Dedicatória para uma Criança

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GOTEIRAS DA INFÂNCIA
(No chão que a saudade regou)

Quando criança, eu achava que a chuva era o choro de Deus. Hoje, compreendo que aquela visão pueril não trazia goteiras de melancolia, mas sim o orvalho que preparava o solo fértil; essa lembrança desenhava, o tempo todo, o meu chão para que a vida pudesse, enfim, brotar e florescer. Mesmo que, no decorrer desse caminho, alguma flor murche, ela não morre, pois Deus sempre me estende um regador.

Lu Lena / 2026

Hoje, a minha criança me chamou para passear
Então, eu a levei
[Eu nem tenho filhos]

A criança ignorada muitas vezes sobrevive, mas o adulto precisa aprender a reconstruir o que faltou.

Um dia (ainda quando criança) até pensei que a pior coisa na vida era acabar sozinho. Hoje vejo que o mal do século é estar com pessoas e mesmo assim se sentir sozinho.

⁠A vida deveria ser como sorriso de criança…
Livre, feliz e sincera.

⁠O mundo é o jardim de Deus, e cada criança a muda de uma flor; algumas necessitam de um cuidado especial, mas quando florescem
enfeitam e embelezam não só o jardim de Deus, mas também a nossa Alma.

Fortaleza
Eu gosto de pensar que a verdadeira amizade é como uma criança, pura, sem preconceitos, que vê o outro como igual, brinca, abraça, cresce, se fortalece, perdura dias, meses, anos, se eterniza...
Desejo que nossa amizade cresça, não apenas com votos, que ela se fortaleça com os laços que nos aproximam, nos unem, e nos permita que nos chamemos de verdadeiros cúmplices.
Desejo que ao abrir os olhos, sempre perceba que as coisas boas estão dentro de nós, onde os desejos não precisam de razão, nem sentimentos, nem motivos, pois o importante é viver cada momento e aprender com a mínima duração de cada segundo recorrido...
Pois a vida está nos olhos de quem sabe ver, apenas sejamos cautelosos, porque muitos de nós conseva um lindo coração para um mundo não tão merecedor dele...

Lembro-me de mim mesmo quando criança, brincando à noite, pulando degraus. Caí e chorei muito naquela noite, com feridas que sararam logo. Não sei se o degrau era muito grande ou eu muito pequeno, mas tinha um braço ao qual correr e uma pessoa a quem me socorrer.

Me espanta como cresci, e me espanta mais ainda como os degraus crescem. Hoje já tenho em mente que sou pequeno mesmo sendo grande, e vejo degraus em forma de arranha-céus. Porém, os choros dessas noites já não são mais, talvez, pelos arranha-céus, e sim pelo colo não mais presente, pela ausência sentida e pela dor que aumenta.

16 de Junho: Dia Internacional da Criança Africana
No dia 16 de junho, celebramos o Dia Internacional da Criança Africana, uma data instituída pela Organização da Unidade Africana em 1991, em memória dos trágicos acontecimentos do massacre de Soweto, ocorrido em 1976 na cidade de Joanesburgo, África do Sul. Naquele dia, milhares de estudantes se reuniram para protestar pacificamente contra a baixa qualidade do ensino e a imposição do idioma africâner, falado apenas por uma minoria branca. A repressão brutal da polícia resultou em centenas de mortos e feridos, muitos deles crianças e jovens entre 10 e 20 anos.
Essa data é um marco de reflexão sobre a proteção das crianças contra todas as formas de violência e a importância de uma educação de qualidade que respeite a cultura e a história das crianças africanas. É também um momento de conscientização mundial em prol dos jovens africanos, visando construir um futuro onde histórias de violência e repressão não se repitam.

desperte a criança
Sorria mais
Brinque mais
Encare os problemas com mais leveza


Desperte a criança
Jogue bola
Brinque de pula-pula
Queimado
Polícia e ladrão


Desperte a criança
Leve caldo no mar
Leve baque


Desperte a criança
Que há em você!


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A pessoa idosa é vulnerável, é como uma criança que depende de um adulto para tudo.
É um ser frágil que não sabe se defender. Com certeza você deve ter tido uma infância difícil com seus pais, mas aqui se trata de humanidade. Não é sobre seus traumas.

Criança não entende orgulho,
não entende briga de adulto,
não entende silêncio imposto.

Ela só sente falta.

Sente no vazio da pergunta que ninguém responde,
no “cadê?” que vira rotina,
no abraço que simplesmente parou de existir.

E quem afasta…
acha que tá vencendo.

Mas não percebe que tá ensinando abandono,
plantando insegurança onde só devia ter amor,
e deixando marcas que o tempo não apaga.

Porque criança cresce…
mas o que faltou nela
não cresce junto.

Fica.

E grita em silêncio pro resto da vida.

Ser mãe de uma criança autista é aprender todos os dias sobre amor, força e paciência.
É comemorar pequenas conquistas que muitos não entendem, enfrentar julgamentos em silêncio e ainda assim continuar firme.
Nem todos vão enxergar o cansaço por trás do sorriso, as noites sem dormir, as crises, as preocupações e o medo do futuro.
Mas só uma mãe atípica sabe o quanto cada abraço, cada palavra e cada evolução do seu filho valem o mundo inteiro.
Ser mãe de autista não é fácil…
Mas é um amor tão profundo que transforma dores em coragem e desafios em aprendizado.
A todas as mães atípicas:
vocês são mais fortes do que imaginam, mais importantes do que escutam e mais especiais do que o mundo consegue ver.

Ser mãe de uma criança autista me ensinou a celebrar cada passo, por menor que pareça.

O homem é como toda criança: nasce bom e puro; a idade não deveria ser desculpa para perder a humanidade."

Não é difícil fazer uma criança feliz. Basta que você mostre a ela que você está feliz com a presença dela, assim como você fica feliz quando sabe que as pessoas estão felizes com você, simples não é? Pratique! Amor gera amor! Nina Lee Magalhães

“Uma criança desatenta nem sempre está desafiando a autoridade; muitas vezes, está pedindo ajuda de um modo que ainda não sabe explicar.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Antes de chamar uma criança de preguiçosa, é preciso perguntar se ela possui ferramentas internas para sustentar aquilo que lhe é exigido.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança com TDAH precisa de limites, mas limites acompanhados de método, vínculo e compreensão.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Compreender antes de julgar pode mudar a história de uma criança, de uma família e de uma vida inteira.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.