De Repente Nao mais que Derepente

Cerca de 802068 frases e pensamentos: De Repente Nao mais que Derepente

Se estou destinada a virar loba, isso acontecerá quando eu decidir, e não você. Só espero que um dia possa me aceitar como eu sou.

Wandinha (série)
1ª temporada, episódio 5.

Ser seu amigo deveria vir com um alerta, mas não conheço muita gente que levaria uma flechada por mim.

Wandinha (série)
1ª temporada, episódio 8.

Não existe nada pior que você se rebaixar por coisas fúteis. Ter uma boa autoestima é viver feliz consigo mesmo, pois, não espere que os outros te amem se você não amar a si mesmo.

Não gosto de rotina. Não gosto de falsos sorrisos. Não gosto de mentiras. Gosto de pessoas sinceras. Gosto de musica e poesia. Gosto da Lua e das estrelas. Ás vezes, eu também gosto de viver.

Para ateístas e agnósticos não crerem em nada, eles precisam ter a certeza. Para terem a certeza, tem que existir uma prova, o conhecimento concreto disso. E existe essa prova? não. Então, nenhum ateu sabe que a inexistência de Deus é verdadeira. Eles acreditam que seja...

⁠Amar é a capacidade de querer o bem e a liberdade de uma pessoa, mesmo que ela não sinta o mesmo por você. Amar é ato gratuito, uma constante afirmação de desapego. Amor é isso: eu te quero bem, seja como for.

“Você era diferente”. Eu não era diferente, eu era ingênua. Eu acreditava nas pessoas, eu confiava nas pessoas, eu tinha fé nelas. Mas a vida me mostrou do pior jeito que não dá para se confiar em qualquer um por aí, de falsidade o mundo está cheio e de inveja o mundo está transbordando. Os “monstros” não estão embaixo da sua cama, e sim ao seu lado.

Foi um livro que eu não li, um amor que eu inventei..só amei pela beleza e ela saiu à francesa, pra onde foi? eu não sei...

Ela disse quase tudo e no final ironizou, nessa vida tudo passa e pra mim vc passou, não tem volta, e o telefone desligou...

Não valeu pra você,foi só um momento, nenhum sentimento, só durou no tempo que dura o prazer..

Feche os olhos e sorria.
Ela mudou a forma de amar e não foi pela intensidade, pelos sentimentos, pelo tempo, mas pela promessa de ser feliz. Quantas vezes o sorriso fugiu de cena, a gargalhada tornou-se muda, a alegria repousou na despensa trancada. Quantas vezes quis ir, mas ficou. Quantas vezes quis falar, mas calou. Quis abraçar, mas cruzou os braços. Quis, mas não fez. Sim, com do tempo se esquece o que é sorrir, ter paz, ser amado, desejado, acariciado. No entanto, o que não se pode é esquecer de ser feliz. Por isso, não brigue, abrace; não grite, sussurre; não peça, faça; não tema, arrisque, não ame pouco, ame muito, sempre. O tempo leva o que você quer, mas também o que não quer, por isso, que seja intenso, sempre. Sim o amor dita um novo ritmo e o tempo pode parar, como em uma história que você pode voltar para as páginas que mais gostou para relembrar. O amor te dispõe inspiração para poder escrever com paixão, para lutar com devoção, para não cair na tentação, o amor engrandece o coração. É difícil entender o motivo, mas a única coisa que vai restar quando tudo se acabar é o que você carregar no coração. Mas nunca esqueça de deixar um lugarzinho meu lá, pois é onde decidi que quero morar.

São os interesses, materiais e ideais, não as ideias, que dominam imediatamente a ação dos homens.

Max Weber
Ensayos sobre Sociologia de la Religión. Madri: Taurus, 1984. v. 1.

Já passei noites em claro pensando em pessoas que não estavam nem aí pra mim. Já magoei quem me amava. Já amei quem me magoou. Nunca me apaixonei por um sorriso, mas já me encantei por um olhar. Já gritei só para aliviar a dor. Já encontrei pessoas felizes, tristes, apaixonadas, sensiveis, grossas, desiludidas, depressivas e melancólicas. Mas nunca encontrei alguém que me entendesse!

Não importa onde você parou, não importa onde você cansou, não importa o que te desmotivou, simplesmente siga. Se a vida não está do jeito que sonhou, procure outro caminho.

Sonhos não são apenas aquilo que nos visita enquanto dormimos…
são também os sussurros daquilo que ainda insiste em nascer dentro de nós.

Às vezes, eles chegam suaves, quase tímidos.
Outras vezes, inquietam, tiram o sono, pedem coragem.
E há aqueles que a gente tenta esquecer… mas que, de algum jeito, continuam nos lembrando de quem somos por dentro.

Nem todo sonho é para ser vivido de imediato,
mas todo sonho carrega um pedaço de verdade sobre nós.

Talvez o maior erro não seja sonhar alto,
mas desistir baixo demais.

Porque no fim…
sonhos não nos afastam da realidade,
eles nos aproximam da vida que, em silêncio, a gente sabe que merece.

Há um instante em que o olhar se recolhe e as cortinas se fecham, não como fim, mas como pausa — a lente descansa do excesso, aprende a não capturar a dor que insiste, e no silêncio desse apagar de luz, nasce a coragem de escolher: ou se acende de novo por dentro, ou se aceita, com dignidade, que até desistir também pode ser um gesto de lucidez.

Decifre-me, então…


Mas não com pressa, nem com olhos apressados de quem só deseja o óbvio.
Há em mim caminhos que não se mostram à primeira vista, e talvez seja justamente aí que mora o que te inquieta.


Você me chamou de linda e misteriosa…
mas mistério não se revela a quem apenas observa
se entrega a quem ousa sentir.


Descubra-me nos detalhes que não anuncio.
No silêncio entre uma palavra e outra.
No jeito que recuo… não por falta,
mas por querer ser encontrada com intenção.


Há partes de mim que não se explicam
se percebem.
E outras que só existem quando alguém tem coragem de permanecer.


Se quiser me decifrar, venha sem atalhos.
Sem fórmulas prontas.
Sem medo de se perder um pouco no caminho.


Porque eu não sou um enigma para ser resolvido…
sou uma experiência para ser vivida.


E talvez, no fim,
você descubra que o mistério não está só em mim
mas no que eu desperto em você.

Em minha defesa, meu querer é simples, mas não é raso: quero ser leve nos braços de um homem, não forte demais para carregar um menino

Hoje eu não tô bem, tô cansada, me sinto irritada, mas não tô reclamando, tá tudo bem. Só estou querendo vencer o dia sem perdas, buscando me recolher no meu canto, tentando evitar conversas e possíveis desavenças. É nesse silêncio que me reorganizo, me reavalio, me reestruturo.


Tá tudo errado, não tá legal, mas tá tudo bem. Só estou tentando vencer o dia sem perdas.


Nem todo dia é feito para avançar. Alguns são feitos apenas para resistir com dignidade, para não piorar o que já está difícil, para atravessar as horas sem ferir ninguém e sem me ferir no processo.


Hoje não quero respostas, não quero decisões, não quero grandes movimentos. Quero apenas o necessário. Quero me preservar enquanto a tempestade passa por dentro de mim.


Porque aprendi que há dias em que a vitória não está em conquistar algo, mas em manter intacto aquilo que já foi conquistado. Há dias em que sobreviver ao peso, ao cansaço e à confusão já é uma forma de coragem.


Então sigo assim, mais quieta, mais recolhida, respeitando meus limites e aguardando que a vida volte a encontrar seu eixo dentro de mim. Um passo de cada vez. Sem perdas. Apenas atravessando.

Desejos Impossíveis

Há desejos que não batem à porta. Eles entram silenciosamente, ocupam um canto da alma e aprendem a morar ali.

Tentamos ignorá-los. Mudamos os caminhos, desviamos os pensamentos, ocupamos as horas com outras urgências. Dizemos a nós mesmos que já passou, que não faz sentido, que é melhor seguir adiante. Mas alguns desejos conhecem atalhos que desconhecemos.

Eles atravessam o tempo escondidos em uma lembrança, reaparecem no perfume que o vento traz, em uma música esquecida, em um instante qualquer entre a distração e o silêncio.

Quanto mais fugimos, mais percebemos que a distância nem sempre é capaz de desfazer o que criou raízes.

E assim o desejo caminha.

Não apressa os passos, não exige explicações. Apenas permanece, percorrendo os corredores mais secretos do coração, esperando o dia em que será acolhido, transformado ou, quem sabe, compreendido.

Porque há desejos que não nasceram para ser esquecidos. Apenas seguem existindo, atravessando estações, sobrevivendo às ausências e encontrando maneiras de nos lembrar que algumas partes de nós continuam vivas, mesmo quando tentamos convencê-las do contrário.