrina ou prisões criadas por homens. A vida acontece uma única vez. Penso que a literatura, o conhecimento são chaves para liberar o cérebro e deixar a consciência desperta. Minha Filosofia é criar liberdade para meu próximo por meio do conhecimento compartilhado. Não podemos viver uma vida medíocre, vazia, supérflua. Portanto, enquanto vivo, vou criar filosofia e educação.
Eu acredito nos homens. Acredito na sensibilidade deles, acredito que eles prestam, e defendo a teoria de que eles só precisam de atenção. Alguns precisam mais que outros, mais no fundo, é tudo o que eles buscam. Atenção. Carinho. Sorriso. Todos eles tem um coração, e melhor ainda, possuem sentimentos. Só precisam que a pessoa certa os ajude a mostrar este lado mais oculto da alma. Eu acredito nos homens.Para mim eles são incomuns: cada um com sua beleza, com seu jeito próprio de ser. A imparcialidade torna-se o charme, e mais um motivo para nós nos apaixonarmos.
Questionado sobre minha pobre escrita pelos tais gênios das letras, defendo-a, do mesmo modo que hasteei a minha bandeira do nada no vazio, defendo-a dizendo que essa não tem público alvo, escrevo ao homem e ao menino, ao mestre e ao discípulo, a água e ao vinho e por fim escrevo . Escrevo por achar que devo me permitir, explicação ou interpretação para minhas linhas pouco me interessa, se o desejo que habita for saciado de mais nada precisarei. Assim continuarei vivendo com um pobre rei, cercado de súditos imaginários, concumbinas indescritíveis e amores inenarráveis. Se não tenho a Pasárgada de Bandeira me contento com meu castelo inteligível e daí tirarei os mais nobres motivos para ser feliz e se porventura for interpelado usarei a minha espada de sol e sem crueldade, lutarei até o fim...........
Zé Fernando 16/12/09 03:03 da manhã
Mimética
Sou da mata, não me acerto na cidade.
Defendo-me do cativeiro de concreto,
Num desejo violento de liberdade.
Desamarroto as asas do pensamento,
Extrapolo pés automotivos, passivos,
Sedentos... Olhos de onça pintada, radar de morcego,
Patas de guará correm no cimento.
Naturalmente anti-cibernética, instintiva, apelativa,
Permissiva... Sou bicho-palha, macaco-prego,
Saci de duas pernas, Caipora, trilha refrescante.
Toda mata vive no meu corpo, plagas verdejantes.
Em mim vivem formas selvagens,
Sonhos que devoram ansiedade, viragens:
Bosque de mil segredos e folhagens.
Minh’alma ponteia verde estandarte.
Disfarçada na anacrônica Campinas fumegante,
Sou anti-vigas de aço, primitivamente blindada.
Naco de floresta oculta por pele esbranquiçada.
Mimética, simbiótica, defendo-me da morte.
Mas se um talho, um corte...
Verão que é seiva meu suporte.
Não Importa Com Quantas Palavras tentem me Atingir... Me Defendo Com Apenas UMA... AMOR... Eis a Proteção Que Se Fortalece a cada Dificuldade...
Eu não defendo os brancos, e eu não defendo os negros
Eu defendo a verdade e direitos e tudo disso.
Eu trabalho nas situações em que estou
Seguro minha posição e nunca saio do caminho
Eu não defendo os brancos, eu não defendo os negros.
Defendo a verdade e direitos e tudo isso.
Eu influencio nos lugares que estou
Defendo minha posição e nunca me desvio pro caminho errado
Sou nordestino!
Não me venha com ataque
eu me defendo muito bem
posso até sofrer um baque
que isso não lhe convém
eu não quero ser destaque
só não mudo o meu sotaque
pra agradar a seu ninguém.
Defendo a consciência por valorização de todo legado de matriz africana, que constituem minha essência de pertencimento, entendo que apenas o conhecimento aprofundado permite adotar atitude e postura esteticamente politica por valorização e reconhecimento de nossa verdadeira identidade, saber dizer não a qualquer atitude opressora de negação ou inferiorização de nossa identidade! Compreender e conhecer nossa historia de lutas e contribuições, é abraçar a responsabilidade em manter vivo absolutamente tudo, que nos represente por ancestralidade. Saber da obrigação de mantermos vivos os ideias de liberdade do líder Zumbi e de tantos outros martins que lutaram contra o monstruoso sentimento racista, que se converge em uma estratégia de apoucar todo ser de cor negra ou que se afirmem etnicamente de descendência africana, aqueles, com orgulho que batem no peito e dizem em claro e bom tom sou PRETO(A) ...Não existem aqui julgamentos apenas afirmações de que minha CONSCIÊNCIA É NEGRA..
Quem me conhece sabe que defendo relações matrimoniais (ou não matrimoniais) entre duas ou mais pessoas. Não sou contra a monogamia, mas defendo a diversidade de relacionamentos apoiados na convivência (ou na individualidade) onde o número de parceirxs não seja limitado nem determinado por alguém. E também sabem que apesar de questionar bastante alguns firmamentos ideológicos do movimento poliamoroso, ainda assim abraço esse tipo de relação.
Tenho alguns questionamentos como o de "até que ponto o relacionamento poliamoroso se difere da monogamia?", "Algumas relações, onde convivem 3 ou mais indivíduos, possuem as mesmas regras de conduta existentes nos relacionamentos mono?", "Quem são os dito Poliamorosos? E quem defende essa bandeira?" "Será que o Poliamor realmente se comporta como um movimento de desconstrução da dominação patriarcal, e da desconstrução da família “dita constitucional”?", “Até que momento o poliamor é caracterizado uma forma de amar não convencional?”
Um dos problemas centrais dessas relações (mono, poli, etc) é a fantasia da posse da outra pessoa. A ilusão, a ideia de propriedade do outro trará sem sombra de dúvidas a limitação, sujeição e/ou restrição das pessoas que compõem determinado liame, seja ele qual for.
Não significa que só pelo fato da pessoa se encontrar num relacionamento poliamoroso ela estará “livre para viver o seu amor”. Devemos ressaltar que vivemos o “nosso” amor, não o amor do outro. Se os sentimentos que constroem a relação forem fundados em ciúme, controle, angustia, rivalidade, inveja, não será nada dissemelhante às “filiações” monogâmicas. Pois se eu me sujeitar a um relacionamento poliamoroso, onde convivo com duas (ou mais) pessoas, de modo que a ambas serão estabelecidas regras que vão regular o comportamento de tais, veremos que são preceitos que coincidem com as relações padrões, onde uma pessoa deve ser “devotx” ao outrx.
Nem sempre o Poliamor revelará “liberdade”. Existem várias definições para liberdade, mas para o termo que estou usando, ela se definirá numa perspectiva física, algo para além da dominação, e para bem além do existencialismo.
Acredito cegamente no "relacionamento livre". Amo quem eu quero amar, na hora em que eu quiser amar, no lugar em que eu quiser amar (obviamente, tudo com o consentimento de ambas as partes). Acredito que o Relacionamento Livre é sinônimo de Empoderar-se. Algo para além de preceitos morais e éticos impostos por outro(s) indivíduo(s), o(s) qual(is) delimitará minhas práticas amorosas. A única regra do amor livre é amar livremente, você é x únicx detentor(a) da sua liberdade, ou seja, da sua liberdade de amar. Ressaltando também que o espaço que é dado às pessoas que fazem parte desse ciclo amoroso é sem sombra de dúvidas sinal de amor.
Ser adepto ao relacionamento livre não indica descaso, nem indiferença pela outra parte, muito pelo contrário, é o oposto disso, o que é priorizado nessa relação é primeiramente a amizade.
Todos os tipos de relacionamentos são constituídos por pessoas, e essas carregam consigo suas particularidades. A crítica feia acima não se dirige única e exclusivamente à práticas sexuais, mas se direciona a relações pessoais e sociais. Viva o amor livre, viva livre seu amor. Desconstrua os machismos, as ditaduras, os estereótipos, as padronizações firmadas nas ligações afetivas! O amor não precisa ser limitado, nem padronizado, mas precisa ser vivido com uma vivacidade viva! É preciso despolitizar o amor, e torna-lo algo menos formal. “Devemos não somente nos defender, mas também nos afirmar, e nos afirmar não somente enquanto identidades, mas enquanto força criativa.”
