Dedicatórias para Mulheres
Há lugares onde a presença de mulheres no comando não revela a força delas, mas a incapacidade dos homens que deixaram de ocupar seu lugar.
"Homens e mulheres de valor não usam as pessoas como objetos; eles agem com honra, caráter e integridade."
Mulheres isso é sério !!!
Façam seu autoexame pois o Câncer é indolor !
O câncer de mama é o tipo de neoplasia que mais causa mortes entre mulheres em nosso país.
Entretanto, quando diagnosticado e tratado de forma precoce, suas chances de cura são bastante consideráveis, reduzindo drasticamente os riscos de sequelas, tanto físicas quanto emocionais.
Um em cada três casos de câncer pode ser curado se for descoberto logo no início.
Mas muitos pacientes, por medo ou desconhecimento, preferem não falar no assunto e acabam atrasando o diagnóstico.
Por isso, é preciso desfazer crenças sobre o câncer, para que a doença deixe de ser vista como uma sentença de morte ou um mal incurável e inevitável.
Se cuidem e auto previna-se mulherada !!!!
Maria Delice
Há mulheres que aprendem a costurar tecidos. Tu aprendeste a costurar o invisível.
Enquanto a agulha atravessava o pano, teu caráter atravessava gerações. Cada ponto que teus dedos desenharam continha uma virtude: a paciência que não se vende, a bondade que não faz alarde, a caridade que nunca pediu testemunhas e a força que escolheu permanecer doce.
Chamam-te costureira. Eu chamaria de artesã do destino. Porque uma roupa cobre o corpo por algum tempo; o amor com que a fizeste permanece quando o tecido já não existe.
Teu nome não está gravado em monumentos, mas repousa em algo mais difícil de conquistar: a memória agradecida de quem encontrou descanso na tua presença. Essa é a única eternidade que o tempo jamais consegue desfiar.
Maria Delice, teu maior trabalho nunca foi feito com linhas, mas com gestos. Tu remendaste esperanças rasgadas, alinhavaste famílias dispersas e bordaste dignidade onde a vida insistia em deixar cicatrizes.
Se o mundo fosse um grande tecido, poucos perceberiam que são mulheres como tu que impedem a própria realidade de se romper.
Quando minhas palavras se apagarem e o tempo consumir o que construí, ainda haverá um fio atravessando nossa história. Esse fio terá teu nome.
E nenhuma tesoura, nem mesmo a do tempo, será capaz de cortá-lo.
Do seu neto, James Richard!
DOADORAS DE EMOÇÕES
Só nós mulheres permitimos que a dor se instale no momento em que ela é única. Só nós mulheres enfrentamos e combatemos esta dor, sem deixar nosso carisma de lado. Só nós mulheres carregamos dentro de nós um ser tão especial que quando nos separamos dele, sorrimos. Só nós e mais ninguém deixamos uma parte se desprender e seguir seu caminho, mesmo que este caminho seja um rasgar de intensidade.
Somos esculpidas por um Deus que teve a ideia e a sensibilidade de saber que dentro de cada uma, haveria amor o suficiente para doarmos para toda a humanidade. Somos elementos de um quebra-cabeça que quando unidos nos tornamos tão fortes, mas, tão fortes que nem uma tempestade devastadora conseguiria nos derrubar.
Se há em algum canto do nosso universo feminino elementos que nos deixam sensíveis, esses elementos são os nossos desejos de ser além de mulher. Nascemos e morremos várias vezes e não deixamos que ninguém perceba. Somos sensíveis o suficiente para deixar que a fortaleza seja nossa aliada. Dilaceramos nossos sentimentos quando eles acabam interferindo no nosso momento, que é único.
Perseveramos nos nossos ideais e jamais deixamos que a dor interfira nas nossas lutas. Somos fortes e a dor física jamais nos aflige se estivermos fortes o suficientes para seguirmos em frente. Nossa dor é muito mais além da carne, por isso sabemos que ela é necessária.
Plantamos dentro de nós sementes prósperas e no inicio de cada primavera elas nutrirão nossos olhos e o nosso espírito. É o momento de renascer, o momento de desabrochar mais uma vez para a vida e se preciso for, passar novamente por todas aquelas dores.
Contornamos todos os obstáculos, serpenteamos nos íngremes e tortuosos caminhos, suportamos as bruscas quedas e saímos ilesas. Somos a própria semente. Damos a luz a mais linda flor que possa existir. Flor esta que desabrocha dentro e fora de nós. Somos extremamente a bela e exuberante natureza, que nos dá todos os dias o nascimento de mais um dia.
Somos eternas porque somos doadoras de emoções e de vidas...
Não só ela mas todas as mulheres, devem e merecem ser tratadas como jóias valiosas. E tem que se valorizar sempre viu mulherada, se o homem não te valoriza e não te coloca como prioridade mete o pé.
O homem maduro e interessante sabe cuidar, tratar e ter uma mulher do jeito certo.
A DAMA ALVA DAS SOMBRAS: O ETERNO ENIGMA DE ELIZABETH BÁTHORY.
Houve mulheres que atravessaram a História como rainhas.
Outras, como mártires.
E algumas poucas caminharam entre ambas as condições, envoltas por um nevoeiro tão espesso que jamais permitiu distinguir onde terminava a vítima e onde começava o monstro.
Elizabeth Báthory foi uma delas.
Nascida entre os salões aristocráticos da Hungria do século XVI, veio ao mundo cercada por brasões, riquezas e privilégios. Contudo, por trás da magnificência dos castelos, existia uma menina frágil, de tez quase translúcida, olhar distante e alma marcada por sofrimentos precoces. Relatos históricos mencionam enfermidades, convulsões e crises que a acompanhavam desde a infância, como se seu espírito já pressentisse uma existência destinada à tormenta.
Era uma dessas figuras cuja beleza parecia não pertencer inteiramente à Terra.
Sua pele possuía a alvura das primeiras neves do inverno.
Seus cabelos lembravam fios de ouro envelhecidos pela luz dos crepúsculos.
E seus olhos, segundo os cronistas, carregavam aquela estranha tristeza encontrada apenas nas pessoas que jamais conheceram verdadeira paz.
Ao contemplá-la, talvez alguém visse uma princesa.
Ao observá-la mais atentamente, perceberia uma sombra.
Elizabeth cresceu entre guerras, intrigas políticas e uma nobreza que transformava crueldade em demonstração de poder. Casou-se muito jovem com Ferenc Nádasdy, um dos mais temidos guerreiros da Hungria, e passou a habitar os austeros castelos erguidos entre montanhas cobertas de névoa. Enquanto o marido combatia exércitos distantes, ela permanecia cercada por corredores silenciosos, tapeçarias escuras e invernos intermináveis.
Foi ali que nasceu a lenda.
Ou talvez a tragédia.
Ou ambas.
Dizem que a solidão começou a consumi-la como um fogo invisível.
Dizem que o sofrimento tornou-se companhia.
Dizem que a dor, quando permanece tempo demais no coração humano, pode assumir formas monstruosas.
Mas também dizem que seus inimigos eram numerosos.
Que sua fortuna despertava cobiça.
Que sua condição de mulher poderosa em um mundo dominado por homens a transformava em alvo conveniente.
E é precisamente nesse ponto que a História se desfaz em bruma.
Durante séculos, narraram que ela torturava jovens donzelas.
Que castigos inimagináveis aconteciam nos aposentos de seu castelo.
Que centenas de vidas teriam desaparecido sob sua autoridade.
Que rios de sangue teriam corrido entre aquelas pedras ancestrais.
Porém, estudiosos modernos observam que muitas acusações foram baseadas em rumores, testemunhos indiretos e interesses políticos. Alguns pesquisadores sustentam que ela pode ter sido vítima de uma campanha destinada a enfraquecer sua influência e tomar seus bens. A própria narrativa dos famosos banhos de sangue parece ter surgido muito tempo depois dos acontecimentos, alimentada por lendas e imaginação popular.
E assim Elizabeth permanece.
Não como uma mulher.
Mas como um enigma.
Uma figura suspensa entre a realidade e o pesadelo.
Uma aparição que atravessa os séculos vestida de branco.
Às vezes parece uma criatura devorada pela própria escuridão.
Outras vezes, uma alma condenada injustamente pela crueldade dos homens e pelas conveniências da política.
Talvez jamais saibamos.
Talvez a verdade tenha morrido muito antes dela.
Em 1614, confinada dentro de seu próprio castelo, distante do mundo e dos tribunais da posteridade, Elizabeth encontrou o fim de sua jornada terrena. Não houve absolvição. Não houve condenação definitiva. Apenas silêncio.
E o silêncio, por vezes, é o mais profundo dos túmulos.
Hoje, quando o vento percorre as ruínas de Čachtice e a névoa cobre as antigas muralhas, parece ainda existir uma presença vagando entre aquelas pedras.
Não a da assassina.
Não a da inocente.
Mas a da eterna incógnita.
A mulher cuja beleza tornou-se lenda.
Cuja dor transformou-se em mito.
Cuja história foi escrita com a tinta ambígua dos séculos.
Benfeitora ou maligna?
Anjo ferido ou espectro cruel?
A resposta talvez pertença apenas às sombras.
E nelas permanecerá para sempre.
Autor: Marcelo caetano Monteiro.
"Mulheres de verdade"
Uma mulher de verdade não tem medo de falar o que pensa, pois sempre pensa antes de falar, uma mulher quando passa dos Trinta anos, tem atitudes que apenas no olhar percebemos, não precisa ser vulgar para conquistar ninguém, ela seduz com roupas apropriadas, com assuntos interessantes, e com um olhar predominante. Me cansão as beldades cheias de jovialidade, as mulheres maduras são intensas, mas na medida certa.
Mulheres deixam de ser meninas, quando não se importam mais com o que os outros vão pensar... Mulheres deixam de ser mulheres, quando o amor pela vida acabar.
Que todas as mulheres não se esqueçam, "amem como uma menina, e se entreguem aos seus prazeres como uma mulher"
Jovem sois tu que no amor acreditar.
FILHAS ANÔNIMAS DA DOR.
Ó mulheres ocultas pelas brumas de séculos impiedosos,
vossas almas percorreram a terra como sombras que carregam o peso, de injustiças que a História jamais ousou nomear.
Sois o sal das lágrimas que nenhuma crônica registrou,
a argamassa silenciosa que ergueu civilizações inteiras
sobre vossos corpos exauridos e vossos espíritos oprimidos.
Filhas da caça às bruxas, marcadas pelo fogo que não purifica, mas que consome o indefeso.
Em cada madrugada de auréola acinzentada, uma de vós era levada para interrogatórios despóticos, acusada por línguas cruéis que temiam a vossa lucidez.
Ó mulheres caladas pela tirania,
vossos gritos ecoam ainda hoje nas fendas do tempo, onde a opressão deixou cicatrizes que nem o esquecimento cura.
Filhas escravizadas, arrancadas de vossa terra natal, como raízes mutiladas que ainda pulsavam vida.
Vossos nomes foram dissolvidos entre correntes, vossos sonhos esmagados por açoites, vossos úteros transformados em campos de tormento.
Mas mesmo naquele abismo sem alvorecer, carregastes a centelha indômita da dignidade, e com ela preservastes a essência do ser
nas noites mais densas da crueldade humana.
Filhas do luto materno, a quem a morte visitou repetidas vezes
como um hóspede voraz que nunca se dá por satisfeito.
Vossos braços, outrora depositários de promessas,
ergueram ao céu corpos frágeis que não resistiram às intempéries e às pestes do século.
E ainda assim permanecestes de pé, envoltas numa resignação que roça o sagrado, como guardiãs da dor mais antiga que existe:
a dor de amar o que se perde.
Ó mulheres anônimas, vosso sofrimento não foi vã litania.
Vós sois o subterrâneo moral da humanidade, o testemunho de que a grandeza por vezes se oculta naquele que mais padeceu.
A cada uma de vós dedico esta ode, este cântico sombrio que resgata a dignidade que vos foi arrancada por eras insensíveis.
Que vossas sombras se tornem luz para os vindouros,
e que da vossa dor antiga brote a lembrança de que nenhuma alma destinada ao bem sucumbe para sempre.
Porque na memória profunda das eras mora a força que transcende, e nela repousa a luminosa supremacia da nossa perpétua vida.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Entre as mulheres..
Entre as mulheres, a mais bela de todas és tú,
Tua beleza, passa pelo doce sorriso de menina, pelos lábios macios de beijos embriagantes e pelas belas curvas da mulher madura,
até chegarem ao lindo rosto que brilha, como um brilha o Sol em uma tarde bela de um domingo de verão...
*Caio Camara Cesar*
Feminicídio
Que neste seculo, quebre-se as correntes de mil mulheres imobilizadas e alcoolizadas de liberdade.
MULHERES: Palavras, Frases e Poemas.
No livro da vida humana,
Cada ser traz seu valor;
A mulher tem mil caminhos,
De tristeza e de amor.
Com virtudes e fraquezas,
Ela enfrenta o mundo inteiro,
Pois ninguém nasce perfeito,
Nem vive só por roteiro.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
Há quem guarde a castidade,
Com respeito e discrição;
E há quem caia na luxúria,
Pela força da paixão.
Entre a razão e o desejo,
Cada alma tem dilemas,
Mas o equilíbrio é caminho
Para evitar os problemas.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
A caridade é virtude
Que reparte com prazer;
Já a avareza aperta
O coração sem ceder.
Quem ajuda o semelhante
Planta luz por onde passa,
Mas quem vive só para si
Vai colhendo a própria escassez.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
A temperança ensina
A comer e a agir com medida;
A gula, quando domina,
Traz excesso à própria vida.
O bom senso é companheiro
Da saúde e da prudência,
Pois o exagero constante
Rouba a paz e a consciência.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
A paciência é abrigo
Nos momentos de aflição;
Já a ira descontrolada
Fere a mente e o coração.
Quem espera com calma e fé
Vence a luta com brandura,
Mas quem se entrega à raiva
Perde a força da ternura.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
A bondade é luz acesa
No caminho de alguém;
A inveja, quando cresce,
Faz sofrer quem a contém.
Quem celebra a vitória alheia
Mostra grandeza e valor,
Mas quem vive comparando
Esquece o próprio fulgor.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
A humildade é bonita,
Não precisa se exibir;
Já a vaidade excessiva
Quer sempre se distinguir.
Quem conhece o próprio limite
Anda firme sem soberba,
Mas quem vive só de aparências
Muitas vezes se desorienta.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
A fidelidade sustenta
A confiança e a união;
A traição, quando aparece,
Traz ferida ao coração.
Quem cultiva lealdade
Constrói laços verdadeiros,
Mas quem quebra a confiança
Afasta os bons companheiros.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
A amabilidade encanta
Pelo jeito de tratar;
A aspereza machuca
Sem precisar nem gritar.
Quem fala com gentileza
Faz o ambiente florir,
Mas a dureza constante
Pode afastar e ferir.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
Há mulher trabalhadora,
Que enfrenta o dia a lutar;
E há quem ceda à preguiça,
Deixando o tempo passar.
O esforço abre caminhos
Para o sonho florescer,
Mas a falta de vontade
Pode impedir de crescer.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
Assim segue a caminhada,
Com virtudes e imperfeições;
Toda mulher traz em si
Lutas, sonhos e emoções.
Não se deve generalizar
Nem julgar por um só tema,
Pois cada alma tem sua história,
E muitas são verdadeiros poemas.
Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.
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