De Repente Nao mais que Derepente

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⁠um dia você vai acordar e não vai doer mais

só que antes vai doer muito.
você vai sentir o peito apertar.
você vai se questionar se a dor não vai embora nunca.
mas vai,
só que antes ela vai te fazer sentir como se não existisse dor maior do que essa
(mas existirá).

⁠⁠Se não for por amor a Cristo, por nada mais nos curvaremos a Deus.

Sou extremamente nacionalista. Não conheço nem pátria e nem povo mais nobre do que os brasileiros.

⁠Ter pensamentos diferentes é bom
( Mas se te faz mal não)
Deixa tudo mais solto
Te traz novos sonhos
Te liberta do mesmo
E te anima de corpo inteiro
Ser diferente não é um problema
É apenas um jeito, que não é igual a outro
Espalhe suas belezas
Ame suas diferenças
A diferença é um prato
Com comidas de todos os formatos
Sem bom ou mal
Pois todos alimentam de forma igual :)

⁠"Querido Sol"

E havendo Sol corri, por tudo que não pude antes.
Tivera tempo de mais para pensar enquanto ele não estava aqui, pensar em como era implacável aquela vontade de tornar a enxergar as coisas com mais clareza. De imaginar como era fácil escrever quando ele estava aqui.
Agora que ele se faz presente vejo que não era seu brilho que me faltava, oque me faltava era a sensação de senti-lo, a idéia abstrata de ser luz.
E não fazia diferença quantos cones me faltavam, se o problema em não enxergar se dava pelas nuvens que haviam em mim... E sinto a falta daquela luz, mas com tanta poluição luminosa nesses dias cinzentos tento encontra-la, encontrar a frequência, a cor verdadeira que deveria ter nessas linhas.

⁠Não confunda respeito com compaixão. o que mais deprime um idoso ou qualquer pessoa com mobilidade reduzida é ser tratado com compaixão, muitas vezes a compaixão aproxima-se da falta de respeito.

⁠Nós não escolhemos por quem gostar, mais escolhemos com quem ficar.

⁠Não há nada mais injusto, do que a falta de esperança em si mesmo.

⁠Never More

I

Não te perdoo, não, meus tristes olhos
Não mais hei de fitar nos teus, sorrindo:
Jamais minh’alma sobre um mar de escolhos
Há de chamar por ti no anseio infindo.

Jamais, jamais, nos delicados folhos
Do coração como n’um ramo lindo,
Há de cantar teu nome entre os abrolhos
A ária gentil de meu sonhar já findo.

Não te perdoo, não! E em tardes claras,
Cheias de sonhos e delícias raras,
Quando eu passar à hora do Sol posto:

Não rias para mim que sofro e penso,
Deixa-me só neste deserto imenso...
Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto!

II

Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto!
E nem sequer o som de tua fala
Ouvir de manso à hora do Sol posto
Quando a Tristeza já do Céu resvala!

Talvez assim o fúnebre desgosto
Que eternamente a alma me avassala
Se transformasse n’um luar de Agosto,
Sonho perene que a Ventura embala.

Talvez o riso me voltasse à boca
E se extinguisse essa amargura louca
De tanta dor que a minha vida junca…

E, então, os dias de prazer voltassem
E nunca mais os olhos meus chorassem...
Ah! se eu pudesse nunca ver-te, nunca!

Auta de Souza
Horto. Rio Grande do Norte: Editora Auta de Souza, 2000.

⁠Sabe quando você vai saber que venceu na vida? Quando você descobrir que seus filhos não são mais obrigados a estarem a seu lado e eles escolhem estar.

A amizade era, em mim, desde muito, a simples sentinela do amor; não podendo mais contê-lo, deixou que ele saísse.

Machado de Assis
A desejada das gentes (1886).

⁠ Preste muita atenção no que as pessoas dizem , e mais atenção ainda no que elas não dizem.

⁠Mais importante que celebrar uma grande conquista, é não se esquecer das pequenas.

Tô de saco cheio dessa vida já. Não sinto mais ânimo para viver, está tudo preto e branco.
Levanto e muitas das vezes coloco uma máscara social para tentar melhorar desse desânimo, às vezes consigo, mas muitas das vezes não, e quando consigo ele volta novamente.
Estou exausta, não sinto nada, além de vazio, angústia e solidão.

“Eu já não tinha mais esperança no amor…

Mas você chegou como uma brisa suave.

Entrou devagar na minha vida.

E, quando percebi;

eu já estava inteiro, vulnerável, entregue e sonhando acordado com um futuro ao seu lado.”

- Priscila de Araújo

Quando você se prioriza, até as opções mais interessantes viram entretenimento, não sentimento!

Gosto de escrever, mais não quero que conhecidos saiba disso.Gosto de escrever porque isso me alivia ,me faz colocar pra fora coisas que eu quero dizer o até mesmo sentimentos que eu tenho.Eu amo escrever apesar de achar que minha escrita não é muito.Tenho medo que descubram que eu escrevo ,que me zoem ou que me chamem de infantil,porque eu escrevo porque eu mantenho um blog que não me da um retorno com o que eu gasto.O problema é que se eu falar que tenho blog que pago para manter ele ,que tenho ele porque tenho uma vontade imensa de escrever e que ele é somente para isso e mais nada .As pessoa s vão me julgar vão dizer que sou louca ,que estou jogando dinheiro fora ,que isso nunca vai trazer nada pra mim.Mais idai e se não trouxer o que é que tem?Qual o problema?O que eu quero é escrever e mais nada. Quero me abrir e escrever é a única forma que eu achei para fazer isso.Porque você não escreve em um caderno em vez de ficar colocando isso na internet?Porque não quero.Porque quero que as pessoas vejam,quero que elas olhem como eu me sinto leiam o que eu escrevo e que gostem ou não eu não me importo eu as conheço nem elas me conhecem .Se me julgarem qual vai ser a diferença,,eu não vou saber quem que é, e não vou me preocupar em agradalas. Escrevendo na internet eu me expresso de um modo que pessoalmente eu não consigo. Eu simplesmente estou cansada de ver as pessoas me julgando porque eu gosto de alguma que para elas é estranho, ou porque acham que para minha idade isso é infantil. Eu simplesmente estou cansada. Quero me abrir para o mundo, mostrar o que eu sou o que eu gosto ,o que eu sei.Isso aqui não nenhum texto ,nenhuma das crônica que escrevo .Isso aqui é um desabafo mesmo ,as vezes é preciso falar um pouco .

Entre as coisas mais difíceis: NÃO lembrar, enquanto se tenta esquecer.

- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um
amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei para o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!

Seguir sempre, desistir nunca, pois quem desiste, não tem a oportunidade de saborear o que á de mais belo no final de cada tragetória e se todos prosseguisem, embora o final não fosse como esperassem ser, muitos não ficariam com a dúvida de como teria sido se não estivessem desistido.