De Repente Nao mais que Derepente
Não há nada que eu queira mais do que lhe encontrar.
Pois eu sei que quando meu coração no teu encostar, o amor há de transbordar...
Será um dia bonito.
Feito poesia de Cecília Meireles.
Nosso beijo será intenso e doce, feito poesia de Drummond.
A gente vai entrelaçar as mãos, e eu vou ficar corada...
Vou sentir você Amor...
O seu toque.
O seu cheiro.
O seu beijo.
Meu olhar vai brilhar...
Cê sabe que sou emotiva.
Então cê vai me fazer sorrir...
Do jeito que só você sabe.
E o dia seguirá bonito.
Ensolarado.
Pois estarei com Meu Amor ao meu lado...
E quando a noite vier...
Será uma linda poesia de Neruda...
"E para terminar o dia, sorriso.
Para iniciar mais uma semana, sorriso.
Não importa se o dia foi de sol ou de chuva, Deus conosco está, então sorria.
Pois bençãos em sua vida há de chegar.
Te amo Meu Par."
Não fique mais longe de mim não...
Apenas segure as minhas mãos,
abrace meu coração.
Seja verso inspiração
da poesia canção.
Que floresça ao meu lado
em qualquer estação.
Sejamos o amor que ilumina
os caminhos, pôr do sol
em dia de verão.
Apenas segure as minhas mãos,
voe comigo para o infinito
onde as estrelas tocam o chão.
Fazendo brilhar o nosso olhar
que transcende tanto amor.
Amor que desabrochou mesmo sem lhe ver, amor que amanheceu em mim
sem lhe tocar.
Amor que fez morada,
uma primavera que faz florir o meu existir.
Muitos sorrisos tenho pra ti,
amor que jamais deixarei partir.
T e m p o
Sussurra - lhe o vento:
Não há mais dor, nem lamento.
Dentro de si o sol renasceu.
O amor transcendeu.
Além do infinito, há sorrisos.
Dentro de si há força.
Um desabrochar de esperança de que vale a pena viver.
Sussurra - lhe o vento:
Não há mais ódio, foi - se o tempo.
Mas há amor que transcende com o tempo.
Floresce amor que o vento espalha á todo tempo.
Esteja atento.
Sinta o vento sussurrar que amarcura toda a amargura que mora no seu pensamento.
Esteja atento.
Sinta - se amado.
Sinta o coração ser abraçado.
Ame.
E veja o milagre que faz o tempo.
Ah, o amor mora dentro.
Jamais se esvai com o tempo.
Por mais que a gente tente florir,
há sempre algo ou alguém
destruindo o nosso jardim.
Mas não esmoreça,
reaja com a delicadeza
que só as flores possuem.
Deixe um pouco
do perfume por onde
passar.
Seja amor,
seja paz.
S i m p l e s A s s i m
Quanto mais eu observo,
menos eu absorvo.
Não me envolvo.
Permaneço distante,
deixo ir
o que não faz
parte de mim.
Bem vindo será
o verdadeiro,
o que ama
por inteiro.
Quero amar
pra lá do horizonte.
Sem nenhuma ponte,
nenhum muro,
nenhum mar.
Já não bastam
as dificuldades
que tenho
que enfrentar.
Quero o amor simples.
Que me abrace,
olhe em meus olhos,
apenas sorria.
Quero o amor cúmplice.
Que me beije docemente,
seja simplesmente
calmaria.
O amor é sintonia.
COMO IDENTIFICAR UM HOMEM LIVRE?
A liberdade é algo que não pode ser definida, mais sim vivida e compartilhada com aqueles que estão presos fisicamente e carcerados espiritualmente. Quando nós não temos a liberdade de professarmos a religião que nos religa com Deus e com o próximo. E muito menos nos dá a liberdade de vivermos a nossa identidade como: cidadão e povo, estamos diante de uma colonização indireta. Porque a religação com Deus não pode nos separar da nossa identidade e da nossa cultura. Quando isto acontece é porque há uma violação dos nossos direitos e valores assim como da nossa antropologia. Por quê isto acontece em toda parte do mundo? Isto acontece porque: Há homens que se encontram dentro das grades (cadeia) mais estão livres, assim também como há homens que se encontram fora das grades mas estão presos. Porque se apegam naquilo que não podes lhes salvar e dar-lhes a liberdade que tanto almejam. A maior escravidão não é aquela que nos é imposta, mais sim aquela que nos sujeitamos a ela para lhe servimo como burro de carga. Isto acontece com muitos porque a obediência sem carácter leva-nos ao servilismo...
Eu não sou revolucionário e nem ativista. Eu sou antes de tudo e de mais nada um nacionalista e um filósofo em prol do meu povo e da minha nação. Apesar de todos nós termos algo em comum e estarmos ligado: cultural, económica, antropológica e espiritualmente.
Não sou revolucionário e nem ativista. Eu sou antes de tudo e de mais nada um filósofo em prol do meu povo e da minha nação.
Não há dor que não sare com gratidão, assim como não há tristezas que se desfazem com um olhar mais cuidadoso pelo próximo, pelas coisas belas que acontecem a todo instante ao nosso redor e coisas que passam despercebidas no nosso cotidiano. Tudo isto é gratuito.
Na maioria das vezes, o que mais pesa é o que não se mostra. Mas é justamente aí que nascem os verdadeiros desafios e também as maiores vitórias. É nisso que acredito.
O pré-tribulacionismo é uma ideia mais recente, surgida no século XIX com John Nelson Darby, e não fazia parte do ensino dos primeiros cristãos, o que levanta dúvidas sobre sua base histórica em relação à visão tradicional da Igreja sobre a volta de Cristo e a tribulação.
O Engano Mais Sutil
Há um tipo de engano que não se grita — se sussurra. Ele não chega com violência, mas com sutileza. E talvez, por isso, seja tão perigoso. É o autoengano que nasce quando passamos a medir nossa vida por fatores externos, enquanto o interior vai, aos poucos, murchando.
Começamos a acreditar que estar ocupados é o mesmo que estar plenos. Que estar em evidência é o mesmo que estar bem. Que produzir é igual a crescer. E quando damos por nós, já não nos avaliamos mais pelo que somos diante de Deus, mas pelo que parecemos ser diante dos outros.
Mas o Reino não funciona assim.
Enquanto o mundo se impressiona com performance, Deus examina o coração. Enquanto olhares humanos celebram resultados, o Espírito pesa as motivações. Não é o número de compromissos na agenda, nem a frequência das postagens espirituais, nem mesmo o reconhecimento da comunidade — é a temperatura do coração no secreto. É a fome por Deus quando ninguém está vendo. É a entrega silenciosa, sem plateia, sem aplausos.
Por isso, talvez a pergunta mais urgente hoje não seja: “Como está sua vida?”
Mas sim: “Como está sua alma?”
Você ainda se reconhece na presença de Deus? Ainda se sente incomodado quando se afasta dEle? Ou o barulho da rotina te anestesiou a ponto de não perceber mais o silêncio que se formou entre vocês dois?
Voltar a medir-se pelos olhos de Deus é reencontrar um ponto de referência que não muda — mesmo quando tudo ao redor se torna fluido e relativo. Não se trata de emoção, mas de alinhamento. Porque nem todo progresso indica direção, e nem toda constância revela fidelidade. Há rotinas que nos afastam com elegância, e há estabilidade que mascara desvios profundos. O verdadeiro risco não está em continuar andando… mas em seguir sem perceber que já nos afastamos do centro.
Perdoar o imperdoável me torna mais humano?
Essa pergunta me pegou desprevenido. Não veio de um livro de filosofia, nem de uma conversa profunda. Veio de um episódio de uma série de advogados. Mas a ficção tem esse poder estranho de, às vezes, nos despir por dentro.
Mike Ross mentiu. Construiu sua carreira sobre um engano. Por mais brilhante que seja, sua história é marcada por uma fraude. E quando a verdade ameaça vir à tona, tudo parece ruir. Do outro lado, Louis Litt — o guardião das regras, o homem que respira justiça e vive pela letra fria da lei — se vê diante de uma escolha: expor Mike, ou poupá-lo.
E então ele faz o improvável: perdoa.
Não porque Mike mereça. Não porque a situação peça isso. Mas porque, naquele instante, algo mais forte que a regra sussurra dentro dele: a compaixão.
Justiça e misericórdia: não basta uma sem a outra
Esse gesto me confrontou. E me revelou.
Muitas vezes, somos ensinados a escolher entre dois caminhos: ser justo ou ser misericordioso. Como se um anulasse o outro. Mas a verdade é que uma sociedade — e uma consciência — só amadurecem de verdade quando aprendem a equilibrar os dois.
É preciso ser justo. É preciso praticar a justiça. Mas também é preciso saber o que é misericórdia. E praticá-la.
Justiça sem misericórdia se torna crueldade.
Misericórdia sem justiça vira permissividade.
Unidas, elas produzem sabedoria. Produzem humanidade.
O dilema que habita em todos nós
Perdoar o imperdoável não é apagar o erro. É olhar para ele com os olhos de quem também já errou. É reconhecer que há uma dor por trás da culpa, uma história por trás da escolha errada.
Louis, naquele episódio, não nega a verdade. Ele apenas escolhe não deixar que a verdade se torne uma arma de destruição. Ele escolhe algo raro: a humanidade em sua forma mais nobre — o perdão consciente.
Ser justo, mas ser mais do que isso
A grandeza não está em aplicar friamente a regra, mas em saber quando a regra já não basta. Em saber quando o gesto humano precisa ir além da letra. Porque há momentos em que seguir a lei não é o bastante — é preciso seguir a consciência.
E foi isso que me tocou. Porque eu vi em mim a rigidez que cobra, mas não acolhe. Vi em mim a pressa em julgar, o medo de errar, a dificuldade de ceder. E entendi, com um nó na garganta, que ser humano não é ser impecável — é ser capaz de compaixão mesmo diante da quebra.
Talvez seja isso que nos refine:
A capacidade de olhar o outro — e a nós mesmos — com verdade, mas também com ternura.
De dizer: sim, houve erro.
Mas também dizer: ainda assim, há espaço para recomeçar.
Ser justo é necessário. Mas saber perdoar com consciência — isso é maturidade.
E quando conseguimos unir esses dois mundos, nos tornamos profundamente humanos.
Não se engane com as ideias da esquerda política brasileira em aumentar a renda dos mais pobres: essa promessa sempre se cumpre com taxas de juros alta — o que você recebe é para pagar, o que paga fica cada vez mais caro e corre o risco de inadimplência.
Carlos Alberto Blanc
Sonhos
Há 25 anos eu não existia e em 2125 eu não existirei mais.
E, nesse curto espaço de tempo, estou aprendendo que os erros cometidos é a principal parte para nos evoluir e, quanto mais tentamos mais erramos.
É assim com tudo!
E, se eu morrer hoje, já consegui o que eu mais queria, tentar me tornar melhor a cada dia.
Quantas vezes precisei fugir para não pensar em você, mas cada passo longe só me levava mais perto do vazio que você deixou.
Quer ter ganhos exponenciais?
Entregue muito mais e não a mesma proporção, AME o que faz, logo estará em evidência e sem querer destacando-se.
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