Dedicatória para Amigo
Quem me julga não me vê, quem me vê não me julga;
Não confunda amizade com tamanha liberdade;
Sou muito mais do que seus olhos possam vê;
Sou fogo, sou água, sou tudo e verdades;
Lembro de tantos amigos que se foram sem se despedirem para nunca mais voltarem, me deixando sem saber o que dizer;
Nesse momento sinto certo vazio que se alastra por dentro de mim se expandindo a saudade que tanto me completa;
Com sede e com intensa vontade de chorar mesmo não sendo brincadeira mesmo faltando coragem da morte de se apresentar como se deve;
Três coisas na vida que não se abandona: Amizade, confiança e um coração transbordante de amor e carinho;
Pois o mundo dá voltas e o que fazes hoje, amanhã você pode colher em dobro, no entanto plante o bem para colher o mesmo;
Ter amigos é ter a chave para abrir as portas das possibilidades, meus amigos nem sabem o quanto são meus, creio eu que nunca perceberam o amor, a fidelidade, no qual, lhes devoto com absoluta sinceridade que tenho a eles... Eu não fiz amigos, mas sim reconheci os meus irmãos!
Eu quase sempre ando muito ocupado
Mas para os meus amigos sinceros, eu arrumo um tempo deixando o meu trabalho de lado
E para os que eu não tiro do coração
Eu busco lisonjear, entendendo que é uma forma de retribuição
Pois cada um dos meus amigos eu os trato como irmãos
Eu tenho toda positividade e acredito que todos nós caminhamos na mesma direção...
Porém, cumprimento os meus amigos para ter sonhos suaves e doces
Com todo carinho e respeito eu desejo uma boa noite!
Caro amigo vento,
hoje escrevo uma carta para você.
Você que leva o que pesa e traz o que precisa chegar.
De vento em vento, entrego ao silêncio aquilo que minha alma já não precisa carregar.
Assopro para você levar embora as dores, os medos e as marcas que insistem em ficar.
Que o vento carregue o que passou, para que eu possa abrir espaço para tudo aquilo que ainda está por vir.
Entre os tesouros mais raros da existência está o privilégio de compartilhar a vida com amigos cuja lealdade desconhece a inveja, a competição ou a falsidade. Com eles, dividimos sonhos delicados e projetos grandiosos, gestos simples e grandes planos. Na pureza desse vínculo sincero reside a verdadeira essência da amizade.
Eu trato bem o Lápis
Ele é meu amigo...
Eu trato bem o Lápis...
Ele é meu parceiro
Democrático, discreto, inteligente e burro.
Cabe num bolso, mas guarda toda as coisas do mundo !
O Devorador de Sonhos está em todo lugar
Se fingindo de amigo
Querendo te derrubar
Aparte-se dele já se ainda é capaz de sonhar
O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.
Gabiróba, o sapinho mochileiro acreditava que a amizade era uma rocha que se projetava no mar de magias do antigo reino sapo. Ele ria dessa ideia e dizia que se tivesse o poder de impedir as ondas desse mar de partir para o oceano de dúvidas impediria. Pois com elas o medo avançava ano a ano sobre a terra fértil da sua limitada mente sapo desde que chegara nessa estrada sem fim que é a vida de quem é ansioso como um noivo espera que encontre o sentido, e que ele seja bom e generoso.
Gabiroba via a terra, a boa terra da esperança se desmanchar no atrito das ondas do mar de dúvidas, via os longos braços de areia áspera e alcalina que segurava na praia a fúria do oceano de raivas. Quando o brilho do sol partia na tarde vermelhada ele contemplava a paisagem brilhante dourada do futuro e se animava a fazer uma caminhada para alcança-lo. O céu iluminado pela lua brilhava nas águas salgadas e refletia toda sua história de pérolas e jóias de uma vida predestinada a ser um simples sapo mochileiro nesse universo de sapaiadas, desde o dia em que sua mãe sapa anunciou: "Estou grávida". Assim nascia Gabiroba, o sapinho mochileiro trazendo em seus pensamentos um universo mágico de valiosas jóias que jamais seriam usada, seus olhos eram como pedras estreladas refletidas pelo brilho do céu escurecido da noite calma, mas acordou na chuva e eles pareciam opacos sem brilho, desde que as dúvidas começaram a percorrer o seu caminho.
No relacionamento, quando aparece o “somos só amigos”, geralmente o coração já começou a escolher outro caminho...
Chamei de amizade aquilo que meu coração tinha medo de chamar pelo nome certo
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Teus olhos me hipnotizam;
Teus cabelos me seduz.
Sua gentileza me levanta;
Seu sorriso me encanta.
Querida, se você soubesse o que você faz em meu coração...
Se você soubesse o poder que tem! Nunca mais iria duvidar do seu valor, segurança e essência!
Dentre todos os poemas que já lhe escrevi, este é o mais sincero.
Pois, neles eu escrevi sobre teus olhos, sorriso, essência.
Mas neste, não somente.
Neste eu escrevo sobre quando percebi, apesar que demorado, que os sentimentos que escrevia não eram apenas admiração;
E sim os sentimentos que despertavam em mim;
O meu enorme amor por você!
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**Escrito em 30/06/2026 as 13:50, em Curitiba, Paraná, Brasil**
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Autor: Gustavo Biazotti
