Declarações curtas de Amor

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A linguagem do amor está nos olhos.

Enquanto minha guitarra gentilmente chora

Eu olho você toda, vejo o amor que aí dorme
Enquanto minha guitarra suavemente chora
Eu olho para o chão e vejo que precisa ser limpo
Ainda minha guitarra suavemente chora
Eu não sei porque ninguém te disse
como desdobrar seu amor
Eu não sei como alguém te controlou
eles compraram e venderam você
Eu olho o mundo e eu noto que ele está girando
Enquanto minha guitarra suavemente chora
Com todo erro certamente precisamos aprender
Ainda minha guitarra suavemente chora
Eu não sei como você foi divertida
você foi pervertida também
Eu não sei como você foi invertida
ninguém te alertou
Eu olho você toda, vejo o amor que aí dorme
Enquanto minha guitarra suavemente chora
Eu olho você toda
Ainda minha guitarra suavemente chora

Pensou que o rapaz tinha ido embora diferente dela. Não podia ser que o amor tornasse as pessoas diferentes assim, a menos que não fosse amor nenhum.

Somos almas transparentes, juntos, cruzando trilhas de amor e de luz!

Haikai em você num tropeço
Olhei nos seus olhos meio sem jeito
Foi amor a primeira escrita.

O amor, como o veneno da cobra, serve tanto para matar como para curar.

A diferença entre o amor e a paixão:

A paixão nasce
Mas tem que ser cultivada
Senão, morre.
O amor nasce
Não precisa ser cultivado
E nem por isso morre.


Essa é a diferença que faz a diferença!

O desejo pinta e some
A paixão explode.
Já o amor é desejo que se aprofundou
E uma vivência intermitente da paixão.

''A distancia entre o amor e o ódio é a desilusão''


E aquele amor de infância, que foi guardado

As lembranças vêm, como um ataque cibernético

Não tem hora nem lugar, vocês cresceram

Cada um seguiu seu destino, sem lembrar

No vazio hostil, cada um no seu caminho

Compartilhando uma egoísta solidão

Sem saber um do outro, foram expostos

A dor de nascerem pela metade

Destino covarde, de longe planejou

Arquitetou um reencontro sem intenções

Marcaram pra sair, estavam ali, novamente

De frente um para o outro, olharam pra si

Encontrou em fim, a criança que perdida

Estava, mas o destino não estava satisfeito

A moça e o rapaz, meio sem jeito

Descobriram que a esperança havia de falecer

Mas ela não era a ultima a morrer?

E o amor, não se faz renascer?

Se enganar, confundir, se iludir

É tão comum, sorrir, chorar, gargalhar

Deprimir, sentimento e estado de emoção

A distancia entre o amor e o ódio

É a desilusão, fatigados pela esperança

Você faz o seu destino, poucos saem vivos

Desse labirinto chamado vida!

O amor não é um relacionamento, é um desapego.
É estar feliz mesmo sem estar com a pessoa, é ver o outro feliz e ficar feliz.

Toda e qualquer prova de amor, jamais seria suficiente pra alguém que não confia em você.

Algumas pessoas se preocupam demais... acho que é amor.

Tenho em mim toda saudade que o amor mereceu.

Sobre o amor, e o desamor, sobre a paixão,
Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar,
Sobre querer, sobre entender, sem esquecer,
Sobre a verdade e a ilusão,
Quem afinal é você,

Quem de nós vai mostrar realmente o que quer,
O coracão nesse furacão, ilhado onde estiver,
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais,

Sobre o porque de tantos porques,
E responder,
Entre a razão e a emoção
Eu escolhi você!

Quem de nós vai mostrar realmente o que quer,
O coracão nesse furacão, ilhado onde estiver,
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais,

Sobre o porque de tantos porques,
E responder,
Entre a razão e a emoção
Eu escolhi você!

Tem muita gente que pensa que ama. Não sou ninguém para julgar o amor dos outros, longe de mim. Mas o amor, o amor mesmo, o amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É encontro.

Mais histórias pra nós dois
E o nosso amor é livre
E vai me proteger do que for
E vai me proteger de quem sou

O amor é cego... me atraquei com um poste ontem a noite.

SONETO DOS BEIJOS MOLHADOS DE MALDADE

Era uma vez um amor
Que fez da dor sua morada
Um amor que desamou
No desamor de uma estrada

E no desamor fez história
E dela uns mil poemas
De cada poema brotou
Mil lágrimas, dez mil dilemas

E as lágrimas por pura vaidade
Na boca molhada beijaram
Por desamor e maldade

E o beijo por pura maldade
Nas bocas tão doces que esteve
Deixaram salgadas saudades

Esse amor me faz sofrer, mas prefiro viver sofrendo a não ter mais você.

Nada termina, onde há o amor de verdade .. ao não ser que esse amor se acabe, mas nada é por acaso, pois um amor construido com o tempo não se acaba como um dia termina para que outro começe .. atitudes, acabam mostrando se era mesmo o AMOR ...