Defender
O cristão pode defender sua fé com argumentos e testemunho, sem precisar desrespeitar outras posições.
"A honestidade é a base do meu império; me defender das ofensas é um direito que conquistei sofrendo calado."
"Não é 'cuidar da vida alheia', é defender a justiça. Se a sua conduta atinge o próximo, ela deixou de ser um assunto só seu."
"Defender o entorpecimento da mente é rejeitar o maior presente de Deus: a consciência. Quem advoga pelo vício escolhe a escuridão e se afasta da Luz da Salvação."
"A boca que justifica o vício silencia a voz do espírito. Defender substâncias que destroem famílias é declarar guerra aos valores que sustentam o Reino de Deus."
O Concílio Vaticano I é o primeiro documento que fala que o católico tem o dever defender a infalibilidade do Papa.
O Concílio Vaticano II ratifica (confirma) o dever de defender a infalibilidade do Papa.
Não confunda infalibilidade com pecado. Pecado todos nós temos.
A defesa da infalibilidade gira ao redor da preservação das bases morais e espirituais que norteiam o Cristianismo, por mais pecador ou antipático que seja o Papa, ele jamais falhará na direção.
O católico quando faz a Crisma ele se confirma como soldado de Cristo para defender a Igreja que é a esposa de Cristo que é representada pelo Papa.
Defender o Papa não é só rezar nas missas e eventuais orações por ele, é defender a figura dele para a sobrevivência da Igreja.
Se você discorda do que eu escrevi, reavalie a sua opção religiosa ou busque um bom argumento para me contestar.
Quem diz defender a Liberdade, mas relativiza Direitos, só consegue dizer que a Liberdade não é um Direito de Todos.
A palavra “liberdade” tem sido repetida à exaustão em discursos inflamados, slogans sedutores e promessas simplificadas.
Mas, quanto mais ela é invocada, mais parece perder densidade.
Afinal, de que liberdade estamos falando tanto?
Da liberdade concreta, que se materializa na vida das pessoas, ou de uma abstração conveniente que ignora as condições reais de existência?
Não há liberdade onde direitos são tratados como obstáculos.
Quando direitos trabalhistas são vistos como entraves ao progresso, o que se revela não é uma defesa genuína da liberdade, mas uma escolha: a de privilegiar a liberdade de alguns em detrimento da segurança e dignidade de muitos.
A liberdade, quando desvinculada de direitos, torna-se um privilégio — e privilégio, por definição, não é universal.
A história mostra que direitos não surgem espontaneamente.
Eles são fruto de lutas, de enfrentamentos e de consensos construídos com dificuldade.
Reduzi-los a “excessos” ou “amarras” é desconsiderar o custo humano que permitiu que existissem.
É também ignorar que, sem esses marcos, a liberdade tende a se concentrar nas mãos de quem já detém poder.
Há uma contradição muito evidente em quem clama por liberdade enquanto relativiza direitos fundamentais.
Porque direitos não limitam a liberdade — eles a tornam possível.
São o chão mínimo que impede que a liberdade de uns se transforme na opressão de outros.
Sem esse equilíbrio, a liberdade deixa de ser um valor coletivo e passa a ser uma ferramenta de exclusão.
Defender a liberdade, portanto, exige mais do que palavras de efeito.
Exige compromisso com a igualdade de condições, com a proteção dos mais vulneráveis e com a garantia de que ninguém ficará à margem.
Liberdade que não alcança a todos não é liberdade: é apenas um discurso conveniente.
E talvez a pergunta que reste seja bastante incômoda, mas necessária: quem realmente se beneficia quando direitos são relativizados a pretexto da liberdade?
"Nobre é aquele que usa sua força para erguer os outros, e sua voz para defender os que silenciaram."
"Defender certas improbidades de alguns seguimentos da sociedade atual, significa: Respeitar ou Promover suas leviandades?
☆Haredita Angel
O Senhor está trabalhando no silêncio,
porque quando Ele se levanta para defender,
não sobra dúvida,
não sobra suspeita,
não sobra acusação. miriamleal
