Dedicatórias Fitas do Curso de Psicologia
Alguns de nós nasceram com muito
Enquanto a maioria está apenas a perseguir um sonho que não pode alcançar
Então, porque nos esforçamos tanto neste lugar?
Quando a dor e o sofrimento são uma garantia e a felicidade uma fase
Pergunto-me se um dia estaremos em paz.
Sonhei um sonho lindo,
Que sonho sempre sonhar.
Um sonho inebriante,
Do qual jamais quero acordar.
No sonho sonhei,
Que, tanto como eu,
Você vivia a sonhar
Que juntos e para sempre
Iríamos ficar.
Apesar do inesquecível sonho,
O sonho dos meus sonhos,
É ver este sonho sonhado
Um dia se concretizar
Dividida sigo então,
entre o espanto e a aceitação,
espaços vazios e sonhos tardios,
entre a confiança no futuro e a fragilidade que a distância provoca.
Meu pensamento tua imagem invoca e dividida me pergunto:
onde será nesse mundo
que vou poder te encontrar? Quando?
Quando será pra mim permitido te amar?
Será que vou precisar trancar as cartas, rasgar as roupas, as fotografias, as mais valias, os enganos?
E os tantos e santos planos? Ficarão esquecidos em alguma gaveta da mente?
Ou seguirão em frente, prontos pra realização?
Afinal nos diremos sim ou não?
Dividida me sinto entre o desejo forte e a busca de um norte seguro,
entre as mesmas incertezas que teus silêncios me causam
e que minhas vontades pausam.
Dividida me torturo.
A filha agora diz não,
a família apela cautela e eu me pergunto:
E então?
O sentimento continua forte e latente,
por mais evidente que se forme um novo padrão de comportamento teu
com o qual não consigo bem me encaixar, porque eu nunca soube lidar com espaços vazios.
Sinto falta de clareza, sinto falta dos detalhes, da sutileza e da exatidão das ações antes executadas, sinto falta das palavras, tuas, que antes pra mim não faltavam, bastavam, me completavam.
Antes minha entrada era no mesmo instante notada, agora passa despercebida e vou em busca da saída
pra essa minha divisão. Multiplico os acertos, diminuo as tristezas, somo as certezas, mas nesse cálculo falta ainda a resposta certa da questão.
Não sei por quanto tempo vou aguentar, não espere de mim mais do que posso dar, peço que não me dê nenhum motivo pra desconfiar.
Cuide de mim, cuide do que já é seu com atenção redobrada.
Se parar pra pensar vai ver que sou constante, que me mantive fiel em tudo o que te disse desde o primeiro instante.
Sou fiel no amor que sinto, sou fiel no que consinto, sou fiel na entrega e na longa espera.
Que nosso amor seja vício, nunca desperdício e jamais uma quimera!
Que vire romance, filme, que se mantenha firme,
que dele ninguém duvide nem se canse de admirar.
Que seja a mais perfeita revelação do que é amar.
Dividida eu sigo então,
com algum porém ou senão
mas lotada de desejo, calando o medo
com um sorriso no rosto,
amor exposto e entregue a paixão.
Dividida eu digo sim. Afinal, por que não?
Não desista...
Corra atrás de seus sonhos…
Não fuja, persista...
Socorra seus sonhos mais profundos…
A vida é dura…
A vida nos tortura…
Deixa uma abertura no seu coração
Que nos deixa sem ação...
Que nos deixa sem respiração...
Olhe para você
A motivação está dentro de você
Na conquista o cara começa com gentileza e termina na cachorrada enquanto a mina começa na delicadeza e termina magoada ...
Se parar é fosse a vitoria , muita gente ja teria parado ou desistido dos seus sonhos , mas como que parar é morrer , ja mais pararei , porque avançar é vitoria.
Sonho com uma mensagem viral do qual ele se espalhe sem controle, invadindo lares e corações, semeando amor por onde passar. Acho que a internet tem esse poder e essa finalidade.
“Sonhar não custa nada...”.
Vive em mim tantos sonhos
que já não há espaço para a desilusão.
Se um sonho parte rumo à liberdade
Entra logo em seu lugar a esperança!
É NECESSÁRIO ajudarmos na realização dos sonhos de outros, mas é ESSENCIAL nunca desistirmos de nossos próprios sonhos.
SANGUE NA CRUZ
– EU NÃO CONHEÇO NINGUÉM COM esse apelido, mãe. Foi só um sonho, ou um pesadelo. Não era nada com que deva se preocupar. Eu nem me lembro do sonho.
A tentativa de justificar seus gritos falhou. Suzane não era tão ingênua para crer que não havia nada de errado no comportamento da filha; não depois do último sábado.
Os princípios fundamentais da convivência lhe diziam que, para uma pessoa mudar sua personalidade sem nenhuma justificativa aceitável, seria necessário um motivo bastante condizente com a situação em questão.
Quanto a Morgana, ela não podia tirar conclusões para si. Ela conhecia perfeitamente a filha.
– Morgana, por favor, me conte o que está acontecendo. Impossível não ser nada! Quem esteve aqui com você na minha ausência? Sua cama está na sala de estar!
Suzane havia conectado-os-cortes dos acontecimentos recentes. Sua filha abusava de um comportamento estranho desde a tarde de seu sumiço. Era sexta-feira e toda a semana fora desconcertante naquela casa. Caminhando com a lógica, para que a cama de Morgana estivesse na sala de estar, seria necessário desmonta-la e monta-la novamente; a casa era ampla e o quarto de Morgana ficava no fim do corredor. Elas não possuíam nenhuma ferramenta. Portanto, para que a mudança acontecesse alguém deveria dar o empurrão necessário.
O que aconteceu aqui? Por que minha filha está tão estranha? Será que falhei em sua educação? Sim. Eu devo ter falhado em algo. A culpa é toda minha!
O mar estava estranhamente calmo. O clima estava agradável. O fluxo de pessoas aumentava àquela hora da tarde. Perseguidor, sempre usando preto, caminhava tranquilamente.
Deniel Sanders, o Perseguidor, seguia para uma reunião de trabalho. Mais adiante, na orla da Praia da Costa, no que podemos chamar de restaurante chique, Carlos Margon estava a sua espera.
Cinco minutos seguiram até a mesa 10 do Opallazi Gourmet.
– Boa tarde, Sr. Margon!
O cumprimento de Deniel foi acompanhado de um belo sorriso relações-públicas; intencional à conquista de uma melhor posição do diálogo que estava por vir.
E viria.
– Sente-se.
Margon era um homem autoritário. Um metro e meio de altura, olhos verdes e orelhas grandes. Era feio. Usava um terno chumbo com uma calça preta, uma camisa também preta em gola V. Assim como Deniel, era careca.
– Pois não, Sr. Margon.
– Conte-me o que aconteceu desde o último sábado.
– Eu tenho observado a garota, Sr. Margon.
Sr. Margon suspirou profundamente e, antes de responder, fechou os olhos.
Por que este puto não vai direto ao que interessa? Otário!
– E...?
– A menina mora em um bairro simples no município de Cariacica, é alegre e gosta bastante de músic...
– Quero saber se a pestinha abriu o bico.
– Não, Sr. Margon. O nosso Nome da delegacia contatou-me dizendo que a mãe de Morgana Sorans, Suzane Sorans, prestou queixa do sequestro e exigiu uma investigação para o caso. Marcus Brass, que estava com ele na delegacia, rapidamente seguiu até a casa de Suzane para fazer algumas perguntas à menina e vistoriar a residência. Ela respondeu a todas as perguntas sem nenhuma dificuldade aparente. Mentiu sobre o sumiço e disse não recordar das feridas.
– Cachorra!
Carlos Margon pensou por um minuto antes de disferir uma retórica.
– O que se passa na cabeça dela?
– Suponho que ela tenha gostado da experiência, Sr. Margon – disse com um quê de eu-sou-o-tal. – A menina não reclamou à dor e não sentiu o corte.
Era verdade. Ele recordava perfeitamente. A experiência não havia sido marcante somente para ela. Ele não conseguia esquecer a maciez daquela pele. Ainda ouvia os gemidos calorosos de Morgana. Ainda sentia aquele sabor maravilhoso. Jamais se esqueceria dos momentos em que Morgana olhara profundamente em seus olhos. Aquele olhar penetrante que o estudava e ao mesmo tempo lhe pedia algo ainda mais intenso.
Como se estivesse cegamente apaixonado pela sensualidade da garota de dezesseis anos, ele ainda desejava mais daquele corpo. Sentia prazer em seus pensamentos. Adorava rever em seus pensamentos a imagem dela amarrada e amordaçar, ouvir o estalar do chicote, os gritos abafados, a pele estremecendo.
– No ritual, quem estava com você?
– O próprio Marcus Brass. Ele estava na gaveta e realizou o corte com precisão.
A cama em que Morgana estava amarrada era uma fabricação exclusiva da CASTIDADE usada somente em rituais da seita. Era revestida em aço inoxidável e possuía uma espécie de gaveta, onde um membro aguardava o momento da execução de sua função.
– Qual a quantidade aproximada de sangue recolhido?
Para que o ritual obtivesse sucesso, era necessário que recolhessem um dedo de sangue da vítima.
– Cerca de dois dedos, Sr. Margon.
Excelente!
– Deniel, Marcus notou algo na casa que para nós é familiar?
– Sim, Sr. Margon. A casa possui um crucifixo para cada cômodo, mas no quarto da menina, o crucifixo de sua cama estava invertido.
– Ótimo trabalho! Agora se retire.
Carlos Margon estava sorrindo como se acabasse de descobrir a sensação de estar contente.
Normalmente era um homem sério, de poucos amigos. Impaciente e controlador.
Que maravilha!
Suzane Sorans era uma mulher apegada às suas crenças. Não frequentava regularmente as missas, mas seguindo conselhos do Padre José Paulo Spinnotza, rezava em cada uma dos crucifixos dos cômodos de sua casa. Nos móveis, algumas miniaturas da santa de sua devoção. Ela limpava a cada um destes objetos sagrados com um zelo invejável. Mas, especialmente nesta semana, ao limpar as cruzes, elas estavam invertidas. Essas imagens a estavam assombrando quando retornou de seu devaneio.
– Morgana, como sua cama veio parar aqui?
Cabisbaixa, Morgana ergueu lentamente o olhar.
– Sozinha.
Um mísero sorriso surgiu no canto esquerdo dos lábios de Morgana.
– Quando?
Morgana estalou o pescoço e os dedos.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze.
– Esta noite.
Ela levantou a cabeça enquanto tentava esconder o sorriso.
– Mamãe, olhe – apontou com o dedo indicador para o corpo de Cristo no crucifixo que estava na parede do corredor.
Ao olhar, o corpo do Salvador estourou em mil pedaços.
Morgana gargalhou.
Assustada, Suzane virou-se para o crucifixo na cama da filha enquanto fazia uma prece.
– Pai nosso que estais n...
Estava invertida.
O som dos estalos repetiu-se em sua consciência.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze.
Ela estendeu a mão para colocar o crucifixo na posição correta e ao toca-la, seus dedos umedeceram com um líquido vermelho.
Era sangue.
Não deixe ninguém roubar o seu sonho. Viva-o, sonha-o, ame-o, agarre-o, morda-o, amarre-o. Jamais diga que está acabado até você o vencer. Jamais diga que está realizado até o conquistar. Não pare, não desanime, não respire... Siga em frente, vá adiante, sue, sangre, chore, recomece, levante, grite, respire fundo, doe-se. Não importa o tamanho do seu sonho, nem a distância para alcançá-lo, nem o caminho tortuoso a percorrer, pois o primeiro passo para conquistá-lo é o desejo de vencer, de não desistir, de seguir até o fim. Quando escolher viver um sonho o fará sozinho, ninguém compreende o seu desejo, a sua vontade, o seu respirá-lo 24 horas, você tornar-se-á único e não mais uma cópia de outros, você está vivendo a sua missão. Esse sonho que mora em seu coração, você sabe que é trabalhoso, não é fácil de conquistá-lo é difícil mudar a sua vida, mas para viver momentos de glória todo grande guerreiro vive grandes batalhas. Por isso, nunca desista dos teus sonhos.
Já está no nosso tempo. Tempo de correr atrás de nossos sonhos, de garantir a nossa felicidade. Já está no tempo de buscar mais, de corrermos atrás do que queremos, no tempo de nossos sorrisos se intensificarem mais, tempo do medo ir embora, tempo de fazer acontecer. Já está no tempo em que nossas decisões mudarão o nosso futuro, tempo de plantar, já está no tempo de nos libertar das nossas âncoras, tempo da nossa vontade ser maior que toda a negatividade que há em volta. Já está no tempo de encontrar um novo horizonte, onde a nossa felicidade será duradoura e os nossos sonhos serão certeza!
"Amor e quando a ausencia tornase saudade
quando os sonhos fogem da realidade
quando uma unica pessoa pode trazer a felicidade
é saber fazer um momento valer uma eternidade"
A Garota Dos meus Sonhos
No primeiro toque de mão ,Senti seu coração
Você me levou ao paraíso com uma simples canção.
Mostrou-me o sentido de minha vida, sem ter a noção,
Queria que o momento nunca mais acaba-se ,
Beliscava-me , pensando que no meio de um sonho eu Esta se...
Quando me deparei com a garota dos meus sonhos na realidade
Um sentimento cresceu dentro de mim ,
É estranho com tão pouco de tempo assim
Apenas sei que nada mais importa
Deixou-me louco com seu sorriso
Só quero que venha como você é
Para que eu possa fazer o suficiente, para te deixar feliz
E rezo para que um dia desses, possamos
Viver juntos do modo que sempre quis...
Queria que você estivesse aqui Para poder te abraçar
Cantar , brincar e ao seu colo deitar.
Como se fosse uma chuva de Sentimentos
Passando sobre mim,
Que dominou meus pensamentos
E me deixou assim,
Louco, inquieto, apaixonado
Que procura você , em todo lado
Que fica triste quando você não esta perto
Pensa com um futuro inesperado
E Sonha ter seu sonho realizado...
TROVA (DOR)
O sonho acordou na solidão,
Sem esperança, conformado.
Não reclamou com o coração,
Acostumou-se a sofrer calado.
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