Decisão
A decisão do Supremo de que as Forças Armadas não são ( mais) o poder moderador do Estado, só reforça ainda mais a ideia de que as Forças Armadas como um todo, só existem, para garantir os próprios interesses do Estado. Ora, o interesse do Estado brasileiro, nunca foi a favor da população. ( De sua população). Então não é difícil compreender que o próprio Estado, força as Forças Armadas a não defenderem os interesses da População mas os interesses de uma minoria corrupta. Infelizmente, "nós", não estamos a serviço da população. Mas cada vez mais, como está bem claro, a serviço do Estado.
Às 08:05 in 11.04.2024
Jesus Cristo morreu na cruz para evitar que você acabe no lago de fogo eterno. A decisão de aceitar ou rejeitar o sacrifício de Jesus é pessoal e tem consequências eternas.
A vida está nas mãos de Deus, e nas nossas mãos, está a decisão de ser filho de Deus ou de ser escravo do pecado...
Na arena do Battle Royale, cada decisão é uma jogada de xadrez, onde a sobrevivência é a única peça que importa. Esteja sempre um passo à frente, antecipando os movimentos de seus oponentes para garantir sua vitória.
Nossa consciência tem total liberdade de decisão ou é influenciada pelo inconsciente e subconsciente?
Na balança do perfil emocional, eis que a decisão situacional nascerá a cada aferição da índole com toques do humor do dia.
Cada vez que tomamos uma decisão, transformamos nós mesmos em alguma coisa nova que não seríamos senão tivéssemos decidido.
O amor é uma decisão. É uma afeição, é o ato de resgatar todos os dias aquilo que o outro tem de melhor. É um querer definitivo de ver o bem do outro. O amor não deixa outros sentimentos momentâneos te conduzir. Quem ama, ama todos os dias.
Por vezes, transferir tomada de decisão para outra pessoa visa apenas eximir-se de responsabilidade.
Desistir para Recomeçar
Desistir de amar. Um ato que ecoa uma decisão solene, mas tão pesarosa quanto libertadora. Sim, é um caminho que trilho agora, pois já não vislumbro em meu horizonte a presença de alguém que me acolha verdadeiramente, que me ame com a plenitude que almejo. As cicatrizes de tantas desilusões, os ecos das trocas tão abruptas, como se minha essência fosse mero artigo descartável, ainda ressoam em meu ser.
Foram várias as vezes em que me vi abandonado à própria sorte, como se minha entrega, minha devoção, fossem apenas efêmeras peças em um jogo de sentimentos voláteis. É certo que posso ter cometido equívocos, talvez tenha falhado em perceber nuances sutis, em atender expectativas que desconhecia. Mas em nenhum momento, em nenhuma circunstância, cogitei desfazer-me do próximo como já fizeram comigo, como ainda fazem.
Assim, tomei a decisão de trilhar este caminho sozinho, sem almejar as efêmeras promessas dos contos de fada, sem desejar um romance que se desvaneça com a menor brisa de descontentamento. Optei por voltar meu olhar para o mais íntimo de mim mesmo, para os recantos onde repousam minhas verdades mais profundas.
Talvez, em meio a essa jornada solitária, a vida perceba que mereço algo à altura de meus sonhos, algo que vá além das expectativas mundanas, algo que me eleve e me complete verdadeiramente. Pois, no fim das contas, é na solidão que encontramos a mais pura essência de nossa alma, é na ausência de outros que aprendemos a nos bastar, a nos amar em toda a nossa plenitude.
Desistir de amar não é um ato de fraqueza, mas sim de coragem. É reconhecer nossos limites, nossas dores, e escolher o caminho da autodescoberta, da autoaceitação. É saber que, mesmo sozinho, ainda somos inteiros, ainda somos dignos de todo o amor que o universo tem a oferecer. E quem sabe, um dia, quando menos esperarmos, o amor nos encontre novamente, desta vez em sua forma mais pura e verdadeira.
Na tomada de decisão, a educação estende a mão, buscando a excelência, sua direção. Servir e cuidar, sua nobre função. Educação para lidar com a emoção e formar o cidadão.
