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Dedicatórias Fitas do Curso de Psicologia

Cerca de 99382 frases e pensamentos: Dedicatórias Fitas do Curso de Psicologia

Vou cantar a vida
Em verso e prosa
Vou me vestir de rosas
E me fazer toda prosa
Pra conquistar teu coração.

Descanto e Desencanto

Triste menina,
Vendo seus sonhos roubados
E seus pensamentos aprisionados.
Onde foi parar tua coragem?!

Triste menina,
Já não brilha mais o teu olhar,
Seu coração já não sabe o que é amar
Foi-se embora o teu riso.

Triste menina,
A cada canto um desencanto
Não se houve mais o seu canto
Apenas a melodia do seu pranto.

Triste menina,
Felicidade é um termo fora do contexto
Talvez será cruel o teu desfecho
Seu cotidiano começou escurecer.

Triste menina,
Perdeu tuas esperanças,
Já não é mais aquela doce criança
O mundo lhe obrigou a crescer.

Hoje minha alma chora,
sinto uma dor quase insuportável em meu coração..
Sonhos perdido em um mar mentiras é de decepções,
sigo meu caminho com uma fé inabalável,
que Deus tem o melhor pra mim,
que a felicidade é uma busca é uma jornada da vida que nunca se acaba até você ser completamente FELIZ…

Não há uma ambição mais pura do que aquela de seguir seu sonhos.

"A cigarra subterrânea começou a sonhar sonhos de ar livre e voos. Saiu da terra. Sua casca não era mais capaz de suportar a vida que crescia dentro dela. Arrebentou. E dela surgiu um outro ser, alado, pneumático. Nós, seres humanos, somos como as cigarras. Só que nossas cascas são feitas com palavras."

" Não passe sua vida sendo metade do que deveria ser. Sonhos podem sim se realizar. Nunca se subestime. Lute pelo que é correto. Guardar sentimentos dentro de nós só nos deixa doentes. O amor bate em nossas portas de maneiras e formas diferentes. Amar demais nunca é demais, amar de menos é demais. É necessário ouvir a voz do coração. Honestidade é tudo. O caráter é essencial. Abra os olhos para as coisas que realmente importam descarte o restante. São poucos os que você pode depositar sua confiança, mas esses poucos estarão sempre com você e de uma forma ou outra devem sempre ser lembrados. Não faça da rotina um estilo de vida. Busque novos horizontes. Faça novas descobertas. Ás vezes é preciso mudar. E o mais importante: seja sempre você, e não passe sua vida sendo metade do que deveria ser.

A realidade é que a pequenez dos sonhos alheios me afoga. Procuro a equivalência num caminhar de sonhos, mas encontro medos bobos, frivolidades de um amor que resultou inútil e cegueiras sociais. E, inevitavelmente, quanto mais ficamos experientes nas fluências da vida, menos aguentamos o estreito horizonte e as verdades absolutas estampadas em testas tão pouco sorridentes.

E assim, ás vezes, vivemos nesse marasmo de pessoas, onde todas elas dizem sonhar diferente, mas agem tão, tão iguais.

Fred Elboni
Blog “Entenda os Homens”

Nota: Trecho da crônica "O marasmo das pessoas", publicada a 2 de janeiro de 2014 no blog do autor

...Mais

Pobre é o rico que tem dinheiro,
arrogância, petulância e poder,
para conquistar uma linda mulher.
Rico é o pobre que sem dinheiro,
mas com caráter, humildade,
simplicidade, mesmo assim,
conquista uma linda mulher...

A esperança é reflexo do coração que tem sonhos, a alegria é fruto do coração que tem Deus!

Ciumes, é medo de perder aquilo que não temos certeza que conquistamos, na vida precisamos confiar mais em nós, acreditar mais nos outros e ouvir menos fuxico!

Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens, homens e velhos homens.
O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.
Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas, escuta, alguém lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.
“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”
Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.
O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.
No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.

Viva seus sonhos, eles não têm limites. Abuse da imaginação, ela não tem fronteiras. Por isso que, quando crianças somos mais felizes. Nos fortalecemos dos sonhos e da imaginação para quebrar limites e ultrapassar as barreiras da realidade.

Viver é saborear a grande vida eterna
Mas saber conquistar um grande amor,
É saber dar valor um ao outro

Se você ama o que quer,
Valorize primeiro o tem
para não perdê-lo(a)
sem ter dado valor.

“Você já teve algum sonho? Algo que você quisesse demais e aí, justamente quando achasse que estava prestes a alcançar e agarrar o que você tanto queria, alguma coisa acontecesse e afastasse você do seu sonho?”

A economia da bondade é o sonho dos mais arrojados utopistas

Te quero mais que um amigo pois foi de uma amizade que me conquistou.

Lá vem os desavisados dizendo que vai me conquistar. Fico rindo com os que não leem aquela placa estirada na minha testa: aqui não tem amor pra dar, afaste. Mas não, o moço cismou que sou fácil e que no primeiro sorriso eu caio. Olha só moço chegou tarde demais, nem choro, nem riso me conquista mais. Até prefiro assim, ninguém entra na minha mais alta torre. E não me interesso por quem escala, já vi a cena antes, príncipe vá atrás da princesa e desiste depois. Tô te poupando moço de sua partida futura. Que legal, bom pra nós dois, abro teus olhos e vê se poupa de me encher de esperança, aliás já sou preenchida até a boca de esperança e vomito esperança, agora tô precisando de realidade moço. Olha que hilário. O moço quer me fazer feliz. E acabar com a maravilhosa sensação de ser miserável. E tirar de mim a única coisa que sei fazer direito nessa vida que é sofrer. Anos de aprimoramento e ele quer mudar todo o esquema. O moço quer me fazer feliz. Veja se pode. Pô moço, estraga não, são tempos de aprimoramento, estraga não. Tá tão bom assim, todos os dias me olhos no espelho me acho tão linda, dou bom dia até pro padeiro, meus olhos brilham e sabe porque? a sensação de não ter ninguém que vai partir depois te deixa livre. Então me deixa, me deixa com meus traumas, medos e sozinha. Não faz tudo certo, que todo certo é meu errado. Toda linha torta é minha, não tente ser minha linha certa. Essa história certa já vi e revivi finais, me deixa quieta pra histórias erradas, que assim dá certo

Mero sonho mortal

Atrapalho-me quando vejo teus olhos,
entristeço-me quando eles choram,
alegro-me por saber que é de alegria
esqueço-me a distância.
Sinto-te cada dia mais perto,
Acanho-me com a sua chegada
suspiro com sua presença
Enlouqueço com teu carinho
desespero-me com a sua partida!
Reajo contra o destino
arranco-te sorrisos bobos
daqueles que menos esperei.
Lugares que íamos para ver o tempo passar
O tempo passou e não estamos mais lá,
Lembro-me do vento em seus cabelos.
Lembro-me da visão imperial que tinha.
Meias rasgadas provocando a visão
Teu cheiro doce esquentando o ar
Tua calma e velocidade a me sequestrar
É difícil definir a loucura
Pois intensa vontade é uma forma de enlouquecer.
A companhia, a estadia, a inocência perdida.
Há certas culpas que adoraria não ter.

PARECE UM SONHO

Neste lúgubre devaneio insano
Onde o delírio com força me prende
Quero gritar um soluço clemente:
Que o "acordar" é um plano profano.

Nos confins deste coração humano
Um lindo amor doravante se estende
Com a perfeição que lhe é complacente,
Abomina o sentimento mundano.

Do crepúsculo dessa modorra
Nasce um amor prisioneiro e abissal,
Onde o tempo navega sem que corra.

Alhures aos resquícios do que é mal,
Quero viver sempre nesta masmorra,
Com este amor imperioso e cabal.

Quem é o verdadeiro homem?
O galanteador que com sua sedução
Conquistando muita mulher?
Ou o aquele pobre apaixonado
Que todo dia conquista a mesma mulher?