Frases com a palavra dedo
As mulheres em geral são chatíssimas; em literatura a gente escolhe a dedo uma ou outra; e depois eu quero é que elas não me aborreçam.
O mundo está mais cheio do que nunca de experientes julgadores e apontadores de dedo profissionais.
"Quer minha confiança mas nunca moveu um dedo pra ser digna dela;
Quer minha amizade mas nunca me estendeu um ombro amigo;
Diz que sente saudade mas nunca me procurou.
E ainda assim, sou o errado da história?"
Amar é enfiar o dedo na garganta é atirar na própria cabeça é para os fortes os fracos sempre vam morrer por amor
PauloRockCesar
O menino que não tinha borracha
Ele molhou o dedo na língua e tentou apagar o escrito esfregando o dedo como se fosse uma borracha, mas, infelizmente, não conseguiu apagar e, pior que isso, acabou furando o papel.
A professora, que tinha assistido aquela cena, falou:
_Vou dar um presente pra quem me trouxer uma folha furada.
_Que sorte! _ gritou o menino. E levou sua folha pra professora ver.
_Você ganhou! Disse a professora.
E adivinha qual era o prêmio? ...Uma borracha.
Até hoje não se apaga de sua lembrança aquela borracha e seu maior presente: a professora.
E quem nunca teve, a falta de sorte de conheçer, pessoas que não moveriam um dedo por você?
Mais tem o ego de superioridade.
De te apontar o dedo
E apontar seus erros.
De falar de como você deve agir.
Sendo que a percepção dessas pessoas são baseadas, apenas em achismos.
Cabeça baixa
De quem olha o pé descalço
Calo no dedo, costura o furo da calça
Camisa nova só em dia inseguro
Adiante
Até a próxima quadra
Vira a esquina
Te vejo no mês que vem
Liga de orelhão, zera o cartão
Com a foto do rio
Pra onde nunca mais foi
Mal lembra o que viu
Recorde, feito Roberto no divã
Um dos teus nomes
Vou pra casa, esperar a ligação
Esquecendo que você zerou o cartão
Vou atrás do que ficou
No meio da briga de gravata
Adiante
Até o final da quadra
Irmão, guarda o cartão
Tá vazio, mas tem foto do Rio
E você, dá a volta
Nem que seja na quadra.
Dá a volta.
E volta
Quando eu era criança...
Membro me com muita clareza
Adorava empinar pipas,
Os dedo machucados e cortados com cerol
Batia no poste olhando pra cima
Furava o pe em prego
Cortava em cacos de vidro
Me furava em espinhos
E ainda mais quando meu pipa era cortado eu ficava muito triste e chateado...
E pensava munca mais soltar pipas...
Me aquietava dentro de casa fazendo qualquer outra coisa
Mas quando eu olhava na janela e sentia aquele vento no rosto...
Corria pra pegar o pipa e novamente correr o risco de me ferir ou ficar triste com um possível corte, mas não importava, a felicidade de soltar pipas era muito maior doque os ferimentos
Hoje em dia não me vejo tão diferente...
Não me importo com o furo no pé né com as pipas cortadas
Basta um vento sobrar no meu rosto que a criança que sempre amou soltar pipas, fala mais alto as vezes até grita... MANDAAA BUUUSSSCAAAA
Sabe, é fácil apontar o dedo e culpar o mundo pelas nossas derrotas. É mais cômodo jogar a responsabilidade para longe, colocar a culpa nos outros, na situação, no universo conspirando contra a gente. Mas, vamos ser honestos, isso não leva a lugar nenhum.
A verdade nua e crua é que o fracasso é, em grande parte, mérito nosso. Pode doer aceitar, mas enquanto estivermos apontando para fora, nunca vamos olhar para dentro. A culpa não é dos outros, é nossa. Nossas escolhas, nossas atitudes, ou a falta delas, moldam o curso da nossa vida.
O jogo da vida não é justo, não vou negar. Às vezes, o baralho está marcado contra nós. Mas culpar os outros não muda as cartas que fomos distribuídos; só nos impede de aprender a jogar com elas. Não adianta apontar para o chefe, para o amigo, para a família. Olhe para o espelho. A pessoa responsável pelos seus fracassos e sucessos está bem na sua frente.
É hora de parar com essa dança de dedos apontados e assumir as rédeas da sua vida. Se algo deu errado, analise, aprenda e siga em frente. Deixe de lado essa mania de culpar todo mundo, porque no final das contas, só você está dirigindo o carro da sua existência.
Então, pare de olhar para o lado, encare o espelho e admita: o fracasso é seu, e a única maneira de superá-lo é parar de jogar a culpa nos outros e começar a fazer algo a respeito. Afinal, a estrada para o sucesso passa pelo reconhecimento das nossas próprias falhas.
Às vezes temos situações que devemos nos pôr de frente ao espelho e deixar aquele dedo apontando para si próprio, antes que o espelho se quebre e andemos apenas na sombra.
Tem gente que no primeiro contato já vai logo enfiando o dedo.
Que absurdo 😝
Já, eu enfio logo a língua na tampinha do iogurte. 😂😂
O julgamento alheio não me define! Agora o julgamento define a mentalidade quem aponta o dedo e julga. A melhor maneira de fazer uma análise de seu próprio caráter, é analisando o que você faz e fala no anonimato. Lembre-se que o anonimato fica escondido dos homens, mas nada fica escondido de Deus.
Segue o teu percurso em silêncio;
deixa que os curiosos te critiquem, apontem o dedo, opinem e até digam que faziam melhor;
isso é irrelevante!
Não despendas tempo ou energia, com barulhos que não te acrescentem;
Prossegue, um passo de cada vez;
Chega onde nunca havias chegado. Exato, compete com o teu passado e presente;
Não olhes para os feitos alegadamente perpetrados por terceiros,
Porque tu, és Incomparável!
01-02-2024
Um dia você julgou quem sempre te apoiou.
Um dia você apontou o dedo a quem sempre te estendeu a mão
Um dia você criticou quem sempre tentou fazer o melhor.
Mas entenda uma coisa, você um dia pode precisar de um conselho
e esse alguém pode não estar mais perto por que cansou de
tentar de levantar.
O fardo de ajudar alguém não pesado.
Pesado é carregar a ingratidão, ignorância, arrogância,
e o egoísmo da falta de reconhecimento do fardo.
Nada é mais paradoxal: dizem que não devemos julgar, mas são os primeiros a apontar o dedo. Pregam a igualdade, mas impõem regras que excluem. Essa fé de fachada esconde uma hipocrisia gritante.
Hoje, eu pensei em te ligar
Mas meu dedo hesitou na hora de apertar
Algum dia ainda mato essa minha agonia
E deixo de pensar o que a gente seria
Se o “eu te amo” que você falava
realmente valia
Forjei minha armadura, uma pluma feita de folhas em branco e o dedo firme sobre uma caneta, prontas para rasgarem a dor do meu silêncio.
