Dedicatória para Crianças

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Gostaria de ter a fé das crianças que pulam no colo do pai sem medo de cair, mas minha confiança foi quebrada tantas vezes que hoje eu analiso até a solidez do chão antes de dar um passo. A prudência é a cicatriz da alma que já se estraçalhou no asfalto da realidade.

"Não deixe que telas com imagens criadas por adultos tirem a imaginação das crianças." — [José Vitor Inácio ]

Ele nunca teve uma árvore para chamar de sua.


Enquanto as outras crianças aprendiam a subir nos galhos, ele aprendia a amarrar cordas. Enquanto aprendiam a cair e serem apanhadas, ele aprendia a cair e se levantar sozinho.


Não havia braços esperando por ele no fim da queda.


Então ele fez das mãos a sua casa.


Ele descobriu cedo que o amor não é uma palavra que se diz. É um nó que se faz. E ele se tornou um artista dos nós — dos nós que seguram, dos nós que protegem, dos nós que salvam.


Mas há um nó que ele nunca aprendeu a dar: o nó que prende uma pessoa à outra sem corda.


Ele olha para Ela e vê uma mulher que ele ama com a força de quem nunca teve certeza de que o amor fica. Cada vez que Ela se aproxima, Ele sente o cheiro do que poderia perder. E ele aperta os punhos, como quem segura uma corda que pode se romper.


Ele cresceu aprendendo que o mundo é um lugar onde as pessoas somem. Não por maldade — por gravidade. Elas se vão como a neblina que ele vê das montanhas: estão ali, e de repente não estão mais.


Então ele segura.


Segura o trabalho, segura os projetos, segura o corpo dela na cama, segura a mão dela na rua. Segura como quem segura a própria existência.


Mas ele não segura as palavras.


As palavras, para ele, são como pássaros que ele não aprendeu a domesticar. Elas voam para longe antes que ele possa nomear o que sente. Porque nomear o que sente, para ele, é abrir a porta do quarto onde a vida já morreu. É lembrar que o colo que teve foi tirado dele.


Ele não fala sobre a ausência que o formou.


Não fala sobre a infância sem porta, sem quintal, sem o som de uma voz chamando pelo seu nome à noite. Não fala sobre o instante em que descobriu que o mundo não tem dívida com ninguém — que o amor não é um direito, é uma aposta.


Talvez Ele aposta n'Ela. Mas aposta com o medo de quem já perdeu a aposta mais importante da vida.


Ele não sabe que o amor não é uma corda. Que não precisa ser segurado com tanta força. Que o amor é como o vento: a gente não segura, a gente sente. E, sentindo, a gente não precisa ter medo de que ele vá embora — porque, mesmo quando vai, ele deixou marcas.


Ele tem marcas.


Cada gesto de cuidado que ele tem por Ela é uma marca da vida que ele perdeu. Cada vez que ele estende a mão para ajudar alguém, ele está repetindo o gesto que a vida não repetiu por ele.


Ele é um homem que aprendeu a ser pai e mãe de si mesmo.


E isso, meu amigo, isso é a coisa mais solitária que um ser humano pode ser.


Então ele não sabe como responder a perguntas. Quando Ela pergunta o que aconteceu, ele responde com o que acontece. Não com o que se sente.


Ela quer o sentimento. Ele oferece o fato.


Ela quer a presença. Ele oferece o corpo.


Ela quer a alma. Ele oferece o que tem: a corda, a proteção, o café quente, a carona, o abraço firme.


Mas não é suficiente. E ele sabe que não é suficiente. E isso, isso o faz sentir-se como um menino novamente: pequeno, incapaz, com as mãos vazias diante de uma mulher que merece mais do que ele sabe dar.


O que ele não entende é que ela não quer mais. Ela quer diferente.


Ela quer que ele se sente no chão com ela. Que ele não tente consertar. Que ele apenas fique. Que ele confie que ficar é suficiente.


Ele nunca aprendeu que ficar é suficiente.


Porque, na vida dele, ficar sempre foi o prelúdio da partida.


Mas agora, com Ela, ele pode aprender. Se ele tiver coragem de desaprender o que a sobrevivência ensinou. Se ele conseguir soltar a corda por um instante e sentir que o vazio não vai engoli-lo. Se ele conseguir acreditar que o amor não é uma coisa que se constrói para não cair — mas uma coisa em que se cai, e se é apanhado.


Ele já foi apanhado por Ela.


Agora, ele precisa aprender a se deixar cair.


... coisa sobre Ele

Pais, mães, tutores, avós, tios e todos que cuidam e ensinam crianças....

Vocês nunca saberão o que é sofrer falta de amor e compreensão, a menos que já tenham vivenciado isso em suas vidas.

Então, deixem de lado o ego, preconceito, discriminação, racismo....

Coloque o amor acima de tudo e de todos para poder dar um bom exemplo e transformar nossas crianças em seres humanos amáveis.

Para isso acontecer, basta vocês seguirem algumas etapas simples, lembrando que para ter um bom resultado, você também deverá se transformar em uma pessoa amável, livre de conceitos pré estabelecidos.

Não crie suas crianças para serem exemplos estereotipados, sexistas, nem tampouco hipócritas.

Os crie para serem educados, respeitar quem os respeita, entender que há diferenças entre todos, terem liberdade de escolha, ter senso crítico, analítico e bom senso também.

Não caberá a mim e à ninguém escolher qual sexualidade meus filhos se identificarão. Cabe à nós instruí-los a melhor escola, a melhor faculdade ou profissão, mostrar à eles que existem pessoas boas e más e como identificar e se proteger delas, explicar que existem drogas, armas e ações que podem trazer más consequências como vícios, auto destruição, presídios e morte.

Eliminem quaisquer palavras de raiva, ódio, ameaças e agressões, substitua com diálogo e bons exemplos.

Sejam amigos das suas crianças, pois é um amigo que eles procurarão nos momentos de angústia, medo e dúvidas.

Tenham um diálogo saudável e sincero com eles e nunca usem contra eles o que eles confiaram à você, para não quebrar o elo entre vocês.

Os respeitem como desejam que te respeite, como ser humano, como pessoa de sentimentos.

Vocês deverão ser a luz na escuridão do saber.

O que desejo é que sejam felizes, independente de gênero.

Ame seus filhos, netos, sobrinhos, entiados, alunos!

Jane Fernanda N

Clamor pelas crianças Um grito contra a violência, o abuso e a omissão diante das crianças do nosso país.

Tags: criança, violência infantil, abuso, tráfico humano, casamento infantil, denúncia social, proteção, sociedade, Marajó

Precisamos agir diante da violência que se impõe diante dos nossos olhos.

Crianças sendo traficadas.
Crianças violadas ainda nas maternidades.
Crianças expostas e vendidas através das redes sociais.

É um erro acreditar que o abuso parte apenas dos homens.
A realidade é mais dura:
Mães que vendem suas filhas.
Mães que violam seus próprios filhos.
Pais que violentam filhas e filhos.
Tios, sobrinhos, avós que abusam de netos e netas.

É lamentável. É inaceitável.

Até quando permaneceremos em silêncio, sociedade?
É tempo de nos levantarmos em defesa daqueles que não podem se defender.
Crianças indefesas. Crianças vulneráveis.

Não podemos naturalizar em nosso país práticas como o casamento infantil sob o pretexto de cultura.
É dever de todos lutar.

Que haja misericórdia e, sobretudo, vigilância.
Observemos nossos filhos, netos, sobrinhos e também as crianças ao nosso redor.
Estejamos atentos aos sinais. Estejamos atentos aos pedidos de ajuda silenciosos.

Porque crianças gritam mesmo em silêncio.
E esse grito já não ecoa apenas na Ilha de Marajó. Ele atravessa o Brasil inteiro.

© 2026 Márcia Reis Nazar. Todos os direitos reservados.

Amo a inocência das crianças
Mas odeio a malandragem do homem;

Já dizia o poeta
"Eu fico com a pureza das crianças"
Eu fico com a gritaria das crianças
Eu fico com bagunça das crianças
Eu fico com o bate-boca das crianças
Criança não precisa esperar
Hora pra falar com outra criança
Crianças são felizes
No Barulho

Crianças agora vão às escolas para "FARMAR AURA". Enquanto países de primeiro mundo formam jovens QUALIFICADOS para serem patrões, nós aqui no Brasil, continuamos criando jovens alienados e subservientes para servi-los no futuro!

Crianças são especiais para quem ama a infância, pois proteger essa fase é a melhor missão que um adulto pode ter. Fica a dúvida: quem cuida de quem? O adulto cuida da criança ao dar atenção, limpar a roupa e defendê-la de quem é ruim. Mas a criança também cuida do adulto com um abraço sincero e com as palavras exatas que a gente precisava ouvir. É uma troca de ajuda e de amor. Diante de tanta pureza, é difícil entender por que existe quem queira fazer o mal contra elas, mas o futuro sempre cobra o preço de cada ato. Cuidar de uma criança é proteger o que há de melhor no mundo.

* Dia das crianças *


Tenho saudades daquela menina,
ingênua e meiguinha,
que queria escrever versinhos
bordados de doçura e afeto...


Guardava nos olhos
o brilho das manhãs ensolaradas,
e nas mãos pequenas,
o sonho de mudar o mundo
com lápis de cor e papel pautado...


Acreditava nas fadas,
nas promessas das nuvens,
e que o amor morava nas flores
que colhia no quintal da infância...


Hoje, quando a vida
me pede pressa e razão,
eu fecho os olhos ,
e volto a ser
aquela menina,
frágil e forte,
que acreditava que a poesia
era o coração das coisas simples...


✍©️@MiriamDaCosta

* Dia das crianças *


Embora a infância seja o início
do nosso caminhar pelas veredas da vida,
ela permanece presente e determinante
até o fim...


A infância não passa,
ela se infiltra em cada passo do caminho,
molda as feridas e os sonhos
que nos carregam até o último suspiro...


A infância é o primeiro perfume
das veredas da vida...
e, mesmo quando o corpo se cansa,
ela floresce nas lembranças
que nos sustentam até o fim...
✍©️@MiriamDaCosta

* Dia das Crianças *


Em qual espelho
permaneceu,
mesmo que embaçada,
a imagem da tua puerícia?!...
✍©️@MiriamDaCosta

⁠As roupas e os calçados estão entre as invenções mais importantes do mundo.Sem roupas as crianças e os adolescentes não poderiam estudar e nem aprender.Nas universidades seria improvável alguém conseguir se concentrar nas aulas caso as pessoas estivessem nuas,ou seja,as pessoas também não iriam ao trabalho.Nos locais frios as pessoas morreriam de frio por não estarem aquecidas.As ventimentas são marcantes e também podem revelar a personalidade das pessoas.

Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para pessoas que já têm renda e independência financeira. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Diga aos filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.

Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para quem já têm renda, independência financeira ou para pessoas ricas. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Se forem de média baixa ou média alta, falem aos seus filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.⁠

Como devemos tratar nossas crianças?


Essa é uma pergunta que muitos responderão prontamente: "Com amor." E essa resposta está certa. Mas, logo percebemos que apenas o amor não é suficiente para educar uma criança.


Vamos começar por nós mesmos e voltar um pouco ao passado...


Talvez você tenha ouvido frases como: "Você não sabe fazer nada direito. Saia daí, deixe que eu mesma faço!" Ou então: "Você não sabe nem segurar um copo!", logo após derrubar um copo de vidro ao tentar beber água. Isso quando não vinham os xingamentos.


Essas são frases que muitas pessoas ouviram repetidamente durante a infância.


Mas por que, quando era a criança da visita que derrubava um copo, o tratamento era diferente?


Quantas vezes ouvimos nossas mães dizerem: "Não tem problema, deixe aí que eu limpo."


E é justamente assim que deveríamos tratar nossas próprias crianças: com a mesma tolerância, compreensão e respeito que oferecemos às crianças dos outros.


Afinal, derrubar um copo, deixar um objeto cair ou esbarrar em alguma coisa é algo normal. Isso não acontece apenas com crianças, mas também com adultos. Às vezes por distração, pressa, cansaço ou falta de atenção.


Esses acontecimentos não significam que a criança seja incapaz. Porém, quando ela é constantemente criticada ou humilhada, pode começar a acreditar que realmente não é capaz.


Quando experiências negativas se repetem com frequência, aumentam as chances de a criança desenvolver medo de errar, baixa autoestima, insegurança e até dificuldades para experimentar coisas novas, por receio de ser criticada.


Então, voltando à pergunta: como devemos tratar nossas crianças?


Com amor? Sim. Mas o amor, sozinho, não basta.


Devemos compreender e respeitar os sentimentos delas. Precisamos exercer empatia, paciência e acolhimento, sendo a base segura de que elas tanto precisam. Devemos educá-las com palavras que fortaleçam, com atitudes que inspirem confiança e, claro, estabelecendo limites, mas sempre com respeito.


Portanto, trate sua criança como a criança da visita!


— Kaiane Macedo

As raízes do amor, trazem fortes lembranças, dos corações que se amam desde o tempo de crianças, Deus nos dê vida em abundância, na tempestade ou na bonança, viver o amor e a esperança, com fidelidade, verdade e honra a nossa aliança. ⁠

De que adianta a falsa consideração dos adultos, se animais e crianças transformaram meu amor na glória dos gigantes?

Crianças deveriam estar brincando e desenvolvendo o próprio senso crítico, não sendo treinadas para decorar roteiros ideológicos que nem têm maturidade para entender. Estão transformando crianças em políticos mirins, o que me lembra muito o fenômeno dos pastores mirins em algumas igrejas.
​Em ambos os cenários, o que vemos é uma atuação ensaiada: a criança mimetiza gestos, tons de voz e frases de efeito que claramente não pertencem ao seu repertório infantil. Quando o palanque ou o púlpito substituem o parquinho, a criança perde o direito de ter dúvidas e de descobrir o mundo no seu próprio tempo.
​Estamos trocando a educação pela doutrinação precoce. No fim, essas crianças não estão sendo preparadas para serem cidadãos conscientes ou líderes espirituais, mas sim ferramentas de marketing para adultos que querem validar suas próprias crenças através da 'pureza' de uma criança que, na verdade, só está repetindo o que lhe mandaram dizer.

⁠Crianças dos 02 aos 07 anos, principalmente, são egocêntricas, destrutivas e possessivas.
É natural e da Natureza Humana.
O problema vem após esta idade. Muito após.