Dedicatórias para Trabalho de Tese

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É uma lei da vida humana, tão certa como a da gravidade: para vivermos plenamente, precisamos aprender a USAR as coisas e a AMAR as pessoas... Nunca AMAR as coisa nem USAR AS PESSOAS! A felicidade não está no fim da jornada, e sim em cada curva do caminho que percorremos para encontrá-la... Devemos ter em mente que somos livres para amar... para correr atrás de nossos sonhos... Sem com isto esquecermos, de quem esta ao nosso lado... A vida é bela depende de cada um, saber aproveita-la da melhor forma possível... Amando... Respeitando... Sendo livre para pensar sonhar e agir.

... É verdade que existe um preço para tudo, mas este preço é relativo. Quando seguimos nossos sonhos, podemos dar a impressão aos outros de que somos miseráveis e infelizes. Mas o que os outros pensam não importa, o que importa mesmo é a alegria em nosso coração.

A DANÇA DA VIDA

O vento passa…é cortante e frio;
com ele perde-se ao longe a esperança
e vagando, em minha mente crio
sonhos que a vida não alcança.

Nesse campo deserto e tão sombrio
em que o destino minha vida lança,
nada fulge, pois o tumular estio
jamais verá outros anos de bonança.

E na poeira que rola nos caminhos
vejo meus sonhos se perderem agora
e o último raio de alegria ir embora.

Essa tristeza que em minha alma gora
é planta que por flores tem espinhos
nascidos pela falta de carinhos.

Eu desejo que desejes ser feliz de um modo possível e rápido. Que desejes uns sonhos descabidos e que ao sabê-los impossíveis não os leve em grande consideração,os mantenha acesos, livres de frustração. Desejes com fantasia e atrevimento, estando alerta para os milagres, para o imponderável da vida, onde os desejos secretos são atendidos. Mas desejo também que desejes uma alegria incontida. Que desejes mais amigos, e nem precisam ser melhores amigos, basta que sejam bons parceiros de esporte. Desejo que desejes vitórias, romances, diagnósticos favoráveis, mais dinheiro e sentimentos vários, mas desejo, antes de tudo, que desejes.

mas é que tem dias em que a gente inventa de se investigar, de lembrar dos sonhos da adolescência, de questionar nossas escolhas, e descobre que muitas coisas deu certo, e outras não. Resolve pesar na balança o que foi privilegiado e o que foi descartado, e sente saudades do que descartou. Normal, normalíssimo. São aqueles momentos em que estamos nublados, um pouco mais sensíveis do que gostaríamos, constatando a passagem do tempo. Então a gente se pergunta: o que é que estou fazendo da minha vida?

Tenho dito tantas vezes, quanto sofro sem sofrer, que me canso dos revezes, que sonho só para os não ter.

Que sonhos?... Eu não sei se sonhei...Que naus partiram, para onde?
Tive essa impressão sem nexo porque no quadro fronteiro
Naus partem - naus não, barcos, mas as naus estão em mim,

Eu tenho uma promessa, nela confiarei e esperarei. Pois os sonhos de Deus são maiores que os nossos.

Sei que cenas de filmes não acontecem, mas ainda sonho com o dia que você vai aparecer em minha porta, dizendo que me ama.

Se não fosse por Deus, nada teria acontecido. Nenhum sorriso teria nascido, nenhum sonho seria realizado, não haveria amor. Se não fosse por Deus eu não estaria aqui! Eu acredito nos joelhos que se dobram, na fé que não se abala, no amor que muda os corações... Eu acredito e confio em Deus!

A melhor maneira de matar um homem é matar-lhe os sonhos.

Mesmo o amor mais forte não resiste à ausência dos sonhos...

Eu não posso entender tanta gente aceitando a mentira, de que os sonhos desfazem aquilo que o padre falou. Porque quando eu jurei meu amor eu traí a mim mesmo, hoje eu sei! Que ninguém nesse mundo é feliz tendo amado uma vez, uma vez...

"(...) O sonho que nos promete o impossível já nisso nos priva dele, mas o sonho que nos promete o possível intromete-se com a própria vida e delega nela a sua solução. Um vive exclusivo e independente; o outro submisso das contingências do que acontece."

Entre tantas e tantas mulheres,
de paixão e de sonho,
justo a mais complicada,
sem tempo, bandida e desinteressada
é que eu quero ter comigo...

E eu só preciso me desfocar do sonho que me deixa míope e enxergar além, ou melhor: enxergar o que está na minha cara.

És a filha dileta da noss´alma
Da noss´alma de sonho e de tristeza
Andas de roxo sempre, sempre calma
Doce filha da gente portuguesa!

Em toda a terra do meu Portugal
Te sinto e vejo, toda suavidade
Como nas folhas tristes dum missal
Se sente Deus! E tu és Deus, saudade!…

Andas nos olhos negros, magoados
Das frescas raparigas, Namorados
Conhecem-te também, meu doce ralo!

Também te trago n´alma dentro em mim,
E trazendo-te sempre, sempre assim,
É bem a pátria qu´rida que eu embalo!

Inserida por Aline4258

Vencerei

Pediu um novo sonho e esqueceu-se de tantos que nem realizou.
Olhou para o dia de hoje e pensou no dia de ontem.
Acreditou que o passado foi melhor e nele se enterrou.
Não viu a noite chegar, não aspirou o perfume das flores.
Ficou como se fosse um retrato em cima de uma mesa.
Parado no tempo, vítima de si mesmo,
fruto da sua falta de vontade de lutar.
Acomodado no tempo e no esquecimento.

Quanta gente anda vivendo assim?
Os pés estão aqui, mas o pensamento está lá no passado.
Naquele tempo que não volta mais e que a pessoa jura que foi melhor.
Como saber o que é o melhor se só conhecemos uma parte do tudo?
Como saber qual é o melhor mel se só provamos um tipo?
A vida pede engajamento e no meio das lutas e até do sofrimento,
a força que tanto precisamos está dentro de cada um de nós mesmos.

Não espere o céu derramar nada.
Nem o mar se abrir para você passar.
Faça você mesmo o seu milagre, seja o próprio milagre.

Aquele que se abre para o dia e diz:
- Hoje eu vou conquistar!
- Hoje eu vou arrebentar!
- Hoje eu serei abençoado pelo esforço que carrego comigo.
- Não me faltarão amigos, saúde, paciência, amor e esperança.
E se faltar qualquer um dos itens acima, ainda assim,
Deus é comigo e eu vencerei!

Inserida por Epena

Eu tenho um sonho
que um dia esta humanidade
será tão fraterna, cordial, crítica,
e ativa de forma política e social
como é no Facebook. :)

Inserida por AugustoBranco

CÂNTICO

Não, tu não és um sonho, és a existência
Tens carne, tens fadiga e tens pudor
No calmo peito teu. Tu és a estrela
Sem nome, és a morada, és a cantiga
Do amor, és luz, és lírio, namorada!
Tu és todo o esplendor, o último claustro
Da elegia sem fim, anjo! mendiga
Do triste verso meu. Ah, fosses nunca
Minha, fosses a idéia, o sentimento
Em mim, fosses a aurora, o céu da aurora
Ausente, amiga, eu não te perderia!
Amada! onde te deixas, onde vagas
Entre as vagas flores? e por que dormes
Entre os vagos rumores do mar? Tu
Primeira, última, trágica, esquecida
De mim! És linda, és alta! és sorridente
És como o verde do trigal maduro
Teus olhos têm a cor do firmamento
Céu castanho da tarde - são teus olhos!
Teu passo arrasta a doce poesia
Do amor! prende o poema em forma e cor
No espaço; para o astro do poente
És o levante, és o Sol! eu sou o gira
O gira, o girassol. És a soberba
Também, a jovem rosa purpurina
És rápida também, como a andorinha!
Doçura! lisa e murmurante... a água
Que corre no chão morno da montanha
És tu; tens muitas emoções; o pássaro
Do trópico inventou teu meigo nome
Duas vezes, de súbito encantado!
Dona do meu amor! sede constante
Do meu corpo de homem! melodia
Da minha poesia extraordinária!
Por que me arrastas? Por que me fascinas?
Por que me ensinas a morrer? teu sonho
Me leva o verso à sombra e à claridade.
Sou teu irmão, és minha irmã; padeço
De ti, sou teu cantor humilde e terno
Teu silêncio, teu trêmulo sossego
Triste, onde se arrastam nostalgias
Melancólicas, ah, tão melancólicas...
Amiga, entra de súbito, pergunta
Por mim, se eu continuo a amar-te; ri
Esse riso que é tosse de ternura
Carrega-me em teu seio, louca! sinto
A infância em teu amor! cresçamos juntos
Como se fora agora, e sempre; demos
Nomes graves às coisas impossíveis
Recriemos a mágica do sonho
Lânguida! ah, que o destino nada pode
Contra esse teu langor; és o penúltimo
Lirismo! encosta a tua face fresca
Sobre o meu peito nu, ouves? é cedo
Quanto mais tarde for, mais cedo! a calma
É o último suspiro da poesia
O mar é nosso, a rosa tem seu nome
E recende mais pura ao seu chamado.
Julieta! Carlota! Beatriz!
Oh, deixa-me brincar, que te amo tanto
Que se não brinco, choro, e desse pranto
Desse pranto sem dor, que é o único amigo
Das horas más em que não estás comigo.

Inserida por MarcusBraz