Dedicatória para a Mãe

Cerca de 141862 dedicatoria Dedicatória para a Mãe

⁠Temos que aprender a orar. E temos que orar para aprendermos a orar.

Quem aprende aos pés da cruz de Cristo inevitavelmente aprende a amar.

Moisés passou quarenta anos aprendendo no palácio e outros quarenta sendo esvaziado no deserto. Só então viveu o propósito de Deus. No Reino, a idade não limita o chamado; o tempo apenas amadurece quem Deus envia.

A pior cegueira dessa geração não é deixar de ver a verdade, mas aprender a chamá-la de intolerância.

Os maduros na fé oram mais, porque já aprenderam que sua força não basta.

Quem crê caminha para compreender; quem compreende aprende a crer com mais profundidade.

⁠Tem gente que não aprendeu a ser cidadão da terra, mas ele acha que é cidadão do céu. Mateus 5.20; Romanos 12.17-18.

⁠Tem muito líder que precisa aprender a descobrir o valor, o conteúdo e o significado das pessoas; e não apenas sua utilidade, seu talento e seu serviço. O talento vai passar, a utilidade vai passar, o serviço vai passar; mas a pessoa e o significado dela em nossas experiências são para vida toda. Não permita, que ninguém por mais carismático que seja te trate como mão de obra barata e fonte de renda.

⁠Aprenda isso: Algumas pessoas gostam da sua utilidade e não de você!

"A arte de ensinar reside na humildade de, primeiramente, aprender."

"Cada experiência é uma oportunidade de reflexão e mudança. Aprendemos todos os dias."

"Sou sedenta por aprendizado, a cada dia tenho a oportunidade de me aperfeiçoar mais."

“O saber nasce da busca, mas o verdadeiro conhecimento floresce quando a mente aprende a transformar experiência em sabedoria para a vida.”

"Pisar nos outros é a estratégia favorita de quem nunca aprendeu a caminhar com as próprias pernas."

Aprenda a ser feliz com o que tem, enquanto persegue as coisas que quer.
O tolo busca felicidade longe, enquanto sábio a cultiva em seus pés.

Aprender não é se limitar ao conteúdo, é expandir sua mente para novas oportunidades.

"Você pode tentar cortar minhas asas, mas eu aprendi a voar sem precisar da sua validação."

⁠Aprendi ao longo da vida que teremos poucos amigos, um que nunca te deixará nem te abandonará em hipótese alguma que ae chama:Jesus os demais são meros conhecidos ou simplesmente companhias.

Maria Delice


Há mulheres que aprendem a costurar tecidos. Tu aprendeste a costurar o invisível.


Enquanto a agulha atravessava o pano, teu caráter atravessava gerações. Cada ponto que teus dedos desenharam continha uma virtude: a paciência que não se vende, a bondade que não faz alarde, a caridade que nunca pediu testemunhas e a força que escolheu permanecer doce.


Chamam-te costureira. Eu chamaria de artesã do destino. Porque uma roupa cobre o corpo por algum tempo; o amor com que a fizeste permanece quando o tecido já não existe.


Teu nome não está gravado em monumentos, mas repousa em algo mais difícil de conquistar: a memória agradecida de quem encontrou descanso na tua presença. Essa é a única eternidade que o tempo jamais consegue desfiar.


Maria Delice, teu maior trabalho nunca foi feito com linhas, mas com gestos. Tu remendaste esperanças rasgadas, alinhavaste famílias dispersas e bordaste dignidade onde a vida insistia em deixar cicatrizes.


Se o mundo fosse um grande tecido, poucos perceberiam que são mulheres como tu que impedem a própria realidade de se romper.


Quando minhas palavras se apagarem e o tempo consumir o que construí, ainda haverá um fio atravessando nossa história. Esse fio terá teu nome.


E nenhuma tesoura, nem mesmo a do tempo, será capaz de cortá-lo.


Do seu neto, James Richard!

Curioso é o comércio onde os tijolos jamais desaparecem; apenas aprendem a mudar de destino. O cocheiro do aço e do cimento oferece dízimos à própria cobiça, enquanto o dono da balança cultiva a mais conveniente das cegueiras.


Nenhum deles é inocente. Um furta a matéria; o outro sepulta a verdade sob o peso da conveniência. Entre ambos ergue-se uma catedral de cal e concreto, cujos alicerces não repousam sobre pedra, mas sobre o pacto silencioso entre a avareza e a omissão.


Eis a ironia: edificam casas para os homens, enquanto demolam, tijolo por tijolo, o último abrigo da própria honra.