De Repente Nao mais que Derepente
"Sonhei com passos demoniacos ao redor da minha cama que tinha um cheiro de ovo podre muito forte e ao lado da minha cama, estava meu irmão, como se fosse uma planta com muitas raízes, meu marido tentava fazer ele levantar, mas como tinha raízes em cima da sua cabeça e embaixo nos pés, ele não conseguia, fiquei assustada e acordei ..."
Agosto de 2024
"09/07/2023
Sonhei com meu irmão pequeno nos ombros do meu outro irmão, que também estava pequeno e ele dizia "eu sou um ser inocente, como você quer fazer isso comigo?" Se referindo a brincadeira que quase o derrubou de cima dos ombros do outro... 😂"
PS: Na vida real, são todos adultos já!!
1:14 8 de janeiro de 2023 domingo
Sonhos estranhos...
É janeiro e ultimamente tenho tido sonhos que me fazem acordar e ficar pensando "o que é mesmo que está acontecendo comigo?"
Tenho sonhado com pessoas que há muitos anos não tenho contato.
Creio que são as lembranças á me perturbar.
Bom, está com duas vezes que sonho com um garoto chamado Mateus Santos, estudei com ele na minha infância e tivemos alguns contatos posteriormente.
A primeira vez, ele entrava em uma viela, para comprar drogas e estava muito magro, quando o vi, cumprimentei ele e começamos a trocar idéias, logo, ele estava contando sobre sua vida e com um ar de tristeza muito grande.
Acordei e orei por ele.
Essa semana, primeira semana de janeiro de 2023, sonhei novamente com ele, e eu o via andando sobre uma ponte de moto, a ponte não tinha segurança alguma e era de madeira, nenhuma estabilidade.
De repente, ele manobrava a sua moto, uma moto vermelha e acabou caindo dentro do rio.
Nesse momento, fiquei muito preocupada e ele surgiu de dentro da água são e salvo.
Eu acordei e novamente orei.
Na verdade, nem sei porque estou sonhando tanto com ele.
Espero que Deus o proteja, ele é um bom garoto.
Eu tive sonhos pertubadores também, com a minha mãe.
Sonhei com meu irmão me mandando uma foto no whatsapp, da mãe com uma enorme ferida no braço esquerdo, havia surgido do nada, e eu indagava "será que não é a picadinha?"
Sei que foi um sonho estranho demais.
Eu sonhei também com meu tio, duas vezes!
A primeira vez, o vi deitado em uma rede enquanto minha avó, cozinhava um peixe e esse peixe, estava muito cheiroso.
Quando me aproximei do fogão, vi que ela sorria, mas o peixe estava todo esmagado dentro da panela.
Então, acordei.
Outro dia, sonhei novamente com meu tio, contando sobre a cura da minha mãe, eu o abraçava e sorria.
Eu sonhei com meu irmão awkaerck, arrumando ele dentro de uma rede pra ele dormir.
O engraçado, é que ele já é do tamanho que é hoje.
Acho que esse sonho, mostra meus cuidados para com ele.
Nessa semana, sonhei com bombas caindo sobre a minha cidade e tudo estava pegando fogo e cheio de cinzas.
Eu tentava me esconder atrás da janela da minha casa, e estava com muito pânico, depois tentava me esconder embaixo da cama, e do nada, já estava no campo de marte em São Paulo, olhando aviões da esquadrilha da fumaça em verde e amarelo guerreando e surgiu um, na minha frente, eu me assustei e acordei.
Eu tenho sonhado muito com guerras.
O Brasil está passando por uma fase muito difícil, e nosso futuro está incerto.
Pode ser que aconteça uma guerra de verdade.
Ontem, eu tive um sonho lindo com uma senhora, Dona graça, ela me ajudou bastante na minha adolescência com meus estudos e ela me abraçava e estava muito feliz em me ver.
Que ela possa estar bem.
Ela não mora aqui na cidade, há bastante tempo, mora em Bacabal.
Depois que seu esposo faleceu, ela mudou - se para lá, com a filha e a netinha.
Faz muito tempo que não a vejo.
Esse sonho, deve ser saudades.
Eu também sonhei essa semana com Mayla, claryanna e a dona Regina, mãe delas.
O rumo da nossa história, se fechou em um ciclo onde nem eu mesma entendi nada.
Sonhei que a Dona Regina servia um prato com frango frito e eu sentia vergonha de comer, eu olhava pra ela, para a claryanna e ambas me ignoravam.
Vi a Mayla sentada na porta de casa e somente ela me olhava, mas não falava comigo.
Esse sonho, mostra que o nosso ciclo terminou de uma maneira muito estranha.
Elas, foram as irmãs que nunca tive e apesar de tudo, de suas atitudes, eu às considero muito.
Peço sempre á Deus que as ilumine e cuide de suas vidas, assim como ele cuida da minha.
Hoje, não vejo que poderíamos ter uma aproximação.
Até porque, o que terminou foi para mostrar que nada dura pra sempre.
Tivemos as nossas histórias juntas e disso nunca esquecerei.
Antes, eu sentia falta e até chorava.
Hoje, me contento com tudo o que passamos.
Porque, apesar de tudo, valeu á pena.
Então, esses sonhos, devem significar que a vida tem ciclos finitos.
E que cada fase da vida, guarda coisas lindas.
Mesmo que não possamos mais reviver, podemos ao menos visualizar novamente em nossos sonhos.
Alguns tristes, estranhos e maravilhosos.
Mas, é assim que a vida nos ensina a viver, e tirar de cada momento, algo bom para ser recordado e revivido, em algum futuro incerto, em que estamos a percorrer.
É isso...
Que a vida seja linda e abençoada para todos os presentes em minha vida, e para os que não estão mais presentes.
Porém, permanece de algum modo nas minhas lembranças, nos meus sentimentos, nos meus sonhos e em meu coração.
❤️ Um dia amei e continuo a amar todos!
Independente do que tenha acontecido conosco.
Ainda guardo vocês aqui em mim.
Sonhei juntando roupas do lixo, e eram muitas... 16 de abril de 2023 - 13:09
Primeiro sonhei com a minha mãe, vestida em um vestido longo rosa, de alcinha e ela estava muito linda, toda maquiada e jovem.
Ela estava com a minha avó paterna e iria pra algum lugar, porque eu não via a minha avó, mais sabia que ela também estava de vestido longo e era na cor azul, ela já é falecida. E no sonho, eu ouvia a voz dela, chamando a minha mãe "vamos Dijé..." Eu não sabia pra onde iam, só sei que era pra uma festa, mas eu não sabia onde era.
Essa é a segunda vez, que sonho, mais ou menos assim, na outra vez, era a minha mãe, chamando ela, mas nós não víamos ela, só sabíamos que ela já tinha ido pra algum lugar e não nos esperou.
Depois desse sonho, eu andava por uma rua em meu bairro e lá tinha muitas roupas usadas em um dos lados da rua, eram muitos sacos cheios de roupas.
Eu encostei pra pegar e tinha um saco com muitas roupas bacanas, retirei dois shorts jeans e eles estavam rasgados, mas eu disse pra um homem que também estava lá, que eu iria consertar eles, e dar para pessoas que precisavam de ajuda e são necessitadas.
Ele me olhava de uma forma que era como se não admitisse que eu fizesse isso, e enfim, e acordei...
Eu não sei o que significa, mas tenho sonhado bastante com a minha avó paterna, já falecida, ano passado em 12 de maio de 2022.
Eu estou tentando viver a vida da melhor forma possível.
Muitas coisas, consegui superar e deixei pra trás.
Agora, preciso que as coisas possam dar certo, porque tenho muitas coisas pra realizar por aqui.
Estou fazendo o máximo de esforço possível e aprendi a pensar mais em mim e nos meus objetivos para a vida.
Eu não sei quando ela vai terminar, porém, é por isso mesmo, que preciso aproveitar o máximo, com toda a intensidade possível, cada momento bom e ruim.
Eu estou fechada em meu mundo. Encontrei a serenidade que eu precisava, o universo disse que eu precisava encontrar...
O marinheiro das minhas vidas passadas, parece que está em todas elas...
Um dia, cruzamos novamente nossos olhares, mas as esquinas do tempo, disse que não era para ser...
E, assim atravessamos milênios, vindos no mesmo tempo, e experimentando outros amores.
Ele, me disse para escrever sobre meus sentimentos...
Estou fazendo isso agora, faz parte da minha história.
17 de maio de 2026
Hoje à noite, sonhei conversando com a versão jovem do AXL Rose!!
Sim. Do Guns!!!
Ele estava triste, e éramos muito amigos.
Eu perguntava para ele se ele não tivesse toda essa fama e carreira, se ele não tivesse se tornado um astro do rock, será que ele estaria diferente, tipo feliz??
Então, acordei...
Dormi um pouco hoje à tarde!! 17 de março de 2026...
Sonhei com um carro futuristico, ele parecia de um material muito maleável, e era como se fosse de outro planeta!! Se o condutor sofresse um acidente, ele evitaria o impacto.
Era do tipo borrachudo, seu design muito diferente, com vários tentáculos dos dois lados.
Na cor preta. Muito bonito. Envolta de todo ele, havia furos como de balas. Mas, eram somente parte do modelo.
A condutora, nem parecia ser humana, estava mais para alguém que não existe por aqui ainda.
Eu fiquei observando e acordei em seguida...
18 de março de 2026
Oi, meu amor...
Hoje a gente completa 15 anos de casados. Quinze. Eu repito esse número como quem prova uma palavra nova na boca, devagar, quase com medo de não caber dentro dele tudo o que vivemos. E não cabe mesmo. Porque 15 anos não são apenas dias empilhados em um calendário, não são apenas datas comemorativas que chegam e passam. São camadas. São versões nossas que existiram, se desfizeram, reaprenderam a existir. São pedaços de nós dois que, de alguma forma misteriosa, decidiram ficar.
Não é pouca coisa. Nunca foi.
Se alguém me perguntasse, lá no começo, se eu acreditava que chegaríamos até aqui, talvez eu sorrisse meio sem jeito, talvez eu desconversasse, talvez eu nem soubesse responder. Porque o início foi feito de incertezas. Foi em 2011 que tudo começou a acontecer, e eu lembro como se fosse uma fotografia meio desfocada, daquelas que a gente guarda mais pelo sentimento do que pela nitidez. Você tentando se encaixar no meu mundo, eu tentando caber no seu, e nenhum de nós realmente sabendo como fazer isso sem se perder no processo.
Era uma dança desajeitada. Um passo seu, dois meus, um tropeço nosso.
E, ainda assim, algo nos mantinha ali.
Foi tão difícil aquela época. Eu carregava sentimentos que me atravessavam como uma espada de dois gumes. De um lado, a vontade de te amar de verdade, sem reservas, sem medo, com tudo o que eu tinha. Do outro, um receio quase silencioso, mas constante, de me entregar de novo na mesma intensidade e acabar me despedaçando outra vez. Eu não sabia se era coragem ou teimosia. Talvez fosse um pouco dos dois.
Você sabia disso. Sempre soube.
Você conhecia meus medos, meus silêncios, minhas pausas no meio de frases que eu nunca terminava. Sabia que eu ainda estava aprendendo a amar, como quem aprende uma língua nova depois de anos tentando esquecer a antiga. Eu estava em construção. E construir, às vezes, dói mais do que destruir.
Demorou muito para eu entender isso.
Eu ainda vivia à sombra dos seus erros comigo no namoro, e isso me puxava para trás. Era como tentar caminhar com o passado segurando minha mão com força demais. Eu tinha medo. Medo de confiar, medo de sentir, medo de me abrir completamente e descobrir que, no final, eu estava sozinha de novo dentro de algo que deveria ser dois.
E o amor, dizem, acontece apenas uma vez na vida.
Eu já tinha acreditado nisso. Já tinha vivido algo que pensei ser único, definitivo, irrepetível. E então você apareceu, e eu me vi diante de uma pergunta que ninguém me ensinou a responder: e se o amor acontecer de novo?
Eu não sabia se queria descobrir. Mas descobri.
Porque, mesmo cansada, mesmo cheia de dúvidas, mesmo com o coração remendado de tantas histórias mal resolvidas, eu escolhi ficar. Cansada dos meus próprios anseios, dos meus sentimentos confusos, das dores que eu carregava como quem carrega uma mala pesada sem saber mais o que tem dentro. Eu sentia dor por tudo aquilo que ficou fora do meu alcance, por tudo que eu não consegui ser, por tudo que não deu certo.
E, no meio disso tudo, só restava você.
Você, ali, tentando do seu jeito. Talvez sem entender completamente o que eu sentia, mas tentando. E eu, tentando também, cada um à sua maneira, cada um com suas falhas, seus tempos, seus silêncios. Era como se estivéssemos construindo algo sem planta, sem projeto, apenas com a vontade de que desse certo.
Eu queria uma segunda chance. Você queria a primeira.
E, de alguma forma, isso nos encontrou no meio do caminho.
Teve um dia, e eu lembro disso com uma clareza que me emociona até hoje, em que algo dentro de mim mudou. Não foi um acontecimento grandioso, não teve música de fundo nem luz especial. Foi silencioso. Foi interno. Foi como se eu finalmente tivesse coragem de descer naquele porão escuro onde eu guardava tudo o que me prendia ao passado.
E eu abri as portas.
Coloquei para fora o que doía, o que sufocava, o que me impedia de viver o presente com você. Não foi bonito. Não foi fácil. Foi um tipo de explosão quieta, daquelas que ninguém vê, mas que muda completamente a paisagem por dentro.
E, dias depois, algo começou a se encaixar.
Pela primeira vez em muito tempo, eu senti paz. Uma paz que eu não sentia desde a adolescência, como se eu finalmente tivesse encontrado um lugar dentro de mim onde eu pudesse descansar. E, curiosamente, esse lugar tinha você.
Mas a vida não para para a gente aproveitar a calmaria.
Os desafios vieram. E não foram poucos. Foram intensos, foram difíceis, foram, às vezes, quase injustos. Situações que poderiam ter nos quebrado, nos afastado, nos feito desistir. E, ainda assim, aconteceu o contrário.
A dedicação cresceu.
O cuidado cresceu.
O nosso jeito de olhar um para o outro mudou.
O seu olhar sereno e gentil começou a me tocar de uma forma diferente. Eu comecei a te ver além dos erros, além das falhas, além das histórias que eu insistia em revisitar. Eu comecei a te ver como você é.
E isso mudou tudo.
Claro que ainda doía. Algumas coisas daquele tempo de incerteza nunca desaparecem completamente. Existem marcas que não somem, apenas deixam de doer todos os dias. E está tudo bem. Eu aprendi que o amor não é a ausência de dor, mas a escolha de não deixar que ela defina tudo.
Foi aí que a compreensão começou a falar mais alto.
E, junto com ela, veio algo que talvez seja ainda mais forte do que o amor: a admiração.
Eu comecei a te admirar. Pelo homem que você se tornou. Pela forma como você permaneceu. Pela maneira como você escolheu ficar, mesmo quando seria mais fácil ir embora.
E eu também mudei.
Eu amadureci. Eu cresci. Eu me encontrei.
Eu não sou mais aquela adolescente insegura, perdida entre o medo de amar e a vontade de ser amada. Hoje eu sei quem eu sou. Sei o que eu quero. E, principalmente, sei o que eu escolho.
E eu escolho você.
Não por falta de opção, não por costume, não por medo da solidão. Eu escolho você porque, depois de tudo, de absolutamente tudo, é ao seu lado que eu quero estar. É com você que eu quero continuar escrevendo essa história, com todas as suas imperfeições, com todas as suas pausas, com todos os seus recomeços.
Eu não quero pensar no fim. Não agora.
O que eu quero é imaginar o resto da minha vida ao seu lado. Imaginar nossos dias simples, nossos momentos bobos, nossas conversas sem sentido que, no fundo, fazem todo o sentido do mundo. Quero imaginar a gente viajando, descobrindo lugares novos, mas sempre encontrando um jeito de se sentir em casa um no outro.
Quero imaginar a gente cozinhando juntos, rindo de receitas que dão errado, inventando pratos que ninguém mais entenderia. Quero imaginar nossas risadas por coisas pequenas, piadas internas que só a gente conhece, aqueles momentos em que o mundo parece pesado demais, mas a gente consegue, de algum jeito, torná-lo mais leve.
Quero continuar construindo com você.
Dia após dia.
Sem pressa, mas sem desistir.
Você é a minha paz nos dias caóticos. E não é uma paz silenciosa, distante, fria. É uma paz viva, que respira, que acolhe, que às vezes até discute, mas que, no final, sempre encontra um caminho de volta.
Você é o meu chão. Não no sentido de me prender, mas no sentido de me sustentar quando tudo parece instável demais.
Você é tudo o que eu preciso nessa vida.
E, por muito tempo, eu tive medo de dizer isso em voz alta, como se admitir fosse arriscado demais. Hoje não. Hoje eu digo com a tranquilidade de quem sabe exatamente o que está sentindo.
Eu só tenho você. E, pela primeira vez, isso não me assusta. Isso me acalma.
Ao longo desses anos, eu aprendi a te observar. Aprendi a perceber detalhes que antes passavam despercebidos. Aprendi a enxergar o homem incrível que você é, não apenas nos grandes gestos, mas, principalmente, nas pequenas atitudes do dia a dia.
E é ali que mora o amor de verdade.
Nos detalhes.
Nos silêncios confortáveis.
Nas presenças que não precisam ser anunciadas.
É... no fim das contas, depois de tantas voltas, de tantos medos, de tantas reconstruções, a verdade é simples.
Eu só quero você.
Por toda a minha vida.
Feliz 15 anos para nós.
Te amo incondicionalmente.
Sempre é sempre.
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Eu estou preparada para tudo.
Cheguei no auge da minha maturidade.
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Não sei de todas as coisas
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Nunca saberei
[19/3 15:06] Alinny de Mello: Mas, se for para tomar decisões, eu já sei como fazer.
[19/3 14:54] Alinny de Mello: Um mentiroso nunca esquece seus princípios...
[19/3 14:54] Alinny de Mello: Ou falta deles.
Quando ele chegar nos 40, tenho certeza que ele vai olhar pra trás e perceber as merdas que fez.
Nos 40 a reflexão mais profunda da vida, chega.
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