Dedicatória para Crianças
Deve-se formar as crianças na base da surra e da gritaria para estarem preparadas para entrar para a sociedade do grito.
Crianças brincam na viela em frente às suas casas; outro grupo se diverte numa quadra de futebol, enquanto outros mais correm pela associação de moradores e amigos da comunidade. São os diamantes da vida de todos ali. Ao redor, os adultos trabalham na construção civil, no comércio local ou na rádio comunitária.
De repente, um barulho ensurdecedor rasga o céu. São helicópteros Apache e aviões lançando mísseis e rajadas de balas, sob o pretexto de combater o crime organizado. A ação não é tratada como terrorismo; pelo contrário, o Estado invasor alega estar defendendo sua própria soberania.
Enquanto isso, as eleições acontecem. No palanque, o candidato clama por sangue e exige que a terra seja devastada. Afinal, a corrupção sempre precisa de desculpas brutais para justificar sua existência fútil e gananciosa.
Os animais, assim como as crianças, precisam apenas de um pouco de amor e carinho para serem felizes.
"A maioria da população não são adultos! São crianças crescidas, feridas! Precisam se enxergar e ver que terapia não é luxo, a saúde mental é necessidade urgente!"
Em um passado próximo pela pedagogia tradicional, todas as crianças recebiam um conjunto de ensinamentos padrão, igual para todas, para que no futuro pudessem optar por uma personalíssima formação. Com isto, muitos dos saberes aplicados eram desperdiçados pois nunca mais iam ver e nem aplicá-los para nada. Resultando em confusão. Hoje na pedagogia integral, o ensinamento básico comum a todos, não devem ultrapassar a vinte por cento e deixando oitenta por cento, individualmente de conhecimentos que a criança tem maior afinidade, interesse, facilidade e predisposição natural para mais se desenvolver tanto no campo profissional, pesquisador e no âmbito acadêmico cientifico.
Prefiro chamar de crianças geniais em curso (CGC) com grandes possibilidades de êxito e inclusão social, fora do comum, as crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), do que estigmatizar estas crianças portadoras de algum transtorno, como alguma deficiência grave. Pois o autismo, não é doença alguma mas sim uma condição ambígua do neurodesenvolvimento padrão , adotado como referencia por uma sociedade.
A ciência na atualidade começa a perceber que as crianças que nascem com TEA transtorno espectro autista, independem da condição de saúde da mãe no estado de gravidez e que é uma mutação do dna humano, nestes novos tempos. O crescimento dos casos, disparam a cada dia, hoje como não eram visto até a metade do século XX. O nascimento de crianças, com super foco e habilidades excepcionais fora do conhecimento e aprendizado didático tradicional, impressionam. Será que a pela lei da vida, a humanidade, está por si só, semeando e preparando uma nova geração de super gênios.
Nestes novos tempos de revelações, muitas crianças superdotadas na compreensão muito além da cosmovisão quânticas ate hoje conhecida e acompanhadas de uma alta sensibilidade espiritual na compreensão do sublime da vida no espirito eteno cósmico, vão aparecer, em diversos locais do mundo e em diversas culturas. Rogo a Grande Luz da Vida, que as superstições, as religiões e certos conceitos filosóficos ultrapassados, não maculem, desvirtuem ou interrompam suas mensagens simples e profundas, com interpretações, explicações e justificativas terrenas, que por anos nos escravizam a mente e o espirito, proibindo nos de exaltar nossa liberdade. Impostas por falsos poderes do mundo, que por lei e ordem, manipulam nossa contida consciência e espiritualidade.
I. A Origem e o Olhar Infantil
Na luz do eterno desejo primordial,
éramos crianças observando os céus,
reluzindo os sentidos do microcosmo.
A jornada começa na pureza do olhar. O microcosmo da mente humana se alinha à imensidão do universo, enxergando no espaço não um vazio inerte, mas uma simplicidade carregada de significado. É a escuridão que busca, na sua própria solidão, compreender a existência.
II. O Caos, a Lágrima e a Grande Obra
Vórtices dentro do cosmos são expostos nos níveis mais profundos:
achamos sentido no puro caos.
Depois que a órbita elíptica se transformou numa lágrima do universo,
o olho de Deus aprimorou seu brilho.
Numa nuvem que corta os nuances do tempo e espaço,
transcendendo sua própria existência magnânima,
a ópera magnânima se torna resiliência cósmica.
Aqui, o caos não é destruição, mas a matéria-prima do sentido. A figura da órbita que se molda como uma lágrima reflete a dor e a beleza da criação. A resiliência cósmica surge como a grande resposta da matéria e da vida contra a finitude.
III. O Despertar da Primeira Molécula
O degelo do foco num despertar arcaico da ilusão oponente
das falanges momentâneas são fragmentos esquecidos
da primeira molécula criada no universo.
Há um retorno às origens mais remotas. Ao dissolver as ilusões passageiras do cotidiano (as "falanges momentâneas"), a consciência humana reconhece sua ligação direta com a química primordial do cosmos. Somos feitos do mesmo tecido da primeira criação.
IV. O Crepúsculo do Espírito e a Fissura do Tempo
No envelhecer do meu espírito, vejo ventos solares dos sóis binários:
abre-se a subversão do mar do buraco negro,
difundindo numa ponte entre minha decadência,
vendo seus sonhos num buraco de minhoca.
Sendo instável a evolução de sina de outra era,
irrelevante — pois ainda estamos apaixonados
entre as eras do conhecimento.
Crianças deveriam estar brincando e desenvolvendo o próprio senso crítico, não sendo treinadas para decorar roteiros ideológicos que nem têm maturidade para entender. Estão transformando crianças em políticos mirins, o que me lembra muito o fenômeno dos pastores mirins em algumas igrejas.
Em ambos os cenários, o que vemos é uma atuação ensaiada: a criança mimetiza gestos, tons de voz e frases de efeito que claramente não pertencem ao seu repertório infantil. Quando o palanque ou o púlpito substituem o parquinho, a criança perde o direito de ter dúvidas e de descobrir o mundo no seu próprio tempo.
Estamos trocando a educação pela doutrinação precoce. No fim, essas crianças não estão sendo preparadas para serem cidadãos conscientes ou líderes espirituais, mas sim ferramentas de marketing para adultos que querem validar suas próprias crenças através da 'pureza' de uma criança que, na verdade, só está repetindo o que lhe mandaram dizer.
Deus tem me chamado para liderar mulheres, crianças, adolescentes e jovens.
Eu sei que esse chamado e essa promessa vêm desde a minha infância. Ao longo dos anos, muitas coisas chegaram às minhas mãos e, mesmo sabendo que humanamente eu não era capaz, eu abracei cada missão com amor.
Quantas vezes eu briguei com Deus… no bom sentido e perguntei: “Senhor, por que eu?”
Houve um tempo em que precisei me afastar. Não para desistir, mas para curar o meu interior. E, nesse processo, Deus me honrou, me fortaleceu e me deu autoridade.
E então Ele me disse, no meu coração:
“Agora tu volta e termina aquilo que Eu te dei para cumprir.”
Por isso, quando chego a um lugar e sou escolhida para determinada missão, não é porque estou atrás de posição, título ou reconhecimento.
É porque um dia eu disse:
“Eis-me aqui, Senhor. Eu aceito a missão.”
Se Deus me escolheu para estar ali, Ele mesmo vai me sustentar e me honrar.
Eu não preciso correr atrás daquilo que Deus preparou para mim. O que for para eu fazer chegará às minhas mãos.
Mesmo com medo.
Mesmo sem entender.
Mesmo achando que não sou capaz.
Porque não é sobre a minha capacidade.
É sobre quem me chamou.
E se Ele chamou, eu vou.
Eis-me aqui.
Elas são essenciais
Quando somos crianças, queremos atenção, carinho, brinquedo.
Quando somos adolescentes, bobinhos demais, queremos estar só com os amigos.
Quando nos tornamos adultos (às vezes só no título), muitas vezes achamos que já sabemos tudo e não damos a elas o valor necessário.
Quando nos tornamos mães e pais, com um novo olhar para os nossos filhos, aí sim, reconhecemos o tesouro que temos em nossas vidas: Nossas mães.
A maldade e o ódio destilados por certas pessoas jamais me impedirão de tratar bem as crianças delas!
"Sou contra a alienação das mentes das crianças por certas igrejas, que as fazem adorar ao Deus Dinheiro, em detrimento da boa-fé."
A Dignidade das Crianças e o Espelho do Lar
As crianças que crescem em meio à bagunça e à sujeira extrema aprendem, silenciosamente, a aceitar o caos como o seu padrão de vida. Isso é desolador, pois a infância precisa de estrutura, clareza e amparo para florescer. O cuidado com o lar vai muito além da estética: é uma lição de dignidade que deixamos para as próximas gerações. Quando limpamos a nossa casa e mantemos a harmonia do ambiente, estamos ensinando aos menores que eles merecem o melhor da vida, que eles são dignos de respeito e de um espaço acolhedor. Cuidar do lar é proteger a mente e o espírito daqueles que dependem de nós para aprender o valor da ordem.
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