Dar

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Ninguém escapa do passado. Vou dar um exemplo claro, a questão da escravidão. Tivemos um período prolongado de sistema escravocrata, espalhado por todo o país. Quem abrir qualquer jornal do século 19 verá escravos sendo vendidos, leiloados, penhorados, com seguro. Essa realidade está inscrita nos nossos costumes e no nosso vocabulário, sobretudo porque durante largo tempo lidamos com essa questão de forma envergonhada. Achava-se melhor não falar.

Às vezes, o encanto pelo "lá" precisa morrer para que a gente aprenda a dar valor ao "aqui". O contraste é o melhor professor de gratidão.

No fim das contas, um lugar mágico é apenas qualquer lugar onde você não sinta necessidade de estar em outro lugar. Quando você está disposta a largar o que não te serve, nenhuma decepção é difícil de carregar .

Minha paz não está à venda e meu caminho eu mesmo traço.
O maior apoio que alguém pode dar é respeitar o meu espaço. ⚔️🕊️ ☘️
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Bom dia! Cada amanhecer traz uma nova chance de fazer dar certo. Levante, respire fundo e conquiste as suas metas.💕🌻

O mundo pode esperar um pouco, porque eu não preciso dar conta de tudo hoje.
Um passo pequeno ainda é um passo.
Vou andando....( ˘ ³˘)♥

⁠Deixe-me explicar o porquê não podemos dar conta do nosso inconsciente sozinho. Primeiro, imagine o seu inconsciente como a Lua e a sua consciência como à Terra, e imagine que o movimento físico de rotação seja igualmente similar ao movimento inconsciente-consciente das suas ações, nesse sentido, da Terra só podemos ver o lado aparente da Lua, bem como, sozinhos e ainda que nos esforçamos, só podemos ver o lado da superfície do nosso inconsciente, apenas a ponta do iceberg.Para alcançar o nosso inconsciente mais profundamente, precisamos de um meio que como homem através do foguete foi até a Lua para vê-la completamente, a análise leva você para o lado oculto que sua consciência por si só não consegue alcançar.

O Presente de Natal

Num Natal, eu botei na cabeça que ia dar um presente para minha mãe.

Nessa época, eu era engraxate. Lembrei-me disso hoje porque aquele Natal também caiu num domingo.

Na rodoviária de Santa Mariana havia um bazar. Certa vez, eu tinha visto ali uma xícara com uma paisagem de neve. Era aquela xícara que eu queria dar para minha mãe.

Só havia uma.

E eu corria o risco de ela ser vendida.

Pedi ao dono do bazar que a reservasse para mim. Ele sorriu e respondeu:

— Quem chegar primeiro, leva.

Isso foi de manhã, por volta das nove horas. E eu não tinha um único centavo no bolso do calção. Meu calção tinha um bolso, mas naquele momento ele estava vazio.

O dia foi passando e nada de conseguir o dinheiro.

De repente, começaram a aparecer alguns dos meus fregueses tradicionais. Um aqui, outro ali, e algum dinheirinho começou a entrar. Mas ainda era pouco para comprar o presente.

Eu engraxava um par de sapatos e, assim que terminava, ia até o bazar para ver se a xícara ainda estava lá.

Nem fui almoçar naquele dia.

À tarde, eu já tinha conseguido boa parte do dinheiro, mas ainda não era suficiente. Continuava trabalhando e, de vez em quando, passava pelo bazar para pedir ao dono que, por favor, não vendesse a xícara.

No fim do dia, quase na hora de fechar o bazar, eu ainda não tinha conseguido juntar o valor necessário.

Então tomei coragem e pedi:

— O senhor não poderia deixar eu pagar o que falta na próxima semana? Eu engraxaria seus sapatos sem cobrar até completar o dinheiro.

Ele nem pensou.

— Nem pensar — respondeu. — E tem mais: já vendi a xícara.

Fiquei olhando para o chão, com os olhos cheios de lágrimas.

Naquele momento, pensei:

Como é difícil a vida de engraxate.

Se eu tivesse guardado o dinheiro dos outros dias...

Mas aquele dinheiro dos outros dias também fazia parte da receita da família. Vez ou outra, eu comprava carne ou alguma outra coisa para comer e levava para casa.

O que fazer?

Eu tinha chegado tão perto de conseguir comprar aquele presente.

Era para ser uma surpresa para minha mãe. Eu queria que ela ficasse feliz naquele dia de Natal.

Peguei minha caixa de engraxar, que havia deixado do lado de fora do bazar, e levantei-a para colocá-la no ombro.

Foi então que alguma coisa me chamou a atenção.

Havia dentro da caixa um embrulho de papel de presente.

E, pelo formato, parecia uma xícara.

Fiquei sem entender.

Hoje, penso que, enquanto eu estava ali, tentando negociar a compra da xícara, em algum momento aquele homem, Vitor, colocou o pacote dentro da minha caixa de engraxar.

Olhei para ele.

Ele me olhou de volta, com os olhos cheios de lágrimas.

Sorriu.

E me desejou:

— Feliz Natal.

Naquele dia, eu não consegui comprar a xícara.

Mas ganhei algo muito maior.

Ganhei a certeza de que, mesmo quando a vida parece dura demais, ainda existem pessoas capazes de enxergar o coração de um menino.

E aquele menino, que só queria fazer sua mãe feliz, voltou para casa carregando, no ombro, sua velha caixa de engraxate.

Dentro dela, além das escovas e da graxa, levava o mais bonito presente daquele Natal:

um gesto de amor.

Há um instante mágico em que a individualidade se dissolve para dar
lugar a algo muito maior. Não se trata de perder a si mesmo, mas de se
encontrar inteiramente no outro. Quando os olhares se cruzam com essa
cumplicidade, a gravidade deixa de existir. Dois seres que se unem não
caminham apenas lado a lado; eles ganham asas e voam em conjunto,
desbravando um céu que só pertence a ELES
___ENZO RUCHELL _

⁠O ide de Jesus não é só pregar, evangelizar, cantar e ensinar; mas também dar o pão, vestir o nu e visitar os oprimidos.

⁠Eu sei que vai dar certo. E como eu sei? Eu entreguei nas mãos de Deus.

Ao dar as costas à sã doutrina e desprezar os limites históricos estabelecidos pelos pais da Igreja, uma geração perde sua bússola teológica. Esse esvaziamento dogmático a deixa vulnerável e espiritualmente indefesa contra os ventos de doutrina e o engano dos falsos mestres.

“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.”
(João 15:13)
Esta afirmação foi uma das maiores expressões de graça direcionadas ao nosso mundo decaído. Ela sintetiza o ápice do amor sacrificial que Ele próprio consumou logo em seguida na cruz.

Tudo pode dar certo ou errado. O que importa é o que acontece, a prova da realidade.

Na verdade eu sou intuitivo, eu nunca sei no que vai dar.

Se você não souber o seu valor,
as pessoas vão te dar
apenaso que julgarem suficiente,
depois de priorizarem a si mesmas.

Estudar sozinho pode dar a sensação de vantagem, até perceber quantos largaram na frente.

Educar no Século XXI


Educar hoje não é dar tela pra calar.
É dar presença pra criar raiz.
No século do Wi-Fi em cada canto, o maior luxo é olhar no olho.
Filho não precisa de pai coach, nem de mãe influencer.
Precisa de gente que escuta sem curtir.
Que corrige sem humilhar.
Que ama sem postar.
Educar em 2026 é ensinar que borboleta no estômago não vem de notificação.
Vem de conversa na mesa, de "boa noite" falado, não mandado.
É trocar o "deixa que o Google resolve" por "vem cá que a gente descobre junto".
Porque no fim, filho não leva pro mundo o celular de última geração.
Leva o exemplo que viu em casa.
_Van Escher

Errar é humano, porém devemos aprender com esses erros e não repeti-los e não devemos nos dar ao luxo de errar com esses mesmos erros.

Errar é humano, mas devemos aprender com nossos erros e evitar repeti-los. Não podemos nos dar ao luxo de cometer os mesmos erros repetidamente.

Aglomerados de rocha vagam pelo vazio contínuo do espaço, sem dar pistas de que, sob suas camadas de poeira e gelo, repousam as tumbas dos novos faraós cósmicos.
​Cruzando o infinito, uma supervia quântica corta o cosmos — um corredor multigaláctico idealizado e erguido pelos antigos construtores da humanidade. Entre as sombras do passado, os Anunnakis permanecem como silhuetas de histórias possíveis e impossíveis; nunca os vimos, mas suas crenças ecoam através dos séculos. Mais adiante, nas lendas da mídia antiga, sussurra-se sobre os Dopras, uma civilização lendária cujas colônias abrigam humanos e híbridos em perfeita coexistência mútua. E há Atlantis: suas cidades submersas e pirâmides desafiadoras fazem a imaginação arder, revelando que o Egito e seu povo escravizado foram tristemente injustiçados, transformados em meros artifícios de uma história mal contada.
​Enquanto isso, nós, em nosso profundo desequilíbrio, tateamos o escuro tentando alcançar a Lua e, quem sabe, Marte. Os anos passam, as tentativas falham, e o vácuo deixado pelo progresso é preenchido por teorias de conspiração e alienações como o terraplanismo. Paradoxalmente, até mesmo esses retrocessos parecem ser degraus — dolorosos, mas inevitáveis — na lenta evolução da mente humana."