Dedicatórias para finalistas pré-escola
Com as pequenas inúteis discussões diárias a gente aprende que as pequenas mentiras são necessárias.
(Não pode ser verdade)
Ser mãe....
aprendi que ser mãe é dar asas e ensinar a voar
mas, na hora da partida, é fragilizada
o grito sufocado de dor, o coração sente solidão
voa, meu menino, para construir o teu próprio ninho.
Percorre outros caminhos, outras paragens
voa bem alto, que sejas feliz, com as asas que ganhaste
Ser mãe é descobrir que os filhos não são nossos.
São missões que nos foram confiadas por Deus.
Com um tempo eu aprendi a não me importar, a deixar de lado, a não ligar, aprendi a ser sarcástica , e aprendi a te esquecer. Com um tempo eu aprendi a mentir. Como agora.
Pessoas que sabem as soluções já dadas são mendigos permanentes. Pessoas que aprendem a inventar soluções novas são aquelas que abrem portas até então fechadas e descobrem novas trilhas. A questão não é saber uma solução já dada, mas ser capaz de aprender maneiras novas de sobreviver.
Feliz Ano Novo!
Este ano, quero aprender algo mais, algo que ainda nem sei o que é.
Quero, em comparação com os anos anteriores, amar e me dedicar mais ao outro.
Quero ser mais, ouvir mais, saber mais, dizer mais vezes a palavra não e pensar mais vezes ao dizer a palavra sim, e vice-versa.
Quero prestar mais a atenção ao cheiro das coisas.
Este ano, quero estipular mais limites aos meus limites.
Quero me conhecer mais, olhar para o íntimo e ver como realmente sou.
Quero tirar as máscaras que ainda restam e sem que as pessoas percebam, o meu eu vá aparecendo e conquistando, agradando, causando sutis escândalos.
Quero continuar prestando a atenção às cores dos relacionamentos que surgem e desaparecem.
Este ano, sei que será diferente dos demais, alguns já não estão mais tão perto e outros estão apenas pensando em se aconchegar.
Quero saber diferenciar este ano o pouco, do suficiênte.
Quero além de sentir o cheiro das coisas, saber lidar com eles.
A tendência da paixão é certa e a decepção pode ser perigosa e triste.
Este ano tá com cara de bossa-nova.
Sinto o cheiro da melodia no ar.
Suave e harmonioso.
Estou começando a compôr.
Este ano será o melhor de nossas vidas.
Será um ano de tentativas.
Quero sugar o mel das pessoas distraídas ou diariamente convertidas.
E com ele me deliciar e deliciar os meus.
Nada de sombra e luzes artificiais.
Somente luz natural.
O que eu realmente quero para este ano, é morrer de amor!
Simplismente morrer de amor.
Aprenda a deixar o passado onde ele esta.Deixa os morto enterrarem seus mortos.Aprenda a perdoar e ser grato, viva o hoje, aprenda para poder ensinar, seja do bem e tenha o selo de Deus. Demonstre alegria no viver, quando fizer algo, faça-o com amor, seja a imagem e semelhança de Deus, seja fiel e verdadeiro com os demais. Ame, lute, quebre a cara... Mas viva!
Nunca minta e nem queira ter vantagens, não deixe a vaidade e o orgulho serem mais fortes, seja manso, seja amigo, seja a mão que ajuda, seja alguém que possamos identificar o Senhor.
Admiro as araras azuis. Aprendi no Discovery Channel que elas passam a vida inteira com o mesmo companheiro. São livres. Ninguém, nem nenhuma lei, obriga ninguém a ficar junto por mais tempo do que o amor consegue fazê-lo.
“Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém... Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... E ter paciência para que a vida faça o resto...” William Shakespeare.
Falando de que...de lembranças?
Que estranha sensação... Transportei-me aos detalhes. Abri porta por porta nos quartos de minhas lembranças, desde tudo...
Quanta vez depois desejou... Eu desejei um afago em sua mão, ouvir sua voz, quantas vezes eu me surpreendi , desejando seus lábios... O seu abraço...
Quantas vezes sorrisos e lágrimas surgiram na madrugada, o sono esvaindo, olhando perdida para qualquer lugar que estava lá, dentro de mim.
Sim, é verdade... Você havia me roubado, de mansinho, bem de mansinho. Arrebatado meu coração e alma, transformando sonhos em paixão...
Ansiava chegar a qualquer lugar, desde que lá, qualquer que fosse o dia, você estivesse... Porque a emoção ultrapassava todos os sentidos...
Mas entrou de mansinho, e todo aquele sentimento expandido foi se transformando em versinhos, para ficar eterno em você, o meu carinho... O resultado de tudo isso eram gotas salgadas que rolavam através dos poros... Não por estar com você... Mas por estar sem você. Era dor. É saudade. O que se cura com presença, com sinais, quaisquer sinais... Faz fumaça, envia uma carta (ainda existe carta?), manda um sms, uma mensagem, qualquer coisa... Existo e estou aqui. Apenas me abrace... Nada mais.
Grácia Monte
A vida me ensinou a reconhecer o meu valor, aprendi a ser humilde e isso não significa ter que me humilhar, nem aceitar migalhas de ninguém, entendi desde cedo que a essência do amor é amar, a nunca aceitar menos que isso, o tempo me mostrou que nem tudo é recíproco e nem todo mundo merece meu jeito doce de amar, minha dedicação e a totalidade do que habitualmente sou, algumas situações cobram posturas distintas, o que permite o insatisfatório esforço para ser menos do que sou, minhas atitudes sempre serão apenas uma questão de merecimento.
A sabedoria popular nos ensina que há sempre um aprendizado a ser recolhido depois da dor. É verdade. As alegrias costumam ser preparadas no silêncio das duras esperas. Não é justo que o ser humano passe pelas experiências de calvários sem que delas nasçam experiências de ressurreições.
Por isso, depois do cativeiro, o aprendizado. Ao ser resgatado, o sequestrado reencontra-se com seu mundo particular de modo diferente. A experiência da distância nos ajuda a mensurar o valor; e o sequestrado, depois de livre, mergulha nesta verdade.
Antes da necessidade do pagamento do resgate, da vida livre, sem cativeiro, corria-se o risco da sensibilidade velada. A vida propicia a experiência do costume. O ser humano acostuma-se com o que tem, com o que ama, e somente a ruptura com o que se tem e com o que se ama abre-lhe os olhos para o real valor de tudo o que estava ao seu redor. As prisões podem nos fazer descobrir o valor da liberdade.
As restrições são prenhes de ensinamentos. Basta saber parturiar, fazer vir à luz o que nelas está escondido.
A ausência ainda é uma forma interessante de mensurar o que amamos e o que queremos bem. Passar pela experiência do cativeiro, local da negação absoluta de tudo o que para nós tem significado, conduz-nos ao cerne dos valores que nos constituem.
O resgate, o pagamento que nos dá o direito de voltar ao que é nosso, condensa um significado interessante. Ele é devolução. É como se fôssemos afastados de nossa propriedade, e de longe alguém nos mostrasse a beleza do nosso lugar, dizendo: “Já foi seu; mas não é mais. Se quiser voltar, terá que comprar de novo!” Compramos de novo o que sempre foi nosso. Estranho, mas esse é o significado do resgate.
Distantes do que antes era tão próximo, recobramos de um jeito novo. Redescobrimos os detalhes, as belezas silenciosas que, com o tempo, desaprendemos a perceber. A visão ao longe é reveladora. Vemos mais perto, mesmo estando tão longe. Olhamos e não conseguimos entender como não éramos capazes de reconhecer a beleza que sempre esteve ali, e que nem sempre fomos capazes de perceber.
No momento da ameaça de perder tudo isso, o que mais desejamos é a nova oportunidade de refazer a nossa vida, nosso desejo é voltar, reencontrar o que havíamos esquecido reintegrar o que antes perdido ignorado, abandonado. O que desejamos é a possibilidade de um retorno que nos possibilite ver as mesmas coisas de antes, mas de um jeito novo, aperfeiçoado pela ausência e pela e pela restrição.
Depois do resgate, o desejo de deitar a toalha branca sobre a mesa, colocar os talheres de ocasião sobre mesa farta. Fartura de sabores e pessoas que nos fazem ser o que somos!
Refeição é devolução! Da mesma forma como o alimento devolve ao corpo os nutrientes perdidos, a presença dos que amamos nos devolve a nós mesmos. Sentar à mesa é isso. Nós nos servimos de alimentos e de olhares. Comungamos uns aos outros, assim como o corpo se incorpora da vida que o alimento lhe devolve. A mesa é o lugar onde as fomes se manifestam e são curadas. Fome de pão, fome de amor!
Depois do cativeiro, a festa de retorno, assim como na parábola bíblica que conta a história do filho que retornou depois de longo tempo de exílio. Distante dos nossos significados, não há possibilidade de felicidade. Quem já foi sequestrado sabe disso. Por isso, depois do sequestro, a vida nunca mais poderá ser a mesma.
SE UMA CRIANÇA CONVIVE:
01)-Com a crítica, aprende a condenar.
02)-Com a hostilidade, aprende a ferir.
03)-Com a zombaria, aprende a ser tímida.
04)-Com a vergonha, aprende a se sentir culpada.
MAS, SE A CRIANÇA CONVIVE:
05)-Com a tolerância, aprende a ser paciente.
06)-Com o encorajamento, aprende a ser confiante.
07)-Com o louvor, aprende a apreciação.
08)-Com a imparcialidade, aprende a ser justa.
09)-Com a segurança, aprende a ter fé.
10)-Com a aprovação, aprende a gostar de si própria.
11)-Com a aceitação e a amizade, aprende a encontrar o amor.
Aprendi a me olhar todos os
dias e a buscar dentro de mim o que ninguém
por mais que tenha tentado nunca encontrou,
meu próprio valor. Deus me fez perfeita
aos olhos dele, com uma capacidade incrível
de sonhar e uma sensibilidade linda de amar.
Embora eu seja tão falha, tão inconsequente
as vezes , tenho ele do meu lado, me cuidando,
me guardando, me protegendo, me exortando,
me ensinando e acima de tudo ME AMANDO.
Confesso que as vezes tropeço, mas não me
justifico de maneira alguma, porque sei que na
maioria das vezes sou culpada. Mas procuro
a cada dia ser como ele quer , andar nos caminhos que
ele desenhou pra mim e se algum dia eu me desviar
dele que ele me quebre como um vaso totalmente
seu e me faça de novo, e de novo e quantas vezes
for necessário até que em mim não haja trincas.
Tempo...
Com o tempo aprendi que as coisas mudam. Que os momentos bons não voltam. Que arrependimento não mata. Quer dores passam. Que amores vem e vão. Que estar apaixonada é bom. Que sofrer nos fortalece. Que cair sempre deixa uma cicatriz. Que nos levantamos de um tombo sempre mais fortes. Que fazer loucuras faz parte. Que ser feliz não é difícil. Que esquecer é uma questão de opinião. Que deixar partir o que nunca foi nosso é um dos aprendizados mais dolorosos. Que lutar, não exige força e sim coragem. Que sorrir é o melhor remédio. Que quem diz que eu sou fraca, não seria capaz de chorar as minhas lágrimas nem viver a minha vida. Que quem muito diz que odeia é porque não foi capaz de colocar um fim no amor. Que acreditar ou desacreditar é uma questão de opinião. Que dinheiro não é tudo. Que tudo tem seu tempo determinado. Que o que foi, volta sim. Que vingança ensina a viver. Que as pessoas mudam. Que destino existe. Que o tempo é sim, o senhor da razão...
O mundo dá voltas, dá sim! E numa dessas voltas, a gente aprende, evolui e enfim, muda. E passa a entender que algumas pessoas entram em nossas vidas com uma missão definida: não ser, nem agir como elas. Ética e respeito são artigos raros e fazem parte da vida de apenas alguns. Não espere isso de qualquer um...
E numa dessas voltas da vida, a gente acaba vendo que quem pensou em nos fazer mal, abriu uma porta enorme de opções que antes, a gente não via. E sem querer, verá Deus agir em nosso favor.
Apenas creia!
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