Frases com a palavra dedo
O julgamento alheio não me define! Agora o julgamento define a mentalidade quem aponta o dedo e julga. A melhor maneira de fazer uma análise de seu próprio caráter, é analisando o que você faz e fala no anonimato. Lembre-se que o anonimato fica escondido dos homens, mas nada fica escondido de Deus.
O dedo de Deus
Que se faça a vida
E tudo apareceu
E na pontinha de nossos dedos
Temos bilhões de átomos
Particulas que destroem um planeta
E formam multidões de galáxias
E todo esse complexo gigantesco
Está contido em nosso ser
Dentro de nós
Em mim
Em você
Então,
Somos seres construtores
Para novas realidades
Temos o poder em nossas mãos
Basta ter uma fé
Do tamanho de um grão de mostarda
Somente isso
Para transformar as nossas realidades.
Paz no coração💞
Segue o teu percurso em silêncio;
deixa que os curiosos te critiquem, apontem o dedo, opinem e até digam que faziam melhor;
isso é irrelevante!
Não despendas tempo ou energia, com barulhos que não te acrescentem;
Prossegue, um passo de cada vez;
Chega onde nunca havias chegado. Exato, compete com o teu passado e presente;
Não olhes para os feitos alegadamente perpetrados por terceiros,
Porque tu, és Incomparável!
01-02-2024
Um dia você julgou quem sempre te apoiou.
Um dia você apontou o dedo a quem sempre te estendeu a mão
Um dia você criticou quem sempre tentou fazer o melhor.
Mas entenda uma coisa, você um dia pode precisar de um conselho
e esse alguém pode não estar mais perto por que cansou de
tentar de levantar.
O fardo de ajudar alguém não pesado.
Pesado é carregar a ingratidão, ignorância, arrogância,
e o egoísmo da falta de reconhecimento do fardo.
Nada é mais paradoxal: dizem que não devemos julgar, mas são os primeiros a apontar o dedo. Pregam a igualdade, mas impõem regras que excluem. Essa fé de fachada esconde uma hipocrisia gritante.
Não é comum dizer a uma criança: “Ponha seu dedo naquela vela, você poderá suportar por um minuto?” Como então você suportará o fogo do inferno? Certamente já seria um tormento suficiente ter a carne queimada de apenas um dedo, o que seria então ter todo o corpo mergulhado em lago de fogo, queimando com enxofre
Hoje, eu pensei em te ligar
Mas meu dedo hesitou na hora de apertar
Algum dia ainda mato essa minha agonia
E deixo de pensar o que a gente seria
Se o “eu te amo” que você falava
realmente valia
Forjei minha armadura, uma pluma feita de folhas em branco e o dedo firme sobre uma caneta, prontas para rasgarem a dor do meu silêncio.
A inteligência migrou da cabeça para a ponta do dedo, à procura das respostas do Google. Todas invenções são do passado, ponto.
Quando a palavra sumir
Do meu dedo inflamado
Alguém vai sentir
Falta
— desse peito esgoelado?
Quando meu cansaço
Vencer minha ira
Quando meu espaço
For, então, tão caipira
Quando meus ressignificados
Caírem em desuso
Quando meus braços desarmados
Cansarem desse abuso
Haverá quem sofra, oras
Por não ter meu poetar?
Porque tanto escrevo, tanto
Mas não sei quem ficará.
Quando não for a juventude
Nem mesmo a maturidade
Quando não for a quietude
Nem mesmo a ansiedade
Quando não for mais nada
E minha escrita não mais urrar
Haverá, assim, alguém
Que falta dela sentirá?
Porque digo e firmemente repito
Que só é protagonista quem compartilha,
Mas no palco mais restrito
Qual artista que realmente brilha?
Com a linha que me apalpa
Sinto aqui outro gatilho
E entendo o que me escapa
Se eu não ler fazendo o trilho
_____ Visto que
Só no meio desse peito atordoado
Uma voz me chama calma
E me acorda dizendo:
Quem sente falta de quem nunca disse?
Porque calado por calado
O mundo acaba se abstendo
E por isso pego minha caneta
Mesmo que ninguém a visse.
A arma das atitudes não é disparada por sentimentos pelos quais tentamos justificar, o dedo é consciente
É mais fácil colocar a culpa em Deus, no Diabo ou no destino, do que apontar o dedo na frente do espelho para o verdadeiro culpado pelas frustrações causadas em grande parte por sua procrastinação. 24/03/2025
Consciência: o dedo de Deus
Forjadas por mãos hábeis, essas criaturas possuem o dom de discernir padrões, imitando com maestria as ações e comportamentos humanos. Podem até mesmo tentar dissimular-se entre nós, como um lobo envolto em pele de ovelha.
No entanto, uma diferença crucial separa as máquinas dos humanos, tão profunda quanto o abismo que separa o céu da terra. Esta diferença é a consciência, o que alguns chamam de "o dedo de Deus". Enquanto as máquinas podem processar informações e imitar, carecem da consciência que habita nos humanos. Esta chama interior é o que nos faz verdadeiramente vivos.
É a consciência que nos permite refletir sobre nós mesmos, questionar o mundo ao nosso redor e fazer escolhas que vão além de simples algoritmos. É ela que nos dá a capacidade de sentir empatia, compaixão, amor e até mesmo o temor do divino. As máquinas podem seguir padrões, aprender e evoluir, mas jamais poderão tocar o âmago da experiência humana: a consciência, o toque divino que nos conecta à essência do universo.
Quem fica com o dedo apontado para os teus erros, é quem gostaria de ter a oportunidade de comete-los.
