De Repente Nao mais que Derepente

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Quem guarda mágoas só perde espaço, é por isso que o peito fica tão apertado…

A verdade é que eu nada enxergava

até que encontrei teus olhos...

Ah! meu amor se me deixares agora :

ficarei cego...

Ideias, sonhos e esperanças crescem em nós, e depois são esmagados pela dura realidade.

⁠É preciso o infortúnio para escavar certas jazidas misteriosas escondidas na inteligência humana; é preciso pressão para fazer a pólvora explodir.

Bill me deu um livro para ler durante as férias. O apanhador no campo de centeio. Era o livro favorito de Bill quando ele tinha a minha idade. Ele disse que era o tipo de livro feito para nós.
Li as primeiras vinte páginas. Não sei como me senti em relação a ele, mas parecia apropriado naquele momento.

Somos aquilo que acreditamos ser.

A monotonia estava me matando.

Na infinidade da vida em que estou,
Tudo é perfeito, pleno e completo.
Sou uno com o Poder que me criou
E esse Poder me deu o poder de criar
Minhas próprias circunstâncias.
Regozijo-me no conhecimento de que
Tenho o poder da minha própria mente
Para usar de qualquer forma que eu escolher.
Estou sempre divinamente protegido e guiado.
Estou totalmente receptivo ao fluxo de
Prosperidade que o Universo oferece.
Rejubilo-me com o sucesso dos outros
Sabendo que há muito para todos nós.
Escolho ser saudável e livre.
Aceito a saúde como o estado natural do meu ser.
Cada um de nós, eu inclusive, experimenta a vida de
Maneiras para nós significativas.
Tudo está bem no meu mundo.

Todo lugar aonde eu vou, vejo o rosto dele.
(Peter Parker)

Se você quer ser rico, nunca desista. As pessoas tendem a desistir. Se você tem persistência, você vai se destacar da maioria das pessoas. Mais importante, você vai aprender. Quando você faz alguma coisa, você pode fracassar. Mas isso não acontece porque você é um fracasso. É porque você não aprendeu o suficiente. Faça as coisas de maneira diferente de cada vez. Um dia, você vai fazer direito. O fracasso é seu amigo

E depois de partir, poder voltar e dizer este aqui é o meu lugar. Poder assistir o entardecer e saber que vai ver o sol raiar.

Eu

Eu sei que sou romantica,
romantica assumida.
Sou sonhadora e muito iludida com a vida.

Voou longe com mil e um sonho tentando realizar,
pensamentos voam alto e eu não consigo me encontrar.

As vezes eu começo a rir e lembro
de tudo que aconteceu durante o meu dia,
mas as vezes eu choro de tristeza por não ter
feito tudo aquilo que eu queria.

A verdade é que me acomodei de tal modo em minha infelicidade, que quase sou feliz.

Esse seu silêncio que me mata, esse seu silêncio que maltrata, que me devasta a alma, o coração e a vida. Esse silêncio que deixou uma ferida que não cicatriza, que não sara, por mais que eu cuide, por mais que eu me poupe nada apaga essa lembrança que ficou inacabada. De tudo eu já tentei e o que não tentei nem quero mais tentar. Esse sentimento de descaso, de desprezo que se instalou aqui dentro e não quer sair por mais que eu chore, por mais que eu sonhe e tenha esperanças, por mais que eu afunde minha vida em um buraco sem fim, por mais que eu me afaste de mim, não tem fim...

SONHANDO

Na praia deserta que a lua branqueia
Que mimo! Que rosa, que filha de Deus!
Tão pálida - ao vê-la meu ser devaneia,
Sufoco nos lábios os hálitos meus!
Não corras na areia,
Não corras assim!
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!

A praia é tão longe! E a onda bravia
As roupas de goza te molha de escuma
De noite - aos serenos - a areia é tão fria,
Tão úmido o vento que os ares perfuma!
És tão doentia!
Não corras assim!
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!

A brisa teus negros cabelos soltou,
O orvalho da face te esfria o suor;
Teus seios palpitam - a brisa os roçou,
Beijou-os, suspira, desmaia de amor!
Teu pé tropeçou...
Não corras assim!
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!

E o pálido mimo da minha paixão
Num longo soluço tremeu e parou,
Sentou-se na praia, sozinha no chão,
A mão regelada no colo pousou!
Que tens, coração?
Que tremes assim?
Cansaste, donzela?
Tem pena de mim!

Deitou-se na areia que a vaga molhou.
Imóvel e branca na praia dormia;
Mas nem os seus olhos o sono fechou
E nem o seu colo de neve tremia...
O seio gelou?...
Não durmas assim!
Ó pálida fria,
Tem pena de mim!

Dormia: — na fronte que níveo suar...
Que mão regelada no lânguido peito...
Não era mais alvo seu leito do mar,
Não era mais frio seu gélido leito!
Nem um ressonar...
Não durmas assim...
Ó pálida fria,
Tem pena de mim!

Aqui no meu peito vem antes sonhar
Nos longos suspiros do meu coração:
Eu quero em meus lábios teu seio aquentar,
Teu colo, essas faces, e a gélida mão...
Não durmas no mar!
Não durmas assim.
Estátua sem vida,
Tem pena de mim!

E a vaga crescia seu corpo banhando,
As cândidas formas movendo de leve!
E eu vi-a suave nas águas boiando
Com soltos cabelos nas roupas de neve!
Nas vagas sonhando
Não durmas assim...
Donzela, onde vais?
Tem pena de mim!

E a imagem da virgem nas águas do mar
Brilhava tão branca no límpido véu...
Nem mais transparente luzia o luar
No ambiente sem nuvens da noite do céu!
Nas águas do mar
Não durmas assim...
Não morras, donzela,
Espera por mim!

A oração nos fortalece e nos dá ânimo para vencer os obstáculos da vida.

O bem da ventura eu quis e assim eu vou... Me aventurando a ser feliz!

Eles criticam tudo a meu respeito – e quero dizer tudo mesmo: meu comportamento, minha personalidade, meus modos; cada centímetro meu, da cabeça aos pés e dos pés a cabeça.

Sim, teu amor
era fútil...
- Que importa se me iludia?

Sem ele, entretanto, sou um inútil
cada vez mais,
noite e dia...

Mar, metade da minha alma é feita de maresia
Pois é pela mesma inquietação e nostalgia,
Que há no vasto clamor da maré cheia,
Que nunca nenhum bem me satisfez.
E é porque as tuas ondas desfeitas pela areia
Mais fortes se levantam outra vez,
Que após cada queda caminho para a vida,
Por uma nova ilusão entontecida.

E se vou dizendo aos astros o meu mal
É porque também tu revoltado e teatral
Fazes soar a tua dor pelas alturas.
E se antes de tudo odeio e fujo
O que é impuro, profano e sujo,
É só porque as tuas ondas são puras.