Dedicatórias para Mulheres

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Orfão não demora solteiro porque as mulheres não descartam a possibilidade de não terem SOGRA

Se as praias, as mulheres, as garrafas e até as estradas têm curvas, fica muito difícil ter retidão de caráter.

Só quero você entre todas as mulheres do planeta.
És especial para mim.
És o outro lado da minha vida.

Não peço a Deus dinheiro, fama, mulheres ou riquezas. Peço a Deus saúde para batalhar por essas coisas.

As mais sábias mulheres são as que conhecem a força e a delicadeza.

Acredite: somos mulheres independentes sim, mas no final das contas, somos apenas meninas desejosas por proteção, torcendo por alguém que nos ouça e nas horas difíceis, nos abrace e diga que tudo vai ficar bem!

As mulheres acham feias e gordas as mesmas mulheres que os homens acham bonitas e gostosas.

⁠Parabéns a todas mulheres guerreiras, principalmente aquelas que venceram as barreiras do tempo, sempre a frente, abrindo novos caminhos e deixando os exemplos a posteridade.

⁠Passa pelas mãos dos Homens e das Mulheres a responsabilidade de criar seres humanos livres em seu sentido mais profundo de respeito aos direitos individuais.

⁠Mulheres fortes criam homens dignos.

Embora sonhem com eles, as mulheres não gostam de homens muito cordatos, delicados e solícitos. Como amigos sim, mas não como homens. O problema é que essas características, segundo o machismo de nossa cultura, pertencem exclusivamente às mulheres, e elas, quando voltarem a ser essencialmente elas, cansadas de pagar o preço de sua revolução social, certamente reclamarão de volta essas qualidades. Sendo assim, será bem mais fácil consegui-las se não estiverem ocupadas.

Homenagem às mulheres

A cada mulher meu reconhecimento
Meu aplauso, admiração e carinho
Você no mundo é o principal elemento
É a luz que não nos deixa sozinho

Mulher é alegria, aconchego e amor
É encanto, conquista e sedução
Enquanto sou espinho, mulher é a flor
Para o homem indefeso, mulher é proteção

Mulher é mãe com amor incondicional
É esposa, é amiga, é profissional
Acredite no quanto você é especial

Sua presença no mundo, mulher, é crucial
Mulher é incrível! É difícil até descrever
E tudo, absolutamente tudo, é por você!

A palavra de Deus diz em Gênesis que Deus andou com um homem e ele ainda procura homens e mulheres que queiram mais que frequentar um culto, mais que ser membro de uma denominação, ele quer revelar coisas profundas.

(...) Meus amigos dizem que sou uma eterna apaixonada.
Nós mulheres sabemos que realmente somos.
Amo viver a vida, amo meu jeito estranho de ser,
amo as coisas que faço e faço tudo com amor.
Tenho meus valores, que não troco por nada.
Sou boa com quem merece, e distancio de
pessoas que entraram na minha vida apenas
para me fazer cair.

🌹Mulheres que inspiram🌿

Mulheres fortes não precisam gritar,
elas caminham — e o mundo escuta.
Não disputam brilho,
porque sabem que a luz que carregam
não ofusca, ilumina.

Trazem na postura a coragem,
no olhar a firmeza,
e nos gestos a suavidade
de quem conhece o próprio valor.

Não competem entre si,
porque entendem que força de verdade
é saber admirar, aprender, elevar.
Quando uma cresce,
todas florescem um pouco mais.

Mulheres fortes inspiram
porque são espelhos e pontes,
raízes e asas,
elas não apenas andam —
elas abrem caminhos.

Mulheres fortes não competem entre si,
porque entendem que força de verdade
é saber admirar, aprender, elevar.
Quando uma cresce,
todas florescem um pouco mais.

Brasil: aqui a impunidade tem gênero
Por Nildinha Freitas


É a impunidade que mata mulheres todos os dias no Brasil.


A violência contra nós, mulheres, é algo estrutural neste país. Infelizmente, grande parte de nós cria e educa filhos homens com vantagens dentro de casa, e assim eles crescem como meninos mimados que não aceitam ouvir “não”. Se esta nação tem homens que matam mulheres, é porque o problema é muito maior do que se pode imaginar. Ninguém nasce feminicida; eles se tornam um.


Vivemos em um país em que não há punição real para quem comete este tipo de crime. Eles fazem, fazem, fazem. Continuam fazendo, continuam destruindo vidas inteiras, mas a impunidade permanece. Lemos nos jornais absurdos que chegam a ser inacreditáveis. No Brasil, são cerca de quatro mulheres assassinadas por dia. Quatro. Todos os dias. Fora as que sobrevivem, mas vivem em estado de pânico, ameaça e medo constante. Isso mostra que a violência de gênero não é exceção, mas tornou-se uma rotina cruel no país e no lugar em que vivemos.


Um homem mata uma mulher, leva o corpo até a delegacia, confessa o crime — e mesmo assim é liberado. Isso é a prova da impunidade deste país. Isso é a prova de que aqueles que nos matam fazem isso porque sabem que vão estar livres em breve. Como se a vida de uma mulher valesse tão pouco que bastasse confessar para ir embora. Como se matar fosse apenas mais um ponto na rotina de uma nação que neutraliza, normaliza e aceita a nossa morte.


É uma realidade em que a mulher vítima de violência, que sofre agressão e que finalmente encontra coragem para denunciar o agressor, muitas vezes precisa sair da própria casa, da vida construída, de suas vivências, dos seus vínculos familiares, do emprego, para viver em abrigo de proteção. Estes locais, geralmente secretos e de endereço não revelado, são a única garantia de sua segurança, mas exigem que a mulher renuncie ao seu cotidiano. A Lei Maria da Penha garante esse programa de proteção, mas ele se concretiza na punição da vítima, forçando-a a se esconder. Isso ocorre porque o afastamento do agressor e a proibição de contato quase sempre são um tiro no pé, não impedindo que eles voltem e matem. O que realmente faria sentido é que, após a análise de provas, o agressor fosse imediatamente preso e cumprisse a pena, e não a vítima ser obrigada a desaparecer. Quem já viu isso?


E por quê? Por que isso acontece? Por que os homens continuam livres?


Porque aqueles que nos machucam, que nos perseguem, que nos ameaçam, que nos matam, são tratados como pessoas com regalias. Porque as leis são frágeis. Porque a lógica está invertida.


Quem deveria estar em lugar de isolamento, em acompanhamento psiquiátrico, psicológico, antes de nos matar, são esses homens que não aceitam ser deixados, que acreditam covardemente que são donos do nosso corpo, do nosso tempo, da nossa vida, da vida de nós, mulheres. Nós, as vítimas, é que somos obrigadas a desaparecer, a nos esconder, a renunciar ao cotidiano para sobreviver.


Precisamos de terapia? Sim, é claro. Precisamos de acolhimento? Sim, sem dúvida. Mas precisamos, acima de tudo, de liberdade, de justiça e de uma reparação histórica — mais do que necessária — neste território onde estamos vivendo como nação.


A violência não acontece apenas em relacionamentos afetivos, em casamentos, em namoros. Ela também acontece nos ambientes profissionais, onde mulheres como eu são desclassificadas, invisibilizadas, desacreditadas. Onde o mundo do trabalho ainda privilegia homens. Onde até outras mulheres reforçam esse cenário quando riem caladas, quando sorriem silenciosamente, quando repetem a violência, quando sustentam estruturas que nos ferem.


A violência se percebe no olhar, na fala, na dúvida, no corte, no boicote, no silenciamento. A violência contra nós, mulheres, é muito mais grave do que se imagina. E enquanto a impunidade prevalecer nos lares, nas ruas, nos tribunais, nos escritórios, em todos os lugares, continuará existindo risco, continuará existindo medo, continuará existindo dor.


Porque no momento em que nos calamos diante de qualquer violência contra outra mulher, assinamos a certidão de óbito de muitas de nós.


Nildinha Freitas

⁠Você me feriu tanto na alma que cheguei a um ponto de achar que eu era a pior das mulheres.

⁠É cruel e difícil amar alguém que ama todas as mulheres do mundo. A gente não sabe porque está ali e nem porque ele permanece. Dizer adeus pode ser uma saída, mas é a mais dolorosa. Nesse ínterim, a gente acaba ficando se isso não acabar com a gente. Não é falta de amor próprio. É amor demais.

Homens e mulheres não precisam ser conquistados, precisam ser amados. Não podemos tratar uns aos outros como objetos de disputas e conquistas apenas com a intenção de levantar diante dos outros como um troféu. Amemo-nos e não nos usemos!