Declaração de Amor a uma Amiga
Ri do riso
???
da amiga
Cantei o verso
Já escrito
Declinei o verbo
Qual?
Amar...
Passado
Presente
Se tiver sorte
Futuro
Sou ré?
Só matei a tristeza
Senhor
Salvei a alegria
Afoguei a maldade
Senhor
Salvei a bondade
Absolvida pela verdade?
Felicidade!
Voarei!
Passarinhei!
E a sinceridade?
Na inocência da criança!
Suave
Intensa
Antônimos?
Sim
Não é o fim
Sol e lua
Tanta beleza
E a criatura
Reza
Pela riqueza
Quanta pobreza
É a vida,
Perfeita
Inquieta
Pouco importa
Viva
Pra vida.
"Torne-se o tipo de mulher, que seja capaz de ser amiga de uma outra mulher ,sem que haja rivalidades desnecessárias entre ambas."
---Olívia Profeta---
A utopia é amiga da esperança. Se a esperança resistir os seus encantos, a fé se apresenta como aliada para transformar o quimérico em algo factual.
Como sempre digo: prefiro ser uma amiga chata e falar sempre a verdade, do que ser uma pessoa "boazinha" e ser totalmente falsa.
Grande parte da cultura e religiosidade negra, no Brasil, subsistiu pela mão amiga do indígena brasileiro. Um dia a negritude cultural perceberá disto e entrelaçará suas culturas de resistência.
Como já dizia a canção "...uma palavra amiga, uma notícia boa, isso faz falta no dia a dia..." e tem toda a razão, principalmente, após alguns dias difíceis, que trouxeram uma certa preocupação.
Considerando a alegria que se tem ao tomar conhecimento que alguém que você considera, que tem o seu respeito, graças a Deus, conseguiu realizar um sonho, um bem que tanto esperava, por mais simples que seja,
Bênção que proporciona quase o mesmo sentimento se fosse uma conquista sua, uma grande satisfação que não tem preço,mas que vale muito, uma forma de mostrar gratidão a Deus por tudo que tem feito,
Contentamento partilhado que causa bastante efeito semelhante a raios de sol em um céu nublado, providência do Senhor no determinado tempo,
uma renovação para o seu ânimo e para o seu espírito a qualquer momento.
Parabéns pelo dom da vida, dom de ensinar, dom de ser mãe, dom de ser esposa, dom de ser amiga e todos os dons que vem do Nosso amado Deus.
Aquela amiga chata que você ama e que quando você não está bem, mesmo você não querendo, ela faz-lhe engolir uma dose generosa de verdades, então você melhora.
Amiga, como vai você?
Por que tem estado sumida
ultimamente?
Amiga, você faz parte da minha inspiração, baila na minha imaginação...
Há momentos em que eu fico com saudade, é penso na gente.
Verso do inverso...
Obrigado amiga,
Obrigada amigo,
Obrigado a fazer,
Obrigada a sair,
Brigado com você,
Fogo...
Chame a brigada...
É velha amiga a vida não é só engraçada, ela brinca de esconde-esconde, pula-pula, cabra cega, amarelinha, e outra mais - Porém te ensina que nem tudo é imaginação. Te leva a lugares inimagináveis basta você se deixar levar. Mas cuidado de repente podes acabar ausente da mesma onde tudo é meramente ilusório. Não achas?
Um salvê! um namastê! aos homens insensíveis a eterna luz, onde a tolice amiga da estupidez os oprimem por vontade própria, sem denotar que tudo oque há é o Criador nos instigando a perceber o sagaz, o evolutivo e com isto experiênciar o verdadeiro Lumiar que nada mais é que o Céu!
Ontem, no churrasquinho aqui perto de casa, encontrei-me com a Andreia, amiga de longa data. Eu estava sentado comendo um espetinho quando ela passou, toda elegante na calçada logo à minha frente. Falei: “Psiu, Andreia, não dá atenção a pobre mais não? hahaha.” Ela riu, veio me cumprimentar e sentou-se ao meu lado. Da última vez que conversamos, ela estava se preparando para um concurso e estava noiva. “Andreia, fiquei sabendo através do Gu que você passou na prova, se casou e tem dois filhos lindos. Olha só, parabéns! Faz tempo que não nos vemos, né? Me conta as novidades.”
“Poxa, me desculpe por não ter te visto, Alê. Eu estou muito chateada com o que uma recalcada lá do bairro anda falando de mim pelas costas.” E nisso, ela começou a “discursar” sobre suas mágoas e incômodos. Falou disso por mais de uma hora, esquecendo-se do que eu havia questionado.
Tentei mudar de assunto várias vezes, perguntando sobre os filhos, o casamento, o novo emprego. Mas a mente dela estava presa no que a outra pessoa pensava, no que diziam dela. Fiquei pensando em quanto tempo e energia ela estava desperdiçando com essas opiniões alheias. Ela havia conquistado tantas coisas maravilhosas, mas estava se deixando consumir pelo veneno das fofocas.
Quantas vezes nos encontramos assim, prisioneiros do olhar dos outros, incapazes de ver o tesouro que temos em nossas próprias mãos? Andreia é apenas um exemplo. Cada um de nós já caiu nessa armadilha de permitir que o valor que os outros nos atribuem determine nossa felicidade. A verdade é que nossa felicidade deve ser construída sobre os alicerces do nosso próprio estado real e pessoal: nossa saúde, nossas capacidades, nossas relações e tudo aquilo que nos traz alegria genuína.
Quando paramos de dar tanto peso às opiniões dos outros, podemos começar a celebrar as pequenas e grandes vitórias que compõem nossa vida. Podemos apreciar os momentos de risada, os abraços calorosos, as conquistas pessoais, e até os simples prazeres, como um espetinho bem feito no churrasquinho do bairro. A opinião dos outros pode ser barulhenta, mas não é mais importante do que aquilo que sentimos e vivemos em nosso dia a dia.
Infelizmente, Andreia não conseguiu mudar de assunto. Seu olhar era de puro ódio. Ela não conseguia parar de pensar naquelas palavras cruéis que acabara de me contar. Cada tentativa de desviar a conversa era inútil, como se um ímã a puxasse de volta para aquele círculo vicioso de mágoas.
A noite foi passando, e a Andreia, ao invés de comemorar suas vitórias, afundava-se cada vez mais na angústia das opiniões alheias. Por fim, o churrasquinho ficou até indigesto e eu já estava sentindo azia, de tanta negatividade nas palavras da minha amiga. Perdi a alegria e a vontade de comer. Quando finalmente nos despedimos, senti um aperto no coração. Vi nos olhos dela a tristeza de alguém que, apesar de todas as conquistas, não conseguia encontrar felicidade.
Caminhei de volta para casa refletindo sobre quantas vezes deixamos de viver plenamente por causa das expectativas e julgamentos dos outros. Era doloroso ver uma amiga tão querida, que havia alcançado tanto, estar aprisionada na opinião de uma pessoa que nem era importante para ela.
Pensei comigo: “A vida é breve e preciosa demais para ser desperdiçada com o que os outros pensam. Cada segundo perdido nessa prisão é um segundo a menos de felicidade.”
No fim, espero que um dia ela possa se libertar dessa tristeza e reencontrar a alegria que merece. Porque, no final das contas, a única opinião que realmente importa é a nossa, e viver preso às palavras e opiniões dos outros é desperdiçar a própria vida.
Alessander Raker Stehling
