Dedicatórias de Casamento
No filme da tua vida eu gostaria de ser ao teu lado o casal do papel principal
Porém teus olhos não podem me ver e teu coração não pode sentir-me.
Na TERAPIA DE CASAL não se tem como foco, nem a manutenção e, muito menos, o rompimento do casamento, mas a saúde mental os sujeitos envolvidos.
Crise no relacionamento? Quem nunca? Todo casal já passou por isso em algum momento. O que faz diferença é se o casal se respeita, se escuta, se tem empatia com o problema e a dor do outro. Isso faz toda diferença!
A primeira briga de uma casal é a porta para uma segunda ou terceira briga
É a porta que abre-se para o esfriamento da relação
A arrogância se atrelou a ignorância.
Ambas fizeram um belo casal;
Passearam pelo mundo, construindo os fundos;
A face era bela, no interior havia sequelas;
Mas o homem é um bicho esquisito;
Pra tudo tem apito.
Poty Porã (microconto)
Numa aldeia guarani vivia triste um casal que não podia ter filhos. O pajé fez um ritual e lhes deu um remédio da mata. Tempo depois, nasceu a indiazinha Bela Flor, que a todos alegrou.
Na casa de um casal jovem não deve existir pessoas da mesma faixa etária
Se for pra existir é com o passar dos tempos.
Como é lindo vê casal como vocês na internet, festejando boldas do sim do ontem, e renovando o sim do hoje!
Comprova para ter um casamento de SUCESSO é necessário que exista o triângulo amoroso do casal com Deus.
Que este triângulo amoroso continue por muitos e muitos anos festejando o hoje é o sempre!🙏
Parabéns!!!
ZanyJB
Quando o motivo da discussão de um casal tiver sido pela busca da razão, ofereça duas coisas a essa pessoa: a razão e o amor.
A união do casal não está ameaçada quando ocorrem traições, crises financeiras ou problemas de saúde. Mas quando há uma competição entre os parceiros.
É somente através da empatia, da tolerância e do respeito que um casal pode fazer concessões recíprocas, encontrar harmonia e realizar progressos pessoais, espirituais e financeiros dentro de um relacionamento.
Éramos o melhor casal
Eu não sei em que momento da nossa vida acabamos nos perdendo nesse labirinto cotidiano que criamos em cada estação do ano.
Não recordo quando foi que a nossa conexão foi se tornando cada vez mais falha, eu não sei em que momento da nossa vida paramos de nos importar um com o outro.
Eu não sei em que momento da vida o nosso eu “te amo” não foi dito, a gente se afastou de uma forma tão natural que nem percebemos em que grau nosso afeto estava.
Cada dia que passava era um adeus silencioso, e por dentro um grito tão alto que nem conseguia ser dito, porque sabíamos que íamos nos machucar.
Realmente a gente terminou e soubemos no momento em que deixamos outras pessoas ocupassem o seu lugar, o meu lugar. Preenchendo esse vazio dentro do peito, dia a após dia.
Hoje é apenas eu e do outro lado apenas você, a nossa conexão realmente foi interrompida e quando me sento no canto direito da cama toda manhã eu me lembro como éramos um casal perfeito, e hoje colocamos a culpa na distância por não consegui admitir os nossos próprios erros.
Mendes
O namoro é uma fase
Uma etapa natural
Tempo de fortalecer
A união de um casal
Antecede o momento
De viver em casamento
Que é o último degrau
Em uma analogia feita pelo escrito Diego Bosso, conclui-se que todo casal tem três escolhas após o fim da relação:
Essa analogia ajuda a entender que, independentemente da escolha que fazemos, cada caminho tem suas próprias implicações e desafios. Reconhecer essas opções permite refletir sobre o que realmente quer e quais esforços estará disposto a fazer para alcançar um relacionamento saudável e feliz.
I. Primeira opção: Nunca voltar e manter o orgulho, até o tempo afastá-los para sempre.
Ao refletir sobre a primeira escolha, percebo que o orgulho muitas vezes nos impede de dar o primeiro passo em direção à reconciliação. Em um relacionamento, manter o orgulho pode significar deixar de lado uma oportunidade de resolver os problemas e encontrar um caminho de volta. Vejo que, ao escolher nunca voltar, estamos, na verdade, permitindo que o tempo nos distancie cada vez mais. A falta de tentativa de reconciliação pode significar que preferimos a comodidade do orgulho à vulnerabilidade de abrir nossos corações novamente. A consequência é que o tempo se torna nosso maior inimigo, afastando-nos para sempre e deixando para trás qualquer possibilidade de redenção ou compreensão entre nós.
II. Segunda opção: Decidir voltar sem o esquecimento total dos fatos, e sabe-se que a qualquer momento pode acabar de novo.
Ao refletir sobre a segunda escolha, vejo que reatar sem resolver as questões passadas cria um terreno instável para o relacionamento. Voltar sem ter esquecido o que aconteceu é como reconstruir algo sobre uma base frágil. Os problemas anteriores ainda estão presentes e podem ressurgir a qualquer momento. Essa decisão implica um risco constante de repetir os erros do passado e viver com uma sensação de incerteza. Embora haja a possibilidade de encontrar soluções e melhorar com o tempo, a falta de resolução pode levar a novos conflitos e desafios, tornando a relação instável e vulnerável.
III. Terceira opção: Recomeçar felizes e decididos a construir um futuro juntos, com o objetivo de ir até a eternidade.
A terceira escolha representa a opção mais desejada, mas também a mais desafiadora. Voltar e ser verdadeiramente feliz exige um compromisso profundo para resolver todas as pendências do passado e trabalhar juntos na construção de um futuro sólido. Significa que ambos estão dispostos a se esforçar, a se comunicar abertamente e a apoiar um ao outro sem reservas. Escolher esta opção é um ato de maturidade e determinação, onde ambos estão alinhados em um objetivo comum de um relacionamento duradouro e verdadeiro. É uma decisão de enfrentar os desafios com um compromisso de amor e dedicação para a eternidade.
Bosso, D. (2024).
