Dança
Dormir e ter um sonho lindo é como beber champanhe e se deixar flutuar como se estivéssemos dançando a valsa do lago dos cisnes mas ao despertar para a vida a gente vê que está é de ressaca...
UNIVERSO INTOCÁVEL
(Quando as letras dançam e o ego silencia)
Minha realidade não segue o ritmo dos cliques ou o glamour que alimenta o ego. Sou a plateia da minha própria introspecção, enquanto as letras dançam conforme a música gira na vitrola do tempo. Em meu universo intocável, eu apenas as observo.
Lu Lena / 2026
Vida, porque me miras se não sei bailar? Ensina-me a dançar na sincronia dos teus passos e na leveza da sinfonia dos anjos, só assim me deixarei conduzir por ti.
DEUSA DO VENTO...
Trovões e raios rasgando o céu, tambores, danças, transe. E ela chega com com o vestido bordado em fitas coloridas. Incorpora no meu pensamento. Então rodopio exaustiva e sorridente em êxtase por esse mundo que vivencio só na minha imaginação. Solidão? Sorriso solto. Coração pisado no chão. Vida perdida que fica e volta pela saudade do tempo de outrora que se esvaiu. Arrepio. Olho pra essa realidade será verdade? Desacoplo desse contentamento e o que vejo? – Uma alma fadigada e triste mas que para a Deusa do Vento não existe.
"QUERO SORRIR, QUERO SENTIR,
QUERO AMAR,QUERO CHORAR,
QUERO PULAR,QUERO DANÇAR
QUERO CURTIR,QUERO APAIXONAR...
QUERO APENAS VIVER!"
Não consigo acordar e suar,
Porque não acabou ainda,
Ainda dançando com seus demônios,
Vítima de sua própria criação.
Além da vontade de lutar,
Onde tudo o que há de errado está certo
Onde o ódio não precisa de uma razão
Repugnando o suícidio
Na penumbra do quarto, nossos corpos se encontram em uma dança ardente e envolvente. Sinto o calor da sua pele contra a minha, o desejo pulsando em minhas veias, me consumindo por inteiro. Cada toque seu é como uma chama que me incendeia, fazendo meu corpo tremer de prazer. Nossos gemidos se misturam, criando uma sinfonia de luxúria e desejo que preenche o ambiente.
Exploro cada centímetro do seu corpo com minhas mãos ávidas, ansioso para descobrir todos os seus segredos mais íntimos. Cada beijo é uma promessa de êxtase, cada carícia é uma explosão de prazer. Estamos entregues um ao outro, sem reservas, sem limites, nos perdendo na intensidade do momento.
O suor em nossos corpos é o testemunho do fogo que arde entre nós, da paixão que nos consome e nos leva a um êxtase sem precedentes. Somos um só, unidos pelo desejo incontrolável que nos envolve, nos elevando a alturas desconhecidas de prazer e loucura. Juntos, somos pura luxúria, uma sinfonia de paixão e desejo que nos leva ao limite do prazer.
Tudo o que queria agora
Sair na chuva
Sentir os pingos
Dançar na chuva
Sentir os risos
Beijar na chuva
Sentir os gostos
Abraçar na chuva
Sentir os corpos
Enroscar na chuva
Sentir os gozos
Sentir a chuva
Sair feliz molhado, escorrido, emaranhado dela
Derrama em mim o teu beijo,
Não quero nenhum perfume
Que não o teu [cheiro]...;
Dança em mim o teu ritmo.
Não quero nenhum obstáculo,
Que não seja as quatro paredes.
Embevecida sempre dei pista:
Quem arrisca jamais petisca!
Ordene em mim a tua chama,
Que o meu corpo segue a risca!
Acende em nós o desejo
Flana a carne que te inflama.
Não quero ficar distante
Do teu corpo no reencontro,
A sede de beijos é lancinante,
Devora-me ou eu te [como]!...
Apaixone-se por meus caprichos
Que não te deixo nunca jamais,
A minha mente é um paraíso
Repleta de sinfônicos feitiços.
Goiânia que me aguarde
Por que um dia eu chego lá
Meu combustível é a vontade
De convidar a Letícia para dançar
Ginga, molejo, movimento. Corpo solto ao vento. Alma de borboleta desabrochando ao som da música. Estilo e identidade entre os gestos. O coração que palpita pela dança. Que traz o sentido. Que eleva os seus melhores e incríveis sentimentos. Essa menina bate asas para ganhar o mundo. Olhos fechados e sorriso no rosto. Pés que desenham o chão. Passos que descrevem a sua própria história. No ritmo certo da harmonia que toca. E que faz essa menina tocar o coração de quem lhe observa. Pois ela dança com o corpo, mas é a sua alma que fala.
Perceba que na sua vida você escolhe algumas coisas, mas outras são decididas pela vida, por Deus, você vai sendo levado. E a beleza é a gente aceitar essa dança, a dança com Deus.
Tô louco pra tirar umas férias desse meu perfil durão
Passar uma temporada aí no seu colchão
Entrei no jogo, eu caí na dança
O seu amor me fez virar criança
Um dia você percebe que viver não requer justificativas e que amar não é trocar nem receber, é apenas entrega, uma simples e pura entrega e nada mais. Compreende ainda que, na verdade, nada requer nada, exceto um simples fluir.
Quando a mente faz silêncio, você não quer mais saber as respostas, elas não são mais importantes. Você não quer mais saber os motivos, tampouco se importa se há razão. O passado fica lá atrás, no lugar dele, e o futuro lá na frente, no dele. Ambos não possuem importância porque você aprendeu a viver no hoje, o único momento que realmente está disponível para você e que, por capricho do destino se chama presente (e que baita presente!).
Quando você aprende a viver no agora cada experiência se torna nova e única, tal como é, pois nada nunca é igual, nada nunca é estático. Você compreende que é como um rio e que todo o rio há de chegar ao mar, independente da pressa ou da velocidade e que o mar pouco se importa com a pressa do rio, ambos fluem independentemente um do outro e ao mesmo tempo tão juntos.
Quando você opta por dançar, abraçar, viver e aceitar a vida como é e as coisas como são, um novo sentimento habita o peito, a serenidade toma conta e você já não tem mais pressa pois não tem para onde ir, apenas fluir; uma felicidade genuína invade e até no escuro você se ilumina.
É lindo a batida de um coração feliz. Porém, mais lindo ainda é quando ele bate junto a outro, num compasso de acordes seguidos de amor. Assim são os amigos. Assim é a música que quero sempre cantar e a dança que me faz bem dançar.
A alegria chegou encharcada de purpurina
Se enroscou na serpentina do amor
E foi seduzida pelo som do tamborim
Dançando na avenida transbordando simpatia
Se entregou ao calor da multidão
E revelou sua fantasia
Despida de brilho, reverenciou e demonstrou maestria ao terminar o desfile coberta de ousadia.
